TRUMP(A)

Mostrar mensagens com a etiqueta viagens. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta viagens. Mostrar todas as mensagens

LUGARES -11. mértola islâmica

Já não pouso em Mértola há bastante tempo. E, apesar dos meus projectos nesse sentido, nunca gozei este acontecimento notável que, cada 2 anos, é o Festival Islâmico de Mértola. E este ano é ano do 5º Festival, como detalha este texto rapinado do Fugas, o suplemento do Público, desta semana
[descarregue, em pdf, o programa completo]:
Temos boas notícias: este é ano de Festival Islâmico em Mértola. A partir de quinta-feira e até domingo, as vielas da vila alentejana vão transformar-se num imenso "souk", haverá odaliscas e música em cada canto.

Quem conhece Mértola embrulhada na sua habitual tranquilidade não irá reconhecê-la se por lá passar nos próximos dias. A modorra vai ser sacudida, a temperatura será aprazível à sombra dos panos que cobrem as ruas, a vila branca encher-se-á de cor. Falamos da 5.ª edição do Festival Islâmico, que a cada dois anos anima a margem direita do Guadiana, e que terá lugar entre 21 e 24 de Maio (de quinta-feira a domingo). Se sempre sonhou conhecer os nossos vizinhos do Sul, se tem saudades do sabor de um autêntico cuscuz, ou se os seus filhos já não o podem ouvir falar sobre os momentos maravilhosos que passou em Marrocos, esta é a altura ideal para pegar neles e encetar uma viagem até ao Magreb e mais além... sem sair do Alentejo.


MértolaMas do que se trata, afinal? De uma versão "arabizada" das feiras medievais que pululam um pouco por todas as urbes onde haja um castelo a servir de cenário? Pelo contrário. A ideia não é fazer uma reconstituição histórica da Mirtolah muçulmana do século VIII, mas sim dar a conhecer o século XXI tal como ele é vivido a sul do Mediterrâneo, revivendo o espírito cultural do Garb Al-Andalus - época áurea da povoação que chegou a capital de um reino taifa.

Como se estivéssemos a percorrer uma rua do Cairo ou de Marraquexe, nas vielas apertadas da parte antiga recria-se o ambiente dos "souks", com comerciantes marroquinos e egípcios a venderem coloridas peças de cerâmica, bijutaria brilhante, vestuário tradicional e artigos em pele, junto a barraquinhas onde é possível provar os biscoitos "cornes de gazelle" e outras delícias feitas de amêndoa e mel, acompanhadas por um chá de menta bem doce e quente, como é suposto.


Festival islâmico de MértolaTal como numa medina típica, linguarejares estranhos misturam-se com os sons do trabalho artesanal ao vivo, com os alentejanos dos montes circundantes a mostrarem-nos com quantos pontos se cozem umas botas e a destreza necessária para manejar um tear. Como há muito aprenderam que o caminho para o futuro de Mértola passa por cultivar o passado, jovens artistas do concelho mostram também o seu trabalho: joalharia contemporânea inspirada em peças islâmicas, réplicas em barro dos candis muçulmanos e lucernas romanas encontradas durante trinta anos de escavações arqueológicas, olaria pintada com técnicas antigas. Tudo isto acontece a partir das dez horas da manhã, prolongando-se por doze horas consecutivas. Porém, o evento que agora comemora o seu décimo aniversário não se esgota no mercado de rua, por mais animado que este seja com a passagem constante de tocadores de flautas e alaúdes, malabaristas e cuspidores de fogo. As actividades agendadas são múltiplas e pensadas para todas as idades. Os "contos do souk", narrados dentro de uma tenda instalada junto ao castelo; as oficinas de danças orientais, onde aprendemos a menearmo-nos com a sensualidade de odaliscas; o teatro ao fim da tarde; os lançamentos de livros e conferências; as exposições de fotografia e ourivesaria; os jogos tradicionais ou os passeios de barco no Guadiana são acontecimentos de entrada livre ou custo reduzido de que toda a família pode desfrutar.

Festival islâmico de MértolaA noite traz consigo espectáculos de dança e concertos verdadeiramente cosmopolitas, com actuações de grupos vindos da Turquia, Sudão, Síria, Argélia, Egipto e Marrocos, bem como de França e de Itália. Para não nos esquecermos que, afinal, não é no meio do deserto mas na planície que nos encontramos, o festival encerra com a actuação de grupos corais alentejanos.

