TRUMP(A)

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VÍDEOS DA SEXTA 49. a princesa e o sapo

A princesa e o sapo é um filme animado pela Walt Disney Animation Studios, produzido com animação tradicional.

Realização: Ron Clementes e John Musker.

Sinopse

Uma comédia passada na cidade de Nova Orleães, dos criadores da "A Pequena Sereia" e "Aladin", que é uma versão moderna de um conto clássico, que conta com uma rapariga chamada Tiana, um príncipe sapo que tenta desesperadamente voltar a ser humano e um beijo fatídico que os levará numa hilariante aventura através dos fascinantes riachos do Louisiana.

[Fonte: cinema.sapo]


escrito por Adriana Santos

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MÚSICA PARA O FIM DE SEMANA - cagando nas excelências

Graças ao Eduardo, o argentino co-autor deste blogue, descobri o grupo musical espanhol Suburbano, nascido em finais dos anos 70 do século passado
[num parto a que assistiu o português Fausto].
Eduardo dá a conhecer, no seu blogue e em alguns vídeos, temas do cd "Los Delirios del Pirata". Neste disco, o grupo
[regressando a um mundo onde haviam começado: o da música folk]
canta as aventuras do pirata Juan Sin Sombra. Los Delirios Pirata
[um livro-cd com prólogo do conhecido filósofo Fernando Savater]
"procura a aproximação às canções que poderão ter acompanhado os piratas. Juan Sin Sombra vai-nos contando, através das letras, o acontecer dos membros da Confraria. Descreve-nos a vida do músico nos botecos de Port Royal, a sua casa em Isla Tortuga, o assalto a Veracruz e os seus últimos dias em Nova Orleães.

Para abrir o apetite, deixo
[com a letra para o leitor poder acompanhar os músicos]
a faixa "ME CAGO EN SU EXCELENCIA"
[as restantes, e esta podem ouver-se no blogue do Eduardo]:

Ha de saber su Excelencia
Que la cosa anda jodida
Que el hambre no da guarida
Y se acaba la paciencia.
Ante esta triste evidencia
Reniego del vasallaje
Y me lanzo al abordaje
Cagandome en su Excelencia.

En su Excelencia y de paso
Me cago en su beneficio
En su carácter fenicio
Y en el vino de su vaso.
En el juez y en su justicia
Por no ser ciega ni tuerta
Y dejar la puerta abierta
Al poder y su avaricia.

Y siguiendo el desacato
Me cisco en la Bula Santa
Porque con la muerte achanta
Al que no come en su plato
Que si malvado es Usía
Mas malo es quien le bendijo
Dándole casa y cobijo
Dentro de su sacristía.

Y también hay para el Rey
De este imperio sacro santo
Por ser el Rey del espanto
Aunque piense como un buey.
Si es mas cruel nace garrote
Si mas falso, relicario
Si mas avaro, vicario
Si mas Rey, tonto del bote.

Repartida la inmundicia
Entre Reyes de retrete
Ratas de toga y bonete
Y ladrones con franquicia,
Hoy apelo a mi conciencia
Y termino mi diatriba
Como empecé mas arriba
Cagandome en su Excelencia...
escrito por ai.valhamedeus

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QUEM EMBELEZA OS DIAS DO CIGANO

A 19 de Janeiro de 1853, faz hoje 157 anos, estreou-se a ópera Il Trovatore (O Trovador) de Verdi.

Um dos trechos mais famosos é o início do 2º acto, numa cena que tem lugar num acampamento de ciganos. É o coro dos ciganos (ou dos ferreiros), onde a música (instrumentos e vozes) se mistura com de bigornas e martelos:
Deixo a letra
[com tradução rapinada daqui e de que destaco Quem embeleza os dias do cigano? / a ciganinha: um hino aos prazeres da vida boémia, em contraste -- ou talvez não -- com a "sinistra" canzone final]:
"Olhai! as escuras roupas nocturnas que
cobriam a imensa abóbada do céu afastam-se,
parece uma viúva
que por fim despe
as roupas negras com as quais se cobria.
Ao trabalho vamos, martelem.

Quem embeleza os dias do cigano?
a ciganinha
"

depois só os homens

"Escutem-me um pouco
a bebida dá ânimo e coragem
ao corpo e á alma
"

Completando todo o coro

"Oh Olha olha
no teu corpo brilha um raio
mais brilhante que os do Sol
Ao trabalho! ao trabalho!

Quem embeleza os dias do cigano?
A ciganinha
"

Azuzena a filha da cigana, que o velho conde de Luna queimou no passado, está absorta frente ao fogo, enquanto os ciganos cantavam.

