TRUMP(A)

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MOÇAMBICANDO

A exposição fotográfica já esteve em Viseu. Estará em Trancoso, de 10 a 27 de Setembro. A não perder.

escrito por ai.valhamedeus

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SE A MODA PEGA...

Mais um vídeo enviado por uma ex-aluna.

Esta entrada supera a entrada dos participantes, éramos uns 40, ontem na Noite Branca de Loulé. Por falta de espaço. Porém a aceitação e entusiasmo do público foi grande, tal como das televisões presentes, que hoje a exibiram nos respectivos jornais.

Houve até 3 inglesas tão entusiasmadas que nos seguiram aos 3 locais diferentes onde lhe dissemos que iríamos repetir, pois elas só diziam: we want more. E, sorridentes, afirmavam num português audível, e perceptível: viemos!

E nós também, para o ano!
Melhor entrada de casamento de sempre

Vejam o outro video também. Fantástico.

[Com som bem alto]



--
Carla Cássio (ESCG 197)
escrito por Gabriela Correia, Faro

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SHALL WE DANCE?

Uma ex-aluna, que por acaso(?) seguiu as pegadas da professora, enviou-me este mail que abaixo segue. Fica o desafio aos que são "danados para a brincadeira", àqueles a quem lhes puxa o pé para a dança e até para os (auto)-designados "pé-de-chumbo". Quiçá, mostraremos ainda mais leveza e elegância do que a dos dançarinos dos vídeos.
Shall We Dance?

Olá a todos!!!!!

Antes de mais, gostaria de agradecer a todos a disponibilidade para entrar nesta MEGA aventura!!!! Só esta rede de contactos que se foi criando, é que nos permitiu entrar nesta aventura! Bem hajam!

A ideia é criarmos um ambiente dançante como os links que vos envio abaixo: serão cerca de 40 voluntários, pessoas normais e de diferentes idades, algumas que normalmente dançam e outras não, mais 10 bailarinos, para fazermos 3 apresentações em diferentes lugares durante a Noite Branca.

Links:
http://www.youtube.com/watch?v=VQ3d3KigPQM


Central Station Antwerp - Sound of Music.

Como se torna quase impossível juntar toda a gente noutro dia, resolvemos fazer apenas um ensaio conjunto no salão de Festas de Loulé (junto ao estádio municipal - eu não sei onde é!!!!): dia 29 de Agosto, das 10h30 às 13h.... e a partir das 15h. A partir das 19h teremos um catering no local de ensaio, o que dá para convivermos e reunirmo-nos como um grupo. Será também a única forma de vos compensar pela vossa disponibilidade!

Se conseguirem arranjar mais pessoas, agradecemos... pessoas divertidas, com sentido de ritmo e de diferentes idades e estilos! Crianças e seniores são muito bem vindos!

A roupa a utilizar no dia é Branca... mas a vossa roupa normal, pois a intenção é sermos nós... e de repente, sem aviso começarmos a dançar! Quando a música termina, voltamos para os nossos lugares, como se não nos conhecêssemos!!!

Fico à espera de confirmação por parte de todos... para os ensaios e das pessoas que conseguem arranjar!

Bjs mt grandes... cheios de energia soalheira!!!

jana
escrito por Gabriela Correia, Faro

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ANDANÇAS 2009


O Andanças vai acontecer, este ano, entre 3 e 9 de Agosto. Mas, no domingo, já a agitação costuma ser enooooorme.

Andanças
Concentra vários países para invadir a província. Já o disse a propósito de edições anteriores: o Andanças é de outro mundo. É só ver, quem nunca lá esteve, como se organiza a programação ou analisar a grelha provisória do programa 2009.


escrito por ai.valhamedeus

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DOCE TORMENTO

Não perdi o espectáculo de ontem do Cantar Lontano

[belíssimo. Encantou-me especialmente a voz -- e a figura -- da soprano Roberta Mameli].
O nome
[Si Dolce è il tormento]
foi inspirado num dos temas interpretados, um dos 2 de Monteverdi que faziam parte do programa
[o outro, o encantador madrigal Bel Pastor, foi repetido, para (cor)responder às palmas dos presentes].
Aqui ficam 2 interpretações, ambas de mestres: uma, de acordo com o original;



e outra, um "arranjo" jazzístico:



escrito por ai.valhamedeus

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destaques [45] GABRIEL MARTÍNEZ

Gabriel MartínezExposição temática de Gabriel Martínez. Até 20 de Setembro. É em Nice, mas é possível
[e vale a pena, como se vê pelas amostras]
admirar miniaturas das obras aqui.

Gabriel Martínez
escrito por ai.valhamedeus

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aconselho 4. VIAGEM MEDIEVAL

Viagem medieval Santa Maria da Feira

As feiras medievais estão na berra. Mas a Viagem Medieval em Terra de Santa Maria
[em Santa Maria da Feira]
é muito mais do que uma vulgar feira
[é considerado o maior evento medieval a nível nacional];
é uma iniciativa que invade todo o espaço de Santa Maria da Feira, constituindo
(diz o sítio da Câmara Municipal e confirmo-o eu, ainda que só tenha por lá andado uma vez)
[uma] viagem ao passado [que] permite que Santa Maria da Feira reviva, durante dez longos dias, grandes momentos de lazer, preenchidas pelo bulício dos mercadores, dos artesãos e das regateiras da feira, pelo labor dos artífices, pela arrogância dos cavaleiros que mostram a sua audácia em intensos combates, disputados em justas e torneiros, pela alegoria de personagens que vagueiam, pelo espírito de alegria que invade todo o burgo com sons e fantasias musicais que deslumbram e encantam todos aqueles que nela participam e visitam.
No seu sítio da web, apresenta-se a Viagem com os elementos necessários para conhecer a mesma e convencer da necessidade de uma visita. E tomar contacto com o programa deste ano
[de 30 de Julho a 9 de Agosto].
escrito por ai.valhamedeus

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aconselho 3. CANTAR LONTANO

Cantar LontanoO 35º Festival Internacional de Música de Espinho está no fim -- e eu perdi-o todo, até agora
[e perdi coisas de monta, como se pode ver pelo programa].
Pode ser que não perca, hoje
[às 22 horas, no Auditório de Espinho]
o espectáculo Si’ dolce è il tormento, do Cantar Lontano
[Roberta Mameli, soprano; Gian Paolo Fagotto, tenor; Simone Vallerotonda, teorba e guitarra barroca; Marco Mencoboni, cravo e direcção musical].
Bilhete normal: 7 euros
Preço reduzido: maiores de 65 e menores 25 anos: 5 euros
"Música antiga por um dos seus melhores intérpretes: o grupo Cantar Lontano. Largamente aplaudido pela crítica desde a sua fundação, é a primeira vez que se apresenta no FIME que se abre, deste modo, à música do século XVI, num ambiente de cores, emoções, ambientes, sentimentos… através de um repertório de rara beleza".


escrito por ai.valhamedeus

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CONCENTRAÇÕES E OUTRAS FITAS

Vai a gente de espácio, adentrando-se na manhã, seguindo os sons de outros tempos, ali ao nosso dispor sem mexermos um dedo que seja, os tocadores é que mexem os dedos necessários, e, num repente, desembocamos no largo pejado de veículos motorizados. E já ficou a música para trás, numa competição assaz desigual. Tanto em potência de decibéis, como de actualidade.

O largo está pejado de veículos de duas pujantes rodas, de escapes barulhentos e ensurdecedores, de motards vestidos para circular e para beber toda a cerveja disponível, quiçá a não disponível (atingiram todos os records na ânsia de apagar a sede, segundo um tablóide que dá notícias importantes) e para zarparem a outras geografias, amanhã da parte da manhã.

Pois é! É a maior concentração de motas da Europa, como apregoam orgulhosos os mentores e fautores desta concentração: de ruído, de fumos de escape, de cabedal, de cabelos ao vento, e de outras coisas que não nomeio, mas deixo à imaginação de cada um.

Vêm de todas as latitudes como se sabe, para animar a urbe e deixar mais uns cobres nas caixas registadoras, depauperadas pela crise. E o acordo de Quioto que se dane. Who cares? Perante tal animação e vida! Pois se até um dos cartazes de propaganda eleitoral elegeu a palavra Vida como palavra-chave, a sublinhado!

Se é este tipo de vida que querem para a cidade, eu não alinho. Prefiro outras vidas e outras fitas.
Por exemplo, as 4 fitas asiáticas que o Teatro das Figuras passou no Pequeno Auditório. Pequeno em tudo: nas cadeiras desconfortáveis, no ar condicionado que, de tão pequeno, nem existia. Deixá-lo! Valeu a pena. De 3ª a 6ª Feira últimas deliciámo-nos com Akira Kurosawa e “Os Sonhos”. Filme belíssimo, com a estética a servir a mensagem, ou vice-versa; Takeshi Kitano e o seu “Dolls”. Muito belo também, e original, não no tema: a procura do amor eterno, mas na abordagem; Wong Kar Wai e o seu “2046” que revi quase só pelo prazer de escutar a banda sonora, que até possuo em CD. Trata da tentativa de recuperação de memórias perdidas. Mesmo sendo logo avisado o espectador de que “toda a memória é um rastro de lágrimas”. Não podia ser mais verdadeira a afirmação. De regresso a casa dei comigo a rememorar o passado e desatei num pranto, que, se estivesse morena da praia, seria “O Pranto da Maria Parda”.

Last but not least, Lee Myung-se, da Coreia do Sul e o seu “Duelo Sem Fim”. Um filme sobre detectives e artes marciais. Porém, é tudo menos um filme sobre o que atrás ficou dito. É uma bela coreografia do princípio ao fim, em que os dançarinos (ou lutadores) têm espadas e lutam, ou dançam, ao luar e com a neve a cair como pano de fundo. Uma banda sonora e uma fotografia belíssimas.

E foi assim que esqueci os cavaleiros do asfalto e as suas máquinas ruidosas.

[Faro, 18 de Julho de 2009]

escrito por Gabriela Correia, Faro

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MIA COUTO EM VISEU

Apresentação da última obra de Mia Couto (Jesusalém), com a presença do autor.

Hoje, 15 . Julho - 21.00 H.

Viseu – Salão da Assembleia Municipal (perto da PSP).

Iniciativa do SPRC.FENPROF

JERUSALÉM

"Profundamente abalado pela morte da mulher, Dordalma, aquela que era "um bocadinho mulata" –, Silvestre Vitalício afasta-se da cidade e do mundo. Com os dois filhos – Mwanito e Ntunzi –, mais o criado ex-militar Zacarias Kalash, faz-se transportar pelo cunhado Aproximado para o lugar mais remoto e inalcançável.

Aí, numa velha coutada de caça em ruínas, funda o seu refúgio, a que dá o nome de Jesusalém, porque a vida é demasiado preciosa para ser esbanjada num mundo desencantado".

Assim começa este novo romance de Mia Couto. Mas apenas começa, porque a vida, e a imaginação do autor, quando se combinam, como é aqui o caso, produzem os efeitos mais inesperados e surpreendentes.

Jesusalém é seguramente a mais madura e mais conseguida obra de um escritor em plena posse das suas capacidades criativas. Aliando uma narrativa a um tempo complexa e aliciante ao seu estilo poético tão pessoal, Mia Couto confirma o lugar cimeiro de que goza nas literaturas de língua portuguesa.

A vida é demasiado preciosa para ser esbanjada num mundo desencantado, diz um dos protagonistas deste romance. A prosa mágica do escritor moçambicano ajuda, certamente, a reencantar este nosso mundo.
Mia Couto nasceu na Beira, Moçambique, em 1955. Foi jornalista. É professor, biólogo, escritor. Está traduzido em diversas línguas. Entre outros prémios e distinções (de que se destaca a nomeação, por um júri criado para o efeito pela Feira Internacional do Livro do Zimbabwe, de Terra Sonâmbula como um dos doze melhores livros africanos do século xx), foi galardoado, pelo conjunto da sua já vasta obra, com o Prémio Vergílio Ferreira 1999 e com o Prémio União Latina de Literaturas Românicas 2007. Ainda em 2007 Mia foi distinguido com o Prémio Passo Fundo Zaffari & Bourbon de Literatura pelo seu romance O Outro Pé da Sereia.

escrito por ai.valhamedeus

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LEIT(e)URAS [36] o moinho do rei

Moinho do Rei
No passado dia 4 do presente mês, foi apresentado, em Viseu, o romance histórico O Moinho do Rei de Fernando Augusto Resende (da Chiado Editora).

Na época da reconquista cristã da península os frades de várias ordens religiosas militares ajudam as populações construindo mosteiros onde ensinam artes e ofícios. Mas ajudam também o jovem rei Dom Afonso nas lutas por expulsar os mouros que se tinham instalado há séculos. Num pequeno vale bucólico localizado entre a serra do São Macário, a serra do Montemuro e o rio Pavia, a rotina de uma família de moleiros é abalada com a chegada súbita de um jovem muito maltratado que acolhem e ajudam a restabelecer-se. No alto da serra do Montemuro acoita-se um bando de salteadores de estrada e o abade do mosteiro dono daquelas terras prepara-se para ir com um punhado de gente ao encontro do rei Dom Afonso aquartelado em Coimbra, para marcharem sobre Lisboa mourisca já sitiada pelos cavaleiros cruzados.

Mas afinal quem é aquele jovem e que ligação tem ao bando de salteadores de estrada que vão ter um papel preponderante em toda a história?

escrito por ai.valhamedeus

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MOÇAMBICANDO

Exposição de fotografia - Moçambicando

Para o caso de não se ler: exposição de fotografia de Eduardo Araújo. Livraria Pretexto, Viseu. De 4 a 18 de Julho.

escrito por ai.valhamedeus

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ZOOM [44] - despidos contra a tourada

A organização de defesa dos direitos dos animais Equanimal realizou um protesto invulgar junto à praça de touros de Las Ventas, em Madrid, considerada a mais importante do mundo, pedindo a abolição das touradas - o segundo maior espectáculo em Espanha, só superado pelo futebol.
[Fonte: Reuters]



escrito por Adriana Santos

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DEBATE SOBRE EDUCAÇÃO

A CDU realiza um debate sobre questões e problemas no sector da Educação, amanhã, 16 de Maio (sábado), às 14.30 h, no novo Espaço Café da Livraria Pretexto, Rua Formosa – Viseu

Este debate conta com a participação de Jorge Pires, membro da Comissão Política do PCP.

Contacto: João Abreu – 91 9930018

A Comissão Coordenadora Distrital da CDU

escrito por ai.valhamedeus

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ÁGORA [5] eppur si muove

Com o título do título deste "post", alunos de uma turma da Escola Secundária Emídio Navarro de Viseu levaram, no passado dia 4 de Maio, ao Teatro Mirita Casimiro, da cidade, "aspectos da vida desse grande génio que foi Galileu". A iniciativa está integrada num projecto de Área de Projecto da turma, orientado pela professora Graça Martins, a que foi dado o nome genérico de Doze Graus Celsius e inclui várias iniciativas
[conferências/debates, concerto musical comentado,...]
destinadas à comunidade escolar. Baseada em "A vida de Galileu" de Brecht, Eppur si Muove foi integrada pela Câmara Municipal da cidade no Festival Teatro Jovem
[ainda que por ela publicitada com o título errado de Eppum si Muove].
A peça é rica em ideias com interesse para os alunos de Filosofia, particularmente os do 11º ano. Destaco estas, relativas à nova ciência Física, em construção nos tempos de Galileu:
  • a libertação (progressiva) do dogmatismo. Galileu aparece, desde o início, a proclamar que há muitas descobertas a fazer, o que exige uma abertura constante do espírito a novos conhecimentos;
  • a atenção da nova ciência dirige-se aos fenómenos observáveis e recusa a procura das "causas últimas"
    [remetendo-as para a religião].
    Quando a Galileu lhe é perguntado, insistentemente, onde fica Deus no seu Universo, ele responde que não sabe, porque... é cientista e não teólogo. Deste modo, defende a autonomia da ciência em relação à religião;
  • na nova ciência a observação e a hipótese têm um lugar privilegiado. O apelo constante de Galileu à observação através do telescópio contrasta com o pedido expresso
    [recorde-se a primeira cena em Florença]
    para que o cientista argumente racionalmente a favor das suas teorias -- um pedido recusado, obviamente. Recusa igualmente que se procure nos livros
    [na Bíblia e nos livros de Aristóteles]
    o saber que deve ser encontrado pelo cientista na natureza.

escrito por ai.valhamedeus

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CONCERTO SINFÓNICO-CORAL

Concerto sinfónico-coral em São Pedro do Sul

escrito por ai.valhamedeus

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A ESQUERDA E O 25 DE ABRIL

Arnaldo Matos e o 25 de Abrilescrito por ai.valhamedeus

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ÉPICA MENOR

Épica Menor é o último livro publicado pela editora Gente Singular.

Poemas de António José Ventura. Posfácio de Martim de Gouveia e Sousa.

Apresentação: 17 de Abril, 21.30h, Auditório da Escola Secundária Francisco Fernandes Lopes, em Olhão.

escrito por ai.valhamedeus

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OBRAS ESCOLHIDAS DE ÁLVARO CIUNHAL

Apresentação do 2º volume das Obras Escolhidas de Álvaro Cunhal. Hoje, em Viseu.

Obras escolhidas de Álvaro Cunhal Viseu[clique na imagem para ler melhor]

escrito por ai.valhamedeus

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MÚSICA PARA O FIM DE SEMANA - mendelssohn

No passado dia 3 deste mês, o compositor Mendelssohn completou 200 anos. Pretexto para recomendar a sua música neste fim de semana: o popularíssimo e encantador Concerto para violino em mi menor, opus 64
[num cd onde está acompanhado por outros concertos, para o mesmo instrumento, de outros compositores].
[Estão aqui: a 1ª parte e a 2ª parte]

Se não conhece a obra, deixe-se convencer de que se trata de algo irresistível, ouvindo o início do primeiro andamento
[e eu aproveito para matar saudades da única ocasião em que estive no espaço e no ambiente onde é interpretada: exactamente! os Proms!...]
sem qualquer "exposição orquestral de início; nem mesmo qualquer 'expectativa dramática'. Apenas compasso e meio de um 'preparar', com uma bonita instrumentação em que os contrabaixos tocam pizzicato e se ouvem serenas pancadas de tímbales; e o solista canta nas alturas, mal poisando na pauta ao longo de mais de vinte compassos" (Ralph HILL. O concerto. Lisboa: Ulisseia, [s.d.], p. 186).

Se gostou, ouça o final do concerto
[o terceiro andamento. Se não gostou, ouça-o também! ;-)],
na interpretação do grande mestre Itzhak Perlman e da Filarmónica de Nova Iorque, dirigidos pelo não menos brilhante David Zinman. Como foi desactivada a incorporação do vídeo, terá que ir ouvi-lo aqui
[mas vá, que vale a pena].
escrito por ai.valhamedeus

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