TRUMP(A)

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rapinados 11. ISTO 'TÁ MAL!

Crise económica nos EUA
escrito por ai.valhamedeus [rapinado de El Mundo]

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O ACTUAL SOL DO MUNDO

60 minutos

Acabo de ouver a segunda parte do CBSiano 60 minutos, transmitido na Sic Notícias. Sobre um Estado
[sobre uma união de Estados]
onde a falta de cuidados de saúde primários é gritante
[para quem não tiver uns cobres. E o número de pessoas que não têm esses cobres é impressionante].
Uma ONG
[criada para prestar assistência médica em países do terceiro mundo]
tenta resolver essa situação, mas o número de pessoas não atendidas é imenso, apesar de o número de atendidos também o ser...

O Estado
[ou a União de Estados]
em questão não é Cuba. Nem é africano. Nem é
[dizem os relatórios]
subdesenvolvido. É o actual sol do Mundo, chama-se E.U.A.
[ou, se preferirem, U.S.A.].
Não sei se tudo isto é verdade; se não é, toca a ligar para os responsáveis estadounidenses pelo 60 minutos. Para exigir a verdade
[só a verdade!].
escrito por ai.valhamedeus

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AS PIRUETAS DE BUSH

Toda a gente se lembra das actuações da América na era Bush. A América não precisava de ninguém e a economia auto-regulava-se.

A invasão do Iraque foi uma das formas de materializar o tão falado unilateralismo americano. Sem ajudas, contando consigo própria, a América invade o Iraque sem dar cavaco a ninguém. Superpotência senhora do mundo, nada nem ninguém detinha a América.

No domínio económico, as empresas que não prestam são afastadas pelo sistema. O sistema capitalista é auto-suficiente e auto-regula-se. Não precisa de intervenção do Estado.

Mas a coisa não é bem assim…

O mandato de Bush está a chegar ao fim e a coisa modificou-se. Na Assembleia Geral da ONU lá esteve o nosso Bush a pedir mais intervenção da ONU. Afinal parece que a América não pode nem consegue resolver todos os problemas do Mundo.

No campo financeiro, perante a derrocada de três ou quatro empresas americanas, o governo federal injectou uns milhares de milhões de dólares para evitar uma crise de repercussões excepcionais.

Face a isto, parece que Bush, considerado por muitos o pior presidente de todos os tempos, em poucos dias, renegou uma série de princípios em que assentou a sua presidência.

escrito por Carlos M. E. Lopes

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NEM OS MORTOS ESCAPAM

A actual época de furacões tem sido violenta. Já lá vão nove. Os últimos dois foram particularmente devastadores. Ambos decidiram acabar com Cuba. E pouco faltou. No meio de toda aquela desgraça, só morreram 4 pessoas.

O governo de Bush ofereceu ajuda humanitária, mas disse logo que só a daria se o governo de Cuba se comprometesse a aceitar eleições livres. Cuba respondeu que não estava a pedir esmola, mas sim a possibilidade de poder comprar comida nos Estados Unidos. Para isso haveria que suspender o embargo. E Bush disse: Não.

O segundo furacão que arrasou Cuba fez o mesmo no Estado de Texas, Estados Unidos. Uma terrível devastação. E cerca de 40 mortos até agora. As autoridades dizem que essa cifra pode ainda aumentar bastante.

Ninguém se pode alegrar com o mal dos outros, mas alguns funcionários estado-unidenses parece que não confiam muito neste princípio. Ainda só ia pelos 10 mortos e já eles tratavam de justificar esse facto, não fosse o diabo querer comparar essas mortes com as dos 4 cubanos.

A culpa, segundo eles, era toda da democracia. No estado do Texas houve 140.000 pessoas que decidiram ficar nas suas casas. Como pessoas livres, o governo de Bush não podia fazer nada para as proteger
[o furacão Catrina, há um par de anos, matou dezenas de pessoas que não decidiram nada e ninguém veio à praça explicar nada].
Como fez a ditadura cubana que não respeitou a liberdade do povo e meteu aquela gente toda em lugares seguros. Malditos comunistas!
[Ficção? Desculpe, meu caro senhor, só tem que ler a imprensa dos Estados Unidos. Está lá tudo].
escrito por José Alberto, Porto Rico

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SUZANNE VEGA NA GUARDA

Suzanne Vega no Teatro Municipal da Guarda[clique na imagem para ler melhor]

É isso mesmo, o que os seus olhos leram: Suzanne Vega, no Teatro Municipal da Guarda
[que tem uma programação de se lhe tirar o chapéu].
Na província.

