TRUMP(A)

Mostrar mensagens com a etiqueta Câmara de Lisboa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Câmara de Lisboa. Mostrar todas as mensagens

A VITÓRIA DE SÓCRATES

Sócrates averbou uma retumbante vitória em Lisboa. Sócrates tinha jogado um grande trunfo

(no entendimento dele)
à Câmara de Lisboa e ganhou. Temos de concordar. E ele surgiu impante, sem esconder isso mesmo. Marques Mendes ficou nas covas: a forma como dirigiu toda a problemática da Câmara revelou-se má, ainda que eu pense que ele tenha feito bem, mesmo à custa de uma derrota.

Sócrates é vaiado, mas, na hora da verdade, aí está o eleitorado a dar-lhe a vitória. E convenhamos, apesar de não gostar do homem, que se tem safado nos momentos difíceis.

A estas vitórias não será estranho o facto de a oposição não apresentar uma alternativa. Isto é, a política seguida por Sócrates é a mesma que o PSD seguiria. Mais, é mais rigorosa. O PSD, penso eu, não deixaria surgir o caso Charrua ou de Vieira do Minho.

Para haver um novo governo, não basta que quem lá está seja mau, é preciso que haja outro que queira governar e seja diferente. Ora eu não vejo diferenças...

escrito por Carlos M. E. Lopes

LEIA O RESTANTE >>

O DEBATE DOS CANDIDATOS

Ontem a RTP1 fez o que lhe competia: pôs os doze candidatos à Câmara de Lisboa a falar todos.

Ainda não percebi

(ou talvez perceba)
por que razão as TVs passam o que bem querem, geralmente os candidatos dos partidos com representação parlamentar, ao arrepio das leis da República. Penso que todos os candidatos, mas todos, mereciam a mesma cobertura, pois só assim seriam iguais. E o que se passa, de forma geral, é uma vergonha. O empertigado Costinha da SIC notícias é que manda…

Mas ontem gostei, ainda que o ar maternal e as "repreensões" da Fátinha me tivessem desagradado. Quem é a Senhora para dar ordens aos candidatos ou fazer comentários como os que fez?

Garcia Pereira não deveria ter ofendido a mãe dos rapazes do PNR. Não devia. Hoje em dia os filhos são muito independentes e fazem o que querem. Ainda por cima quando não conhecem os pais…

escrito por Carlos M. E. Lopes

LEIA O RESTANTE >>

AS ELEIÇÕES EM LISBOA

Sensaboronas têm sido as eleições em Lisboa. Tirando o facto de a Zezinha apoiar António Costa mas não saber se irá votar nele, a pré campanha tem sido muito morna. As contas são o grande assunto. E devem ser. Primeiro há que pagar, caloteiros! O Carmona é que parece que nada tem que ver com aquilo

[aquilo é a gestão da Câmara até ao momento].
Mas há coisas que me aborrecem. Pensava eu que todos os candidatos seriam tratados da mesma maneira. Mas não. São doze os candidatos, mas não são doze os filhos da democracia. Nunca vi o candidato do PNR, por exemplo. Ele não cumpre a lei? Não é candidato? E o debate a 7, que tal? Força, democracia!

escrito por Carlos M. E. Lopes

LEIA O RESTANTE >>

DIZCIONÁRIO [46 falácia]

Acabo de assistir ao habitual frente-a-frente do jornal das 21h da Sic Notícias

[onde há confrontos interessantes mas também autênticas nódoas].
Hoje, entre Vítor Ramalho (VR)
[a defender, como lhe convém, a candidatura de António Costa à Câmara Municipal de Lisboa]
e Nuno Melo
[do CDS/PP. ou ex-CDS/PP?].
Às tantas, Nuno Melo defendeu que não era "pedagógico" o pê-èsse tirar do governo um elemento preponderante para o candidatar a uma Câmara
[nesta altura em que Portugal se prepara para presidir às reuniões da união dos países da Europa, etc. e tal].
Resposta de VR: "isso é um argumento de direita!".

E... pronto! Está anatematizado! Não interessa se tem razão ou não -- é de direita, acabou-se
[supondo VR, digo eu, que o pê-èsse é de esquerda. Muito erradamente, digo eu]!
Saberá VR o que é uma falácia? Saberá VR que a sua "resposta" é falaciosa?

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

AS ELEIÇÕES PARA A CÂMARA MUNICIPAL DE LISBOA

A entrada na corrida de António Costa torna aliciantes as eleições para a capital do Império. E um grande desafio para o Sr. Pinto de Sousa. O homem, convencido pelas sondagens, “vai a votos”. Não tenhamos dúvidas de que as eleições para a Câmara de Lisboa são um teste para o governo. Foi Sócrates quem quis dar a estas eleições uma relevância que elas não teriam. Quer provar que ganha eleições e que não é só o PSD a perdê-las. O homem irritou-se.

Assim sendo, estas eleições podem ser a confirmação do governo ou o princípio do seu fim. Nada ficará igual. O PSD deu uma ajuda com a escolha do seu candidato. Fernando Negrão não tem estaleca para isto. A surpresa ou a esperança dos que são contra o PS reside em Helena Roseta. Roseta pode de facto baralhar as contas e, caso o PS não ganhe a maioria absoluta, ficar a “mandar” na Câmara. As eleições, por isso, prometem. Esperemos pelo CDS.

escrito por Carlos M. E. Lopes

LEIA O RESTANTE >>

ROSETA CANDIDATA

Helena Roseta avança como candidata à presidência da Câmara Municipal de Lisboa. Abandonou o PS

(não sei o que estava lá a fazer),
como abandonou o PSD
(não sei o que estava lá a fazer).
Poder-se-á dizer que estava a tratar da sua vidinha, mas quem tem acompanhado o seu percurso pode ver que a mulher é uma outsider
(como se diz no Allgarve).
Insinuou-se que a adesão ao PS tinha mais a ver com razões passionais. Talvez seja, mas a mulher tem percurso próprio e vem perturbar PS e PSD. Mas sobretudo PS.

Helena Roseta pode ser um novo Manuel Alegre, para melhor. Tem mais garra, ideias e independência. Pode não vir a ganhar a Câmara, mas certamente vem criar algum alvoroço.

Aguardemos cenas dos próximos episódios.

escrito por Carlos M. E. Lopes

LEIA O RESTANTE >>

A CÂMARA DE LISBOA

Marques Mendes tirou a confiança política a Carmona Rodrigues.

Os partidos políticos são frequentemente aqui fustigados, de acordo com os humores dos escribas, mas, desta vez

(sem exemplo),
aplaudimos a atitude do Presidente do PSD. Não é sustentável a situação que se vive na Câmara de Lisboa e fica bem
(nem que seja só para a foto)
a atitude do homem. Parabéns, Marques Mendes.

escrito por Carlos M. E. Lopes

LEIA O RESTANTE >>