Mértola - casteloDe mesquita a igreja
Já que nos encontramos na vila-museu, vale a pena reservar algum tempo e aproveitar o horário alargado deste fim-de-semana festivo para visitar alguns dos núcleos que dão a conhecer as muitas vidas de Mértola. De qualquer forma, quem resiste a uma subida ao castelo, nem que seja só para apreciar o panorama numa perspectiva de ave? Curiosos, os olhos não se limitam a voar pela extensão florida das planícies, nem a repousar no topo das serras circundantes. Descem até ao rio, seguindo as voltas lentas de uma cegonha, e detêm-se nos pátios escondidos a quem passa nas ruas, verdadeiros jardins secretos com aroma a jasmim e flor de laranjeira.
A fortaleza é dominada pela Torre de Menagem, que alberga um conjunto de fragmentos arquitectónicos da época pré-islâmica e é testemunha do século em que a povoação foi sede nacional da Ordem de Santiago. O recém-inaugurado circuito de visitas da alcáçova permite transitar pela zona onde as escavações arqueológicas das últimas décadas têm decorrido, com vistas sobre as fundações de um bairro islâmico, mosaicos e de um baptistério do primeiro milénio.

O nosso percurso segue agora em direcção à Igreja Matriz, erguida sobre a mesquita de outrora. Dessa época, o interior de abóbadas nervuradas conserva ainda quatro arcos em ferradura e o "mihrab" - nicho que indica a direcção de Meca. Por estes dias é habitual que a Bíblia e o Corão se encontrem lado a lado no altar, celebrando um encontro inter-religioso em solo sagrado para os dois credos.


Se o tempo não der para mais e a ideia for visitar um só núcleo expositivo, continue-se então o espírito da festa, seguindo directamente para a Casa de Bragança, onde está guardada a mais importante colecção de arte islâmica do país. Entre utensílios domésticos, jóias, peças de osso e estelas funerárias destacam-se os objectos de cerâmica em "corda seca", técnica decorativa oriental de vidrado sobre pintura. Ali perto, a antiga Igreja da Misericórdia acolhe o núcleo de arte sacra cristã, com imagens e alfaias litúrgicas recolhidas em igrejas do concelho.


Mértola e Convento de São FranciscoUm convento divertido
Importante entreposto desde o tempo em que fenícios e cartagineses utilizavam o seu porto fluvial para trocas comerciais, a Myrtilis romana era um dos pontos de passagem da via que ligava Baesuris (Castro Marim) a Pax Julia (Beja). Provas essenciais do seu estatuto foram encontradas há uns anos, quando obras no edifício da Câmara Municipal deixaram a descoberto vestígios de uma residência romana datada de 2000 a.C., e que agora constitui o núcleo românico.

Para que a descrição não se torne exaustiva, e porque o passado de Mértola é muito mais rico do que o seu reduzido tamanho permite imaginar, informe-se que a lista dos espaços museológicos inclui ainda a forja do ferreiro, a oficina de tecelagem e a basílica paleocristã, oculta num edifício incaracterístico fora da zona muralhada. E até no pátio da escola secundária nos deparamos com uma necrópole romana e as ruínas da ermida de São Sebastião, de origem quinhentista.


Seja qual for a escolha, há um sítio que não deve perder. Embora se encontre ali mesmo à mão, logo após a ponte sobre a ribeira de Oeiras, poucos conhecem o Convento de São Francisco, um misto de alojamento rural, retiro artístico e reserva natural. Propriedade privada de uma família holandesa, o espaço pode ser visitado mediante o pagamento de uma pequena taxa, de que as crianças estão isentas. O jardim é um oásis de frescura, onde arbustos exóticos convivem com orquídeas e flores silvestres fazem companhia a ervas aromáticas e condimentares. Sistemas antigos de irrigação, tanques de nenúfares e um labirinto aquático constituem o Museu da Água, cuja principal atracção é uma nora movida por um burro-robot, que fará com certeza a delícia dos mais pequenos. A antiga capela, agora transformada em galeria de arte, é outro lugar de uma tranquilidade ímpar, de onde se podem observar a colónia de peneireiros que têm guarida no convento, bem como inúmeras outras aves que ali se sabem protegidas.


Convém não esquecer que estamos a um passo do Pulo do Lobo, a poucos quilómetros do complexo mineiro das Minas de São Domingos e do cais do Pomarão, e bem no coração do Parque Natural do Guadiana. Bem vistas as coisas, um fim-de-semana é bem capaz de ser curto. O melhor mesmo é começar já a planear o regresso.

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

aconselho 2. UMA FEIRA E UMA EXPOSIÇÃO

Feira do Livro de CoimbraAté 2 de Maio, 32ª Feira do Livro de Coimbra, na Praça da República, organizada pela Câmara Municipal de Coimbra e pela Arcádia. 180 editores e 32 livreiros, centenas de títulos de livros, com descontos de 20 por cento sobre o preço de capa.

Entre as 15H00 e as 23H00. E, além dos livros, pela mão da associação cultural Arte à Vista, exemplos práticos de pintura, escultura e cerâmica.
[Mais informações]
Aproveite os XVI Caminhos do Cinema Português, na cidade dos estudantes. São 67 filmes em competição e 107 títulos em exibição, até 26 de Abril
[veja aqui a programação].
Castelo do SabugalNo Centro Cívico do Sabugal, uma exposição sobre Che Guevara, organizada