TRUMP(A)

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ANTI-PIRATARIA * 12. dossiê obama

[versão actualizada]

Que fique bem claro: no Ai Jesus!, somos todos contra a pirataria. A começar por mim, que aqui deixo a selecção de uma quantas publicações, em várias línguas, sobre a vitória de Obama

[ou os EUA de Obama].
Que fique bem claro que o objectivo é cultural: de divulgação. Deixo os links para descarga, mas apenas para o leitor verificar que vale a pena comprá-las.

Valeurs actuellesValeurs actuellesLe Nouvel ObservateurLe Nouvel Observateur
The ChallengeChallengeObama L'ExpressL'Express
Businessweek ObamaBusinessweekCourrier International ObamaCourrier International
Politis ObamaPolitisObama MarianneMarianne
Obama WSNewsWSNewsObama Le PointLe Point
Obama AudacityThe Audacity of HopeObama The EconomistThe Economist
Obama Der Spiegel

escrito por ai.valhamedeus

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ANTI-PIRATARIA * 11. mísia e teresa salgueiro

MísiaMísia
Mísia
Teresa Salgueiro
Quando se anda fora de Portugal, sabe bem ouvir falar português...

Anda-se pelo Avaxhome e, por norma, vêem-se coisas em estrangeiro
[sobretudo em inglês, pois claro].
Por isso a gente surpreende-se, se de repente aí topar, mais ou menos juntinhos, 4 cedês portugueses: 3 de Mísia e 1 de Teresa Salgueiro.

Não sei se as cantoras gostarão de saber da novidade. Poderão gostar. Teresa Salgueiro é certamente conhecida na estranja, por via dos Madredeus, cuja voz promoveu e foi promovida pelo grupo. Mas talvez Mísia o não seja tanto -- e esta poderá ser uma via de publicitação da fadista fora das sebes do jardim à beira-mar plantado.

Confesso o pecado de conhecer mal a obra das duas senhoras; não sei, portanto, se os discos em questão serão representativos. E os discos em questão são: de Teresa Salgueiro & Septeto de João Cristal, Você e Eu. De Mísia, Ritual, Paixões Diagonais, Tanto Menos Tanto Mais

E viva o fado!...

escrito por ai.valhamedeus

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ANTI-PIRATARIA * 10. música para o fim de semana

A History of Music

Nos bons velhinhos tempos do vinil, a Sassetti comercializou  uma antologia da música europeia, dos trovadores a Beethoven, em 8 volumes. Tenho apenas os 2 primeiros
(mais um volume escrito -- história da música e guia de audição),
com música da Idade Média e do Renascimento e música do século XVII. Conservo-os a ambos como objecto de estimação...

Há tempos, em andanças pelos reinos da pirataria, descobri uma outra antologia que me fez lembrar esta, ainda que abranja um período musical mais vasto: são 20 cds que fazem, sob responsabilidade da Harmonia Mundi, uma selecção de obras musicais desde a Antiguidade até ao presente
[o presente significa após 1945, com música de Varèse, Messiaen, Boulez, Ligeti, Cage, Crumb, Bernstein, Piazzolla, etc.].
A colecção agradou-me tanto que... procurei-a em discotecas. Encontrei apenas um volume e, quando perguntei pelos outros, foi-me dito que sim senhor se arranjavam mas demorava e tal e tinham que encomendar e tal... Face a tanta dificuldade, pequei: fui "sacando" alguns cds
[encontrei-os AQUI, com capas e booklets. Neste mesmo sítio há imagens de todas as capas da colecção].
Um dia destes, em passeata pela FNAC, fiquei deliciado: lá estava meia dúzia dos 20, a um preço tentador: 5,95€ cada um. Trouxe os seis, com vantagens sobre as versões piratas
[que foram parar ao lixo],
designadamente, a melhor qualidade do som e a beleza do objecto físico.

É assim que se combate a pirataria: oferecendo originais a preços irresistíveis.

escrito por ai.valhamedeus

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ANTI-PIRATARIA * 9. os direitos de autor

Um dos problemas em torno da pirataria é o da caducidade dos direitos de autor
[por quanto tempo se devem manter].
É um problema particularmente agudo no caso das publicações periódicas.