Azuzena começa então um estranha canzone, assim qualificada na partitura e não como ária e que por isso tem duas estrofes iguais. Trata-se de "Sride la vampa"(crepita a chama), uma das mais famosa árias para mezzo-sopranos.

Ela recorda o dia tenebroso quando sua mãe foi injustamente condenada. Numa primeira alusão ao ambiente em redor, a alegria das pessoas.

Terminando

"Crepita a chama, chega a vítima
vestida de negro, desenfaixada e descalça!
Elevam-se gritos ferozes de morte
e o eco repete-os de um barranco para outro!
Sinistras reluzem sobre os seus horrendos rostos
as tétricas chamas que se erguem até ao céu
"
Versão orquestral:


escrito por ai.valhamedeus

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O VERDADEIRO INIMIGO

Veja este filme já, antes que o eliminem.


DISCURSO do veterano MIKE PRYSNER indicando quem é o verdadeiro inimigo do seu país...

escrito por José Alberto, Porto Rico

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MÚSICA PARA O FIM DE SEMANA - lhasa de sela

No início deste ano, morreu, aos 37 anos, a cantora latino-americana Lhasa de Sela, conhecida como a cantora nómada.

Dos seus 3 discos
[La Llorona, de 1998; The Living Road, de 2003; Lhasa, de 2009],
sugiro a audição do último.

[está aqui]

Ouça ainda a entrevista que a cantora deu a Carlos Vaz Marques, em 2005. E La Confession, do álbum The Living Road
[querendo acompanhar a cantora, tem a letra aqui]:



escrito por ai.valhamedeus

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PIGEON: IMPOSSIBLE


escrito por Gabriela Correia, Faro

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O ENCANTO DO INVERNO?!

Que encanto pode ter o Inverno?!...


A neve pode esperar, eu esqueci minhas luvas.
Limpo meu nariz, ponho minhas botas novas.
Meu coração se aquece quando penso no inverno.
Eu ponho minhas mãos nas luvas de meu pai.

Eu fujo de onde a neve fica profunda.
Sono de beleza me engana com um olhar.
Eu ouço uma voz "Você deve aprender a se levantar sozinha
porque eu não posso estar sempre por perto."

Ele diz: "Quando você vai completar sua alma?
Quando você vai se amar mais do que eu amo?
Quando você vai completar sua alma?
Porque as coisas vão mudar muito rápido.
Todos os cavalos brancos continuam na cama."
Eu te digo que eu vou sempre te querer por perto.
Você diz que as coisas mudam, meu querido.

Meninos se descobrem enquanto o inverno derrete.
Florem competindo com o Sol.
Anos passam e eu continuo aqui esperando.
Murchando onde algum homem-das-neves estava.

Espelho, espelho, onde está o Palácio de Cristal?
Mas eu só consigo ver a mim mesma.
Patinando em volta da verdade de quem eu sou.
Mas eu sei, papai, o gelo está ficando mais fino

"Quando você vai completar sua alma?
Quando você vai se amar mais do que eu amo?
Quando você vai completar sua alma?
Porque as coisas vão mudar muito rápido.
Todos os cavalos brancos continuam na cama."
Eu te digo que eu vou sempre te querer por perto.
Você diz que as coisas mudam, meu querido.

Cabelo está cinza e os fogos estão queimando.
Tantos sonhos na prateleira...
Você diz que eu queria ser orgulhosa.
Eu sempre quis aquilo pra mim mesma.

"Quando você vai completar sua alma?
Quando você vai se amar mais do que eu amo?
Quando você vai completar sua alma?
Porque as coisas vão mudar muito rápido.
Todos os cavalos brancos continuam na cama."
Eu te digo que eu vou sempre te querer por perto.
Você diz que as coisas mudam, meu querido.

Nunca mudam.

Todos os cavalos brancos.
[tradução rapinada daqui]

escrito por ai.valhamedeus

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MÚSICA PARA O FIM DE SEMANA - as 4 estações

Apesar de ser Natal
[e porque já sugeri A Oratória de Natal de Bach],
hoje celebro o advento do Inverno
[que aconteceu nesta semana].
Faço-o com uma sugestão previsível: As Quatro Estações de Vivaldi, numa interpretação de luxo: a dos English Concert, dirigidos por Trevor Pinnock.

[1ª parte: está aqui ou aqui
2ª parte: está aqui ou aqui
3ª parte: está aqui]



escrito por ai.valhamedeus

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MÚSICA PARA O FIM DE SEMANA - oratória de natal

Michel CorbozHoje, às 21:00 no Grande Auditório da Gulbenkian e com direcção de Michel Corboz, poderá ouvir-se a última interpretação da Oratória de Natal de J. S. Bach.