escrito por ai.valhamedeus

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A INTERNET E A LIBERDADE

O Google sabe muito sobre nós, os que andamos pela net

[os outros motores de busca, também. E muitas outras empresas que monitorizam de algum modo a net, também].
Isso explica o apetite que pelas suas bases de dados têm alguns
[todos?]
regimes como o chinês ou o estadounidense, explica os conhecidos compromissos entre esses motores de busca e os referidos regimes
[e permite-nos adivinhar outros não conhecidos].
E começam a aparecer "teóricos" a defender explicitamente a conveniência, a necessidade e até mesmo a urgência do controlo dos dados que essas empresas possuem. As razões invocadas podem ser várias
[encontrar razões para o que quer que seja não é a mais difícil das tarefas humanas],
até as que, incrivelmente, entroncam na defesa da liberdade
[o que me parece uma enorme treta. Mas de tretas está este mundo cheio: basta ver as razões com que se justificam acontecimentos como a invasão do Iraque]
A propósito, sugiro a leitura de Google fiscalizado pelos governos?, do brasileiro estadão.

escrito por ai.valhamedeus

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IRAQUE: A RESISTÊNCIA TEM LÍDER

zzat Ibrahim AddouriPela primeira vez desde a invasão do Iraque pelos EUA apareceu em cena Izzat Ibrahim Addouri, o vice-presidente do defunto presidente do Iraque Saddam Hussein, apesar da recompensa de dez milhões de dólares prometida pela sua cabeça pelos estadounidenses. Em entrevista traçou a estratégia e a táctica da resistência iraquina
[o resto da notícia, em espanhol, AQUI].
escrito por ai.valhamedeus

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LÓGICA DA CONTRADIÇÃO

Durante toda esta semana H Clinton e O Obama andaram metidos em todos os bairros de Porto Rico
[incluindo alguns de muito má reputação].
Buscavam votos. Votos para a as primárias do Partido Democrata dos Estados Unidos de América. Cada um deles espera ser o ungido, eleito para disputar com o republicano a ocupação da Casa Branca.

Até aqui tudo normal e nada que se pareça a um gancho noticioso. Mas... a normalidade esconde uma grande anormalidade.

Porto Rico é uma colónia dos Estados Unidos desde 1898. Desde a década dos 50 tem o privilégio de poder escolher o seu próprio governo local. Ou seja, os governadores já não são nomeados por Washington. Desta maneira, cada 4 anos há um simulacro de democracia em Porto Rico: três partidos disputam entre si quem governará a colónia. Até agora dois dos três partidos têm feito o alterne do poder.

Cada 4 anos, no mesmo dia em que Porto Rico elege o seu governador, os Estados Unidos elegem o Presidente. O Presidente que exercerá o poder sobre Porto Rico. Mas...
[ó meus queridos deuses do Olimpo]
nenhum habitante de Porto Rico votou pelos candidatos a presidente. Isto é, ou seja, quer dizer, o indivíduo que vai mandar, que vai decidir sobre a vida dos habitantes de Porto Rico, não recebeu um só voto desses habitantes. Ou seja, nenhum habitante de Porto Rico lhe deu mandato algum.

Em conclusão
[para os mais distraídos]
os habitantes da colónia de Porto Rico não podem votar pelo Presidente da metrópole que os governa.
[Viva a democracia portuguesa que permitia que os moçambicanos, angolanos et al. votassem pelo Américo Tomás].
Mas a anedota começa aqui: durante duas semanas, Clinton e Obama andaram por aqui como se fossem a disputar a governação de Porto Rico. Prometeram o que tinham e o que não tinham.
[Magnânimos.]
Prometeram resolver todos os problemas da colónia.
[Magos.]
Hoje foram as eleições. Clinton contra Obama. Pela governação? NÃO. Pela candidatura democrata à presidência dos Estados Unidos de América.

Ganhou a senhora Clinton folgadamente. Mas, que ganhou ela? NADA. Esta vitória não adianta absolutamente nada porque Obama mantém o maior número de delegados. Mas pode ser ela a candidata
[independentemente desta vitória em Porto Rico, porque a decisão final está nas mãos dos super delegados que ninguém elegeu].
Estou convencido que a senhora Clinton será a candidata, mas o ridículo da situação é que em Porto Rico se gastaram hoje 3 milhões de dólares numa eleição para encontrar um candidato
[ou candidata]
que logo participará numas eleições em que nenhum habitante de Porto Rico poderá votar.
[Que viva a democracia do país que se vende como o melhor exemplo da dita!].
escrito por José Alberto, Porto Rico

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A IDADE DE FERREIRA LEITE

Desde Pulido Valente a outros ilustres analistas da vida política portuguesa, todos têm enfatizado o facto de Ferreira Leite ter 67 anos
(nasceu em Dezembro de 1940)
e de, se ganhasse as eleições, ir a primeira-ministra de Portugal
(como gostava de dizer Santana Lopes)
com 70 anos. Argumento de vulto e demolidor.

John MacCaine nasceu em 1936, tem 72 anos e é candidato a Presidente dos Estados Unidos
(e, tudo indica, vai ganhar).
É óbvio, e quase intuitivo, que um indivíduo, a governar Portugal com setenta anos, é velho. Mas para presidir aos Estados Unidos com 73, é novo ou em bom estado
(com diria um vendedor de automóveis em segunda mão).
Governar um país como Portugal é muito mais difícil e árduo do que governar os Estados Unidos. Será porque aqui está tudo por fazer e lá está quase tudo feito?

escrito por Carlos M. E. Lopes

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OS DONOS DO MUNDO

É certo que, se não fosse coisa séria pelas consequências, seria risível um regime que, quase um mês após umas eleições, não publica os resultados das mesmas. Como é o caso do Zimbabwe.

Nada que os EUA não resolvam com a maior das facilidades: como é do conhecimento público, Bush tem peritos em (re)contagens de votos

[e na descoberta de realidades que mais ninguém vê, como algumas armas de destruição maciça]
e por isso não surpreende a notícia:
Os Estados Unidos declararam ontem que o líder da oposição zimbabwiana, Morgan Tsvangirai, é o vencedor claro das eleições presidenciais de 29 de Março, sem que os resultados oficiais sejam conhecidos.
E, se os EUA declararam, está declarado.

escrito por ai.valhamedeus

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rapinados 2. OLHA QUE 2!...

[foto e título rapinados ao Público]

Encontro... para o papa das guerras abençoar a pedofilia dos clérigos da religião que apregoa "deixai vir a mim as criancinhas"? ou para o papa das cavernas abençoar os iraquianos que todos os dias continuam a pagar com a vida o preço de uma liberdade que se chama petróleo?

escrito por ai.valhamedeus

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MORTE AO TERRORISMO DE ESTADO!

Contra a pena de morteSegundo a Amnistia Internacional, o Estado governado pelo Partido Comunista Chinês é campeão na execução de penas de morte. Não interessa se, no ano passado, foram as 470 certas ou as hipotéticas mais de 8000: se isto é socialismo/comunismo, puta que pariu tal socialismo/comunismo em vez de o ter abortado

[digo eu, que continuo a ser defensor do socialismo/comunismo -- de outro...].
Os EUA acompanham a China. São ambos responsáveis por quase 90% das execuções de penas de morte.

Morte à pena de morte, onde quer que seja!
[o que é que pode justificar a morte provocada, ainda que seja pelo Estado?]
escrito por ai.valhamedeus

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DIZCIONÁRIO [63 hipocrisia]

11 de Setembro no Iraque é todos os dias
Cito, do JN, sem qualquer comentário para além do que a imagem
[a ilustração é escolha minha]
possa fazer:
O presidente dos Estados Unidos da América (EUA) ficou triste com a notícia de que o número de militares norte-americanos mortos no Iraque subiu para quatro mil, informou ontem a porta-voz da Casa Branca, Dana Perino.

Comentando a fasquia dos quatro mil atingida com a morte de quatro soldados na explosão de uma bomba em Bagdade no domingo, a porta-voz disse que "o presidente está naturalmente triste, nesta altura, mas chora cada uma das vidas perdidas, desde a primeira", e acrescentou que George W. Bush "pensa diariamente naqueles que perderam a vida no campo de batalha".

Sublinhou, no entanto, que os ganhos em matéria de segurança têm um papel importante na estabilização do Iraque e que Bush "está extremamente orgulhoso do corajoso e honroso serviço prestado pelos militares norte-americanos e pelos civis que estão a ajudar a reconstruir o Iraque e a estabelecer a democracia". Cinco anos depois da invasão, Bush insiste que a luta contra os extremistas no Iraque vai diminuir as probabilidades de os EUA voltarem a ser atacados.
escrito por ai.valhamedeus

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PAÍS BASCO INDEPENDENTE

EUA reconhecem independência do KosovoFontes geralmente bem informadas e que pediram anonimato garantiram ao Ai Jesus! que o próximo reconhecimento oficial dos EUA será o da independência do País Basco. Temos até provas de que foram já encetadas negociações secretas, nesse sentido, entre altos dirigentes da ETA e altos emissários de Bush.

escrito por ai.valhamedeus

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SEXO E RAÇA

O sexo e a raça dos dois principais candidatos do Partido Democrático dos Estados Unidos da América do Norte têm sido tema generalizado neste caminho para a Casa Branca.

«As minorias estão cada vez mais perto do poder»; «pela primeira vez na história, pode chegar à presidência um negro ou uma mulher».

Estas duas «novidades»

[propaladas num tom de quem tem a certeza de que isso vai ser uma maravilha para «as minorias»]
são o reflexo de um par de confusões metidas a martelo na cabeça do povinho pelos alfaiates do «politicamente correcto».

Vejamos.

Deixemos a confusão criada na primeira afirmação, porque as mulheres só são minoria nos centros de poder. No resto são maioria.

A segunda questão é muito mais interessante. Na discussão de sexo
[género, dirá Hilary, levando a pensar que o sexo de uma panela é igual ao seu, porque são ambas do mesmo género]
e raça, a senhora Clinton tem uma vantagem à partida: ninguém põe em causa que ela seja uma mulher. Pelo facto de ser o resultado da relação de um homem e uma mulher, ninguém se atreveria a dizer que ela pode ser também um homem. Já o mesmo não passa com o seu adversário. É o resultado da relação de um negro e uma branca, mas este resultado é também claro e bem definido: o senhor Obama é negro. E ninguém se atreveria a dizer que também pode ser branco, mesmo que tenha sido criado pela família da mãe (branca) desde os dois anos de idade.
[E mesmo assim tão definidamente negro como o pintam, tem problemas com uma parte da «minoria» negra, porque... não é negro americano, pelo facto de não ter nascido no país.]
Por aí andam eles e elas a desviar a atenção do que realmente importa: a economia. Os candidatos parecem dois afogados a discutir o último filme que viram, em vez de buscarem a maneira de sair da água.

Como se a chegada à Casa Branca só por si fosse um amuleto ou a solução contra a discriminação! Como se a política do país mudasse só por isso ou desse vantagens automáticas às ditas minorias.
Não podem ver mais além do seu nariz: ali mesmo ao lado está a senhora Condoleeza Rice
[MULHER e NEGRA]
cheia de um poder que lhe dá o seu temperamento, o seu cargo e a proximidade do presidente Bush. Alguém pode fazer uma lista com uma só vantagem que tenha conseguido para as minorias em todos estes anos? Ou informar-nos que fez ela para melhorar as condições económicas e de segurança do seu povo?

escrito por José Alberto, Porto Rico

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UM BRINDE A NEW JERSEY

Pena de morteO Carlos Lopes já aqui argumentou contra a pena de morte como a morte-matada pelo Estado. Terrorismo de Estado.

Sou incondicionalmente contra a pena de morte. Por isso brindo ao fim da pena de morte no Estado estado-unidense de New Jersey. Prova-se assim que às vezes nos Estados Unidos chega alguma luz. Haja Deus!

escrito por ai.valhamedeus

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FRASE REAL

Um amigo, especialista em mexericos da realeza, apresentou-me o contexto da celebrada frase real «por que não te calas?».

Na sua versão, quando um tal Aznar era chefe do governo espanhol

[e aparecia em fotos ao lado de Bush]
começou a dizer em entrevistas e conferências de imprensa quem era bom e quem era mau, quem era democrata e quem era ditador. Entre outros, zurziu o presidente da Venezuela e chegou mesmo a insinuar que deveriam fazer-lhe certos trabalhinhos que o afastassem do seu posto, o que veio a acontecer uns tempos depois.

A situação começou a ficar preta para a Espanha quando se soube que algumas empresas espanholas e a embaixada da Espanha em Caracas meteram o bedelho no golpe de estado contra Chávez alentados pelas declarações do Sr. Aznar.

Assustado com as possíveis consequências, o Rei chamou então a capítulo o seu súbdito Aznar e disse-lhe, espetando-lhe o seu real dedo na zona do coração: «Por que no te callas?»
[chegaram as eleições e Aznar calou-se].
No Chile, o Rei estava sentado cómoda e aborrecidamente ao lado de Zapatero. Ao segundo discurso já ressonava discretamente
[noblesse oblige].
De repente o seu cérebro foi impactado pelo nome de Aznar. Chávez dizia que esse tipo era um fascista, Zapatero retrucava que era um honrado ex-chefe de governo.

No meio da sua real sonolência abriu os olhos, espetou o seu real dedo no ar e gritou com raiva: «por que não te calas?».

Diz a fonte que quando Sua Majestade percebeu que não era Aznar mas sim Chávez quem estava na ponta do seu real dedo... abandonou a sala muito corado.

Fim.

A propósito da Venezuela, hoje há referendo.

Durante a campanha houve uma séria acusação de que a CIA e a embaixada USA em Caracas estavam a apoiar de várias maneiras a campanha do NÃO.

Veio-me à memória uma velha adivinha:

Por que é que nos Estados Unidos nunca houve nem haverá um golpe de estado?
Resposta: porque em Washington não há embaixada dos Estados Unidos.

escrito por José Alberto, Porto Rico

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AJUDA MILITAR

Vá lá um homem entender a carta que saiu hoje num jornal local: soldados do exército mais poderoso e rico do mundo, destacados no Iraque, mendigando artigos de primeira necesidade.

[clique na imagem ampliar e ler]soldados destacados no Iraque mendigam artigos de primeira necessidade
Um segundo "caso": um artigo que me pareceu muito interessante. Também do jornal de hoje. "O pranto do nosso comandante" comenta a muita surpresa que causou Bush ao confessar que chora muito sobre o ombro de Deus. Sintoma da "missão divina" de que o comandante está incumbido.

[clique na imagem ampliar e ler]
Bush chora muito sobre o ombro de Deusescrito por José Alberto, Porto Rico

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AINDA A GUERRA (2)

O José Alberto já aqui deu a notícia, mas reli-a, ontem, noutro sítio:

Há mais baixas de veteranos do Iraque e do Afeganistão nos EUA do que no Iraque e no Afeganistão: suicidaram-se ao regressar. É uma investigação CBS News, segundo a qual em 2005, em 45 dos 50 estados da União, se suicidaram 6256 efectivos que tinham participado nessas guerras. Uma média de 120 por semana, sete cada dia, em apenas um ano, quase o dobro dos caídos em mais de quatro de conflito. Padeciam do que hoje se chama “desordens por stress pós-traumático” (PTSD, em sigla inglesa), uma generalidade que oculta muitas coisas: horrores do combate, crimes cometidos ou vistos cometer, desilusões de “a liberdade e a democracia” que iam levar a esses países, angústias, pesadelo, remorsos e muitas outras coisas. São números assustadores: cada unidade do total corresponde sobretudo a um jovem.
escrito por ai.valhamedeus

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MENOS SEGUROS E MENOS LIVRES

Less freeHá quatro anos

[depois de devidamente analisados os acontecimentos do fatídico 11 de Setembro]
o governo dos Estados Unidos da América
[«para defender a nossa liberdade e as nossas vidas»]
declarou a guerra ao terrorismo e, para isso, tomou medidas exemplares e radicais: invadiu dois países, limitou seriamente liberdades individuais, prendeu centenas de pessoas, deportou outras centenas, fez perder milhões de dólares às companhias aéreas e milhares de horas aos utentes dos aviões a quem mandou descalçar nos aeroportos e confiscar até os corta-unhas.

Neste preciso momento ninguém se sente mais seguro nem mais livre. Para o provar, dois professores estado-unidenses acabam de publicar um livro onde põem o preto no branco
[ David Cole e Jules Lobel, Less Safe, Less Free, Why America Is Losing the War on Terror, 2007].
A voo de pássaro
[só para abrir o apetite à leitura do livro]
Deixo alguns números incluídos no livro:
Em 2001 houve 1732 ataques terroristas no mundo; no ano passado foram 6659. Até Julho de 2003 houve 16 ataques de guerrilha no Iraque; entre Maio e Julho de 2007 houve 161.
Das 262 pessoas que em 2006 o Departamento de Justiça acusou de terrorismo ou de vínculos com terroristas, só 2 foram foram encontrados culpados.
Dos mais de 5000 estrangeiros detidos em território estado-unidense, entre 2001 e 2003, nenhum foi condenado.
Dos mais de 80.000 estrangeiros obrigados a registar-se porque considerados suspeitos, nem um só foi condenado por terrorismo.
Não puderam provar nada aos mais de 500 deportados por suspeitas de estarem relacionados com o 11 de Setembro.
Não se julgou ainda nenhum dos 775 detidos em Guantânamo, nem se provou delito algum contra eles.
Desde o 11 de Setembro até agora não se detectou uma só célula de Al Qaeda em território estado-unidense.
Em quatro anos o orçamento aprovado para a guerra do Iraque atingiu os 413 biliões de dólares e 236 biliões para a segurança interna.
Até ao dia 16 de novembro já tinham morrido 3.867 soldados estado-unidenses.
Em conclusão, e contrário ao anunciado e pretendido, o mundo está hoje muito mais inseguro e os estado-unidenses são cada dia menos livres.

escrito por José Alberto, Porto Rico

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