Seja o caso deste número de Le Nouvel Observateur, dedicado ao século XIX, o século de todos os possíveis.
Le Nouvel ObservateurA revista saiu a 20 de Dezembro do ano passado, digamos que já vendeu o que tinha a vender... digamos que já não será fácil encontrá-la. Ela está AQUI para descarregar. Pergunto eu: será um crime
[ou, digamos, um acto imoral]
descarregá-la? por quanto tempo?

escrito por ai.valhamedeus

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ANTI-PIRATARIA * 7. mariem hassan - deseos

Mariem Hassan - Deseos

O principal problema dos piratas é fazerem trabalho... ilegal. Se não fosse isso
[mas, se não fosse isso, não seriam piratas :-)],
prestariam um trabalho digno de reconhecimento colectivo. Por várias razões. Seja o caso da seguinte, através de um exemplo.

Interessado na música de Mariem Hassan, procurei algum disco dela em tudo o que era sítio nas minhas redondezas. O melhor que consegui foi na Fnac: encomendavam o Deseos
[o único, disseram-me, advertindo logo a seguir que, tratando-se de importação, demoraria algum tempo].
Compreende-se tamanha dificuldade, já que se trata de um disco de 2006?

Encontrei-o mais perto, para descarga
[apetecia ir lá buscá-lo, não era? mas não vá! encomende-o!].
escrito por ai.valhamedeus

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ANTI-PIRATARIA * 6. avaxhome de volta

AvaxHomeUma das características dos piratas é a sua persistência: a legalidade ataca num sítio e eles deslocam-se para outro. Somos tentados a dizer que são imortais, como os deuses.

(Mais) um exemplo: o AvaxHome
[se não sabe o que isso é, provavelmente está no bom caminho da salvação; quero dizer, não é pirata e, portanto, não convém que leia o texto onde o Ai Jesus! explica o que isso é].
Aparentemente, o AvaxHome, há uns mesitos, encontrou dificuldades em se manter aberto. Mas já reabriu. Num novo endereço. Por enquanto só como instrumento de pesquisa nas páginas anteriores.

escrito por ai.valhamedeus

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BALADAS DE COIMBRA DO ZECA

José Afonso Baladas de CoimbraPara recordar os velhinhos EP. Para ouvir o Zeca dos inícios

[1963].
Para matar saudades. Para...

Quatro canções
[duas de cada lado do EP],
pelo duas emblemáticas: Bairro Negro e Os Vampiros. Está tudo AQUI.

escrito por ai.valhamedeus [com um abraço para o Eduardo].

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AS NOVIDADES DO TARINGA

Só para os leitores menos atentos

[que ainda não toparam a novidade]:
o Ai Jesus! acrecentou mais um serviço: os últimos posts de Taringa
[não sabe o que é isso de Taringa? não tem importância: é só ler os comentários a este nosso texto].
Para já, fica logo depois do nosso cabeçalho. Um dia destes, há-de deslocar-se para a coluna da direita. Boas novidades
[é só clicar...].
escrito por ai.valhamedeus

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AVAXHOME DE VOLTA?

O AvaxHome tinha desaparecido do ar, que é como quem diz, da net. Começa de novo a dar sinais de vida. Para já, sinais débeis, sob a forma de AvaxHome & GFX Reloaded, através do endereço http://fit-media.ru/. Vamos ver no que isto dá...

escrito por ai.valhamedeus

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CONSULTÓRIO SENTIMENT[e]AL -6- avaxhome e acordo ortográfico

Esta secção do consultório sentiment(e)al tem estado um tanto abandonada, por falta de cartas à direcção do Ai Jesus!
[a última consulta tem quase 2 anos, data de 22/7/2006, tem uma bonita canção alusiva à guerra civil espanhola, vale a pena recordá-la: está AQUI].
Mas acabo de ter a felicidade de receber uma missiva com remetente brasileira.

Desta vez não dou qualquer conselho
[ou simples resposta desaconselhada],
porque receio empobrecer a riqueza do texto. Limito-me a esclarecer o seguinte:
  • a minha "declaração de amor ao Avaxhome" está AQUI;
  • o Avaxhome está de facto "fora do ar", infeliz e (in)explicavelmente.
Já agora, permito-me convidar os nossos visitantes a uma leitura atenta do que se segue e ao atrevimento do merecido comentário:
Encontrei o blog de vocês e vi a declaração de amor ao Avaxhome. Adoro este site também, mas como está fora do ar no momento, estou sofrendo uma espécie de síndrome de abstinência.

O dicionário vai ajudar muito minha irmã, que é linguista. Nós brasileiros estamos tão perplexos e confusos com este acordo! A palavra "recepção" por exemplo, quando pronunciada por um português é assustadora, pois soa como "recessão"! Outro problema é que os reis e a corte, que aqui chegaram, eram muito apegados a tudo o que era francês. Como consequência, se alguém do Rio de Janeiro pegar uma gripe, perde 50% da capacidade de falar (a maioria dos sons é nasal). Se tivermos que falar "facto" como vocês, os fonoaudiólogos daqui vão ficar ricos!

Onde se pode encontrar livros técnicos e científicos portugueses? Quero dizer, "à la Avaxhome", se é que me entendem. Como sou professora de engenharia eletrônica e da computação, gostaria de ver como são os livros daí.

Obrigada pela atenção. Um abraço,
Vania
escrito por ai.valhamedeus

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MAGRITTE, TODA A OBRA

René MagritteA Internet tem destas façanhas: há meninos que se dedicam a coisas do género de reunir, num ficheiro pdf, toda a obra de René Magritte
(103 quadros)
e pô-la AQUI, para quem a quiser ir buscar.

Agora eu pergunto: acham isto bem? Ai Jesus!, que até me treme todo o corpo e mesmo a alma, quando encontro estas piratarias!... Valha-me Deus!

escrito por ai.valhamedeus

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O NOVO DISCO DE MADONNA E A PIRATARIA

Madonna Hard Candy

Madonna acaba de lançar o seu novo álbum. À semelhança de outros álbuns de outros artistas, Hard Candy

[ou, em português, como já vi traduzido, Doce Duro]

No entanto, já os piratas trataram de o colocar à disposição

[para que se não pense que estou a mentir: está todinho aqui, por exemplo].
É por iniciativas imorais como estas que os piratas levam as editoras discográficas à falência e Madonna, à pobreza. Valha-me Deus! Isto assim não pode ser!... Acabamos todos por ficar prejudicados
[sim, sim, o leitor, também. E eu!... Como, não sei, mas ficamos].
escrito por ai.valhamedeus

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LADRÃO DE CARTÕES

Abrupto, ladrão de cartões?
Email amigo deu-me o primeiro alerta: o Kaspersky estava a avisar que o Ai Jesus! tinha entrado na arte do phishing

[a moderníssima técnica de adquirir, de forma fraudulenta, informação confidencial: passwords, cartões de crédito ou outra informação bancária...].
Verifiquei que o meu Kaspersky confirmava que sim. Dei umas voltas pela Internet e constatei que havia muita gente a queixar-se do mesmo: aparentemente, todos os bloguistas com blogue blogger. Estava claro que a tramóia não atingia só o Ai Jesus!
[como a imagem documenta, com o exemplo do conhecido Abrupto],
mas ficava-me a dúvida sobre se seria... excesso de zelo do Kaspersky ou efectiva dinamitação do império Google
[com meritória eficácia da Kaspersky Lab].
Umas valentes horas depois, inclino-me para a primeira hipótese: a última actualização das definições do antivírus sossegou as angústias dos bloggers. Mas fica uma terceira hipótese: a de se ter tratado de uma campanha de marketing. Pura, mas possível, hipótese.

escrito por ai.valhamedeus

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DE NOVO A PIRATARIA

Já aqui tenho referido exemplos de proporção directa entre a pirataria e as vendas. O caso típico é seguramente a Microsoft: nunca houve produtos tão pirateados, mas isso não impede Bill Gates de vencer os recordes de riqueza mundiais, há uma série de anos.

Tropa de elite” é título de um recente filme brasileiro. Tem merecido atenção especial dos combatentes anti-pirataria

(incluindo o sector governamental)
pelo ineditismo da pirataria de que foi alvo: pela primeira vez, no Brasil, começaram a vender-se cópias piratas em várias cidades, simultaneamente, antes mesmo que o filme tivesse sido estreado.

Mas as atenções concentram-se agora noutra constatação: “Tropa de elite” é já o maior êxito de bilheteira
(com 2,1 milhões de espectadores)
e o filme mais rentável de 2007.

Poderá alguém argumentar que, se é assim apesar da concorrência dos piratas, maior seria a rentabilidade sem a pirataria. Mas esta tese está por demonstrar. Está por demonstrar que a pirataria não funcionou como factor de publicidade. Inclino-me para pensar que funcionou.
escrito por ai.valhamedeus

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na rede [7] AVAXHOME E A PIRATARIA

aqui escrevi, mais do que uma vez, algo do que penso sobre a chamada pirataria. Hoje divulgo um sítio que é um índice imenso de milhares

[não é erro: são mesmo milhares]
de ficheiros
(na sua esmagadora maioria, "pirateados"):
discos inteiros, revistas, jornais, livros...

O AvaxHome permite, por exemplo, conhecer alguma música que de outro modo nos passaria ao lado: porque, entre outras razões, a não encontramos nos circuitos comerciais e de divulgação "normais"
[também se encontra a dos "circuitos normais"].
É forçoso que quem descarrega os discos e os ouve, é forçoso que os não compre?

O AvaxHome permite ler algumas publicações
[organizadas por línguas da publicação].
Não se faz o mesmo nas bibliotecas que disponibilizam jornais e revistas diversos? ou nos cafés onde se pode ler o jornal enquanto se toma a bica? trata-se, nestes casos, de pirataria?

Para ser mais rigoroso... o AvaxHome não permite nada disso, porque é apenas um índice: indica o caminho para chegar aos ficheiros. Na realidade, os ficheiros estão armazenados noutros discos. E, quando a gente se demora por lá, cedo se descobrem outros negócios... pagos.

escrito por ai.valhamedeus

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PIRATARIA?! HOM'ESSA!...

A TV Cabo tem em marcha, nos canais de tv por cabo, uma campanha atemorizadora dos piratas que usam equipamento não alugado pela empresa para descodificar canais codificados

[no seu sítio especifica as penas legais e faz alarde do "sucesso" que já obteve].
Não possuo tal equipamento, nem legal nem "fraudulento". Por uma razão simples: não vejo
[nem sinto necessidade de ver]
os tais canais
[sejam os de cinema, de desporto ou de pornografia, leve ou pesada].
No entanto, confesso que às vezes
[quero dizer, quando faço zapping e passo pelos tais canais]
sinto vontade de os... descodificar. Vontade auto-desculpabilizada, confesso também: então a empresa que me fornece o sinal de televisão enfia-me o sinal em casa
[na minha casa, na minha televisão],
tremelica-mo para eu não o conseguir captar de modo visível e audivelmente inteligível e... está à espera de quê?

Não sou eu quem indevidamente vai buscar o sinal a casa alheia -- a da empresa; insisto, é ela própria que mo põe em casa. O trabalho dos piratas limita-se a isto: a arranjar uma caixita; o resto está tudo feito, e feito pela empresa, por iniciativa da empresa. O que é que eles querem? cortem o sinal de modo a que não chegue a casa! caso contrário, a coisa será tudo menos roubo
[mesmo que os legisladores tenham outro entendimento: a gente sabe quem é que, em última análise, a lei defende]...
escrito por ai.valhamedeus

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ANDA TUDO MAL... -2-

Não é só em Portugal que as coisas andam todas mal. No resto do Mundo também não andam bem...

Há 13 anos consecutivos que Bill Gates é o homem mais rico do Globo

[garante a revista Forbes, que todos os anos faz esta lista, e que também demonstra que os multimilionários continuam a aumentar: 946, actualmente].
Não se pense que é uma fortuna por aí além: qualquer coisita mais do que 56 mil milhõesitos de dólares. E poderia ser bastante mais se os produtos que Bill Gates vende não fossem tão pirateados como são
[consta que a pirataria está mesmo a pôr em perigo a escassa fortuna do dono da Microsoft, tal como a propaganda anti-pirataria tem vindo a demonstrar].
Não tem interesse publicar aqui a lista inteira
[ela pode ser consultada no sítio da Forbes, onde é possível verificar que as fortunas desta gente nunca são por aí além: o segundo lugar, por exemplo, é ocupado por um líder duma seguradora, com apenas 52 mil milhões de dólares].
Interessante, isso sim, é saber que o português mais rico, o patriota nacional pátrio Belmiro de Azevedo, tem uma fortunazita avaliada em cerca de 2,3 mil milhões de dólares
[o que lhe dá direito ao 407º lugar da lista dos 5 continentes].
De tudo isto se podem tirar 2 conclusões:
  1. a primeira, já a tirei acima. Se Bill Gates é dono da empresa mais pirateada e, mesmo assim, é o homem mais rico, podemos imaginar como é que seria a sua fortuna se não fosse pirateado!...

  2. a segunda, de certo modo, contraria a primeira: se Bill Gates é o mais pirateado e o mais rico, só pode haver uma relação directa entre pirataria e riqueza. Vamos lá, então, todos assaltar os Continente e Modelo: é caminho seguro para o nosso patriota nacional pátrio chegar aos primeiros lugares do ranking inter-continental.
escrito por ai.valhamedeus

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A PIRATARIA

Que a pirataria seja eticamente reprovável, não me parece pacífico. Os argumentos propagandeados pelas editoras

[e secundados, até sob a forma legal, pelo poder],
muito menos.
  1. Querem fazer-nos crer que, com a pirataria, o destino das editoras é a falência. Estão aí os dados: em 2006 a venda de música digital cresceu 82% no mundo, como afirma a IFPI
    [International Federation of the Phonographic Industry].
    Durante esse ano o mercado global de música digital facturou cerca de 2 biliões de dólares em todo o mundo. As vendas de música digital representam cerca de 10% de todo o mercado fonográfico.
    "A indústria da música sofre terrivelmente" com a pirataria, afirmava em meados do ano passado John Kennedy, o presidente e administrador executivo da IFPI. "Terrivelmente" quer dizer o quê?, pergunto eu. Será que os industriais(?) estão no limiar da... miséria
    [a julgar pela empresa, ainda que não musical, mais pirateada, a Microsoft,... talvez...]?
  2. Querem fazer-nos crer que, com a pirataria, o destino dos artistas é o desaparecimento. Era desejável que as editoras dessem a conhecer a percentagem do preço dos produtos que os artistas recebem. Era desejável que se publicitassem as fortunas... miseráveis dos grandes artistas. Era desejável que se legislasse no sentido de encontrar um maior equilíbrio entre os direitos autorais sobre os produtos culturais e o direito à sua livre circulação.
    Era desejável que os comerciantes/industriais dos produtos culturais entendessem que a sua sbrevivência está também dependente da pirataria: prova-o o grande êxito da Microsoft, que se deve, em boa parte, ao facto de a empresa nunca ter colocado obstáculos à cópia ilegal dos seus produtos. Visto do outro lado: poderá chegar o dia em que não possamos mais piratear -- esse será o dia em que talvez deixemos de comprar. Se tivesse sido impossível copiar ilegalmente produtos como o Photoshop, o único resultado teria sido este: menos pessoas conheceriam bem esses produtos
    [duvido de que mais pessoas os tivessem comprado].
  3. Querem fazer-nos crer que a pirataria é eticamente reprovável. Como se a leis éticas fossem as leis do mercado. Como se as leis do mercado não fossem as da oferta e da procura. Como se o mesmo produto não estivesse frequentemente à venda um dia por um preço e no dia seguinte por menos de metade dele. Como se o que dita estas variações fosse o "preço justo"
    [um critério ético]
    e não a procura do lucro
    [independentemente de qualquer preocupação ética]...
  4. Em jeito de parêntesis, declaro aqui que, entre copiar um cd/dvd ou comprá-lo a um "preço razoável", por razões de qualidade prefiro a segunda hipótese. Por exemplo, sou cliente assíduo da etiqueta Naxos, que pratica uma relação preço-qualidade exemplar: esta é a melhor medida anti-pirataria.
escrito por ai.valhamedeus

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