Escrita em 1734, esta Oratória é composta por um número significativo de extractos de outras obras
[trata-se, portanto, de "paródias"],
sem que isso implique falta de unidade; ao contrário, a obra é uma unidade irrepreensível, tanto musicalmente como no texto
[extractos dos Evangelhos segundo São Lucas, São João e São Mateus, entremeados com meditações poéticas de Picander].
A entrada
[rapinada à Cantata BWV 214]
anuncia a sumptuosidade sagrada e a exaltação hínica de toda a obra:


A Oratória de Natal, BWV 248
[em 2 cds, com interpretação de Vienna Concentus Musicus dirigidos por Nikolaus Harnoncourt]
está aqui (1ª parte) e aqui (2ª parte).

escrito por ai.valhamedeus

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ANTECIPANDO A MÚSICA PARA O FIM DE SEMANA

Um excelente percussionista arménio diverte-se tocando com uma garrafa de refrigerante. Pura diversão! Música muito interessante
[dançando com o demónio, talvez para nos avisar do que nos espera, a vários de nós... lá em baixo].
Enfim... boa música, para o caso de o querem conhecer, aqui.



escrito por Eduardo LG, Argentina

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PURA MÚSICA



escrito por ai.valhamedeus

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90 SALVAS DE PALMAS

Sophia

[Sophia de Mello Breyner Andresen]
nasceu há 90 anos. Completados hoje.

O Ai Jesus! já a recordou várias vezes. No aniversário deste ano, ofereço-me uma prendinha: a poesia de Sophia e a música de Eurico Carrapatoso:
Se tanto me dói que as coisas passem
É porque cada instante em mim foi vivo
Na luta por um bem definitivo
Em que as coisas de amor se eternizassem.


escrito por ai.valhamedeus

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MÚSICA PARA O FIM DE SEMANA - selos e borboletas

Considerando o adiantado do fim de semana, esta é mais uma sugestão de música para o resto da semana. E bem vale a pena: é música de António Pinho Vargas

[que ontem subiu ao palco da Culturgest, em Lisboa, para apresentar o duplo CD "Solo II" que reúne composições jazzísticas que fez desde 1976 até à actualidade].
António Pinho Vargas selos e borboletas[está aqui]

Não é esse cd que sugiro, mas um outro, mais velhinho, com o qual, se a memória me não atraiçoa, descobri o compositor: Selos e borboletas, um disco de 1991
[com António Pinho Vargas nos piano e sintetizadores; José Nogueira no saxofone alto e soprano; Aril Andersen no contrabaixo; Adam Rudolph na percussão; Rui Júnior na percussão adicional. Todos os temas são compostos por APV, excepto improvisações, por APV e José Nogueira].
António Pinho Vargas selos e borboletas

Para quem não conhece o estilo, deixo uma faixa do álbum -- as mãos:

escrito por ai.valhamedeus

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Kseniya Simonova

Dada a abundância de vídeos presentes na Internet
[e a tendência para lhes passar ao lado],
permito-me chamar a atenção para este:


Nome da artista, com 24 anos e vencedora da versão ucraniana 2009 de Britain’s got talent: KSENIYA SIMONOVA. Utilizando apenas uma caixa de luz, areia, uma excelente atmosfera musical, além de toda a sua sensibilidade e talento, comoveu enormemente o público. Parece que a sua presença tirou este concurso da sua habitual superficialidade.

O que Kseniya encenou foi a história da invasão e ocupação da Ucrânia pelos alemães durante a Segunda Guerra Mundial, exprimindo com intensidade a dor, devastação e anseios vividos pelo povo ucraniano; a frase final da sua actuação é contundente e significa: sempre perto...

Diz-se que Kseniya começou por fazer desenhos na areia nas praias e, pelos vistos, conseguiu desenvolver uma extraordinária capacidade para narrar histórias perante as quais ninguém pode permanecer indiferente.
[Saludos a José Bustos, que me deu a conhecer esta maravilha]

escrito por ai.valhamedeus

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O PODER DA MÚSICA



escrito por ai.valhamedeus [com um beijo para a Teresa Memé]

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MÚSICA PARA O FIM DE SEMANA - 5 clássicos

Ainda é muito comum contrapor-se a chamada música clássica à restante. Acrescenta-se, normalmente, que a qualidade está do lado da primeira.

Esta distinção é cada vez menos frequente. Em A Música no Tempo
[de James Galway e William Mann. Círculo de Leitores, 1983],
por exemplo, apontam-se Tommy dos The Who, Physical Graffiti dos Led Zeppelin, o segundo lado de Abbey Road dos Beatles e, dos Pink Floyd, Dark Side of the Moon e Wish You Were Here como
peças muito próximas dos ideais da música clássica, em extensão, estilo e qualidade tonal,
com a diferença de "que, em relação àquela, conseguem atrair um público muito mais vasto" (p. 350).

Estão todos incluídos na lista dos 1001 discos a ouvir antes de morrer:

0145. descarregar – The Who | Tommy
0330. descarregar - Led Zeppelin | Physical Graffiti
0144. descarregar – The Beatles | Abbey Road
0292. descarregar – Pink Floyd | The Dark Side Of The Moon
0344. descarregar - Pink Floyd | Wish You Were Here



escrito por ai.valhamedeus

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descobertas 3. WILLIE NILE

Uma das descobertas musicais que fiz na Festa do Avante!: Wilie Nile. Sobre ele, dizia o programa da Festa:

Quando Willie Nile lançou o seu primeiro álbum, homónimo, em 1980, a imprensa comparou-o a Bob Dylan ou Bruce Springsteen. Mais de uma quarto de século passou desde que o compositor e cantor nova-iorquino confirmou, superando, o que dele se disse, assumindo-se como um dos mais dotados compositores e letristas que Nova Iorque viu nascer nas últimas décadas -- um expoente incontornável da corrente folk rock que tem criado muita da melhor música norete-americana, com uma presença assinalada no Projecto Sandinista, de homenagem aos Clash, com quem assumidamente se identifica. O seu mais recente trabalho, House of a Thousand Guitars, foi considerado por alguns como o melhor da sua carreira. Marky Ramone, da célebre banda Ramones, afirmou que Willie Nile "põe vida nas canções como muito poucos no mundo conseguem" e, significativamente, House of a Thousand Guitars tem vindo a ser recomendado por todos os blogues de fans de Bruce Springsteen na sua actual digressão europeia.
Deixo, como apresentação, Hard Times In America:



escrito por ai.valhamedeus

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DOCE TORMENTO

Não perdi o espectáculo de ontem do Cantar Lontano

[belíssimo. Encantou-me especialmente a voz -- e a figura -- da soprano Roberta Mameli].
O nome
[Si Dolce è il tormento]
foi inspirado num dos temas interpretados, um dos 2 de Monteverdi que faziam parte do programa
[o outro, o encantador madrigal Bel Pastor, foi repetido, para (cor)responder às palmas dos presentes].
Aqui ficam 2 interpretações, ambas de mestres: uma, de acordo com o original;



e outra, um "arranjo" jazzístico:



escrito por ai.valhamedeus

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MÚSICA PARA O FIM DE SEMANA - o cravo de bach

Este triplo cd contém parte da sugestão musical da Gabriela: de Johannes Sebastian Bach, o concerto para cravo BWV 1052
[gosto particularmente do primeiro andamento].
Está no cd 1, com os concertos BWV 1053 e 1054. Interpretação de mestres: Trevor Pinnock e The English Concert. Esse cd está aqui: parte 1; parte 2; parte 3; parte 4
[querendo o conjunto dos 3, peça].
Palavra-chave para descompactar os ficheiros: aliomodo.

Para abrir o apetite, ouça já os 3 andamentos.

1º andamento:



2º andamento:



3º andamento:


escrito por ai.valhamedeus

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MÚSICA PARA O FIM DE SEMANA - beethoven

Se tivesse que escolher uma das sinfonias de Beethoven, a minha preferida seria a quinta,
"a culminância da música instrumental, símbolo e expressão sonora da tragédia e grandeza humanas e, como tal, documento impressionante da força expressiva da música."
(Joaquim de Macedo. As Grandes Sinfonias. Porto: Edições Sousa e Almeida, [s.d.], p.27).
Começa com as famosas 4 notas a que Beethoven se teria referido dizendo que "assim o Destino bate à porta":



Liszt transcreveu toda a sinfonia para piano (isso mesmo! só para piano), obtendo-se um resultado (digo eu que sou leigo) notável. Ainda o início -- soa assim (com o som captado sem especial qualidade):



Liszt deixou-nos transcrições das 9 sinfonias de Beethoven. Numa interpretação de Leslie Howard, estão reunidas em 5 cds, que estão aqui. A 5ª e a 6ª encontram-se juntas num cd que está aqui: 1ª parte; 2ª parte; 3ª parte; 4ª parte; 5ª parte.

nb: se algo correr mal na descarga/gravação, diga-o.

escrito por ai.valhamedeus

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