Les "minarets suisses" attisent le débat sur l'identité française
Ce que pensent les musulmans de France
Où va l'Islam
El Islam de ayer a hoy
escrito por ai.valhamedeus
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[descarregue, em pdf, o programa completo]:Temos boas notícias: este é ano de Festival Islâmico em Mértola. A partir de quinta-feira e até domingo, as vielas da vila alentejana vão transformar-se num imenso "souk", haverá odaliscas e música em cada canto.
Mas do que se trata, afinal? De uma versão "arabizada" das feiras medievais que pululam um pouco por todas as urbes onde haja um castelo a servir de cenário? Pelo contrário. A ideia não é fazer uma reconstituição histórica da Mirtolah muçulmana do século VIII, mas sim dar a conhecer o século XXI tal como ele é vivido a sul do Mediterrâneo, revivendo o espírito cultural do Garb Al-Andalus - época áurea da povoação que chegou a capital de um reino taifa.
Tal como numa medina típica, linguarejares estranhos misturam-se com os sons do trabalho artesanal ao vivo, com os alentejanos dos montes circundantes a mostrarem-nos com quantos pontos se cozem umas botas e a destreza necessária para manejar um tear. Como há muito aprenderam que o caminho para o futuro de Mértola passa por cultivar o passado, jovens artistas do concelho mostram também o seu trabalho: joalharia contemporânea inspirada em peças islâmicas, réplicas em barro dos candis muçulmanos e lucernas romanas encontradas durante trinta anos de escavações arqueológicas, olaria pintada com técnicas antigas. Tudo isto acontece a partir das dez horas da manhã, prolongando-se por doze horas consecutivas. Porém, o evento que agora comemora o seu décimo aniversário não se esgota no mercado de rua, por mais animado que este seja com a passagem constante de tocadores de flautas e alaúdes, malabaristas e cuspidores de fogo. As actividades agendadas são múltiplas e pensadas para todas as idades. Os "contos do souk", narrados dentro de uma tenda instalada junto ao castelo; as oficinas de danças orientais, onde aprendemos a menearmo-nos com a sensualidade de odaliscas; o teatro ao fim da tarde; os lançamentos de livros e conferências; as exposições de fotografia e ourivesaria; os jogos tradicionais ou os passeios de barco no Guadiana são acontecimentos de entrada livre ou custo reduzido de que toda a família pode desfrutar.
A noite traz consigo espectáculos de dança e concertos verdadeiramente cosmopolitas, com actuações de grupos vindos da Turquia, Sudão, Síria, Argélia, Egipto e Marrocos, bem como de França e de Itália. Para não nos esquecermos que, afinal, não é no meio do deserto mas na planície que nos encontramos, o festival encerra com a actuação de grupos corais alentejanos.
De mesquita a igreja
Um convento divertido(doutrina do Islão baseada nas palavras e acções do Profeta que a tradição ("sunnah") cristalizou)preconiza um sistema parcialmente discriminatório, em que, para espanto e confusão de muitos e de muitas, o discriminado é o homem: a mulher de muçulmano pode praticar qualquer religião, o marido de muçulmana deve converter-se ao Islão.
(Maria a Copta),uma belíssima escrava cristã egípcia que libertou e que o governador do então Egipto lhe mandara como presente
(diga-se de passagem que eram tempo em que ainda se sabia obsequiar com generosidade).
("Mães dos Crentes"),
[estamos a falar de uma superfície superior a metade de França]pertence a estrangeiros. O maior proprietário de terrenos é um grupo familiar italiano e multinacional da moda. Esse mesmo: os Benetton, que se dedicam também à reflorestação com uma grande variedade de árvores, cuja madeira é utilizada para o fabrico de móveis.
Michelle Brito é portuguesa. Li na imprensa que é também boa tenista.
Comprei há tempos, com o jornal espanhol El País, o 1º número de uma colecção de cds com algumas óperas. Uns dias depois, vi a mesma colecção vendida com o português Diário de Notícias. Vejo-a agora a acompanhar o francês Le Monde.[com preços especiais para os assinantes].
[afinal, não é a tradição que justifica os touros de morte em Barrancos?]
Na Arábia Saudita, um toxicodependente foi condenado, em alternativa à pena de prisão, a decorar o Corão em seis meses.
Seria bom ver isto aplicado em Portugal, adaptado, claro. Já viram textos a decorar? A tese de doutoramento de Ramalho Eanes
(pena máxima),o programa do governo, os discursos de Sócrates, as intervenções de Cavaco, etc e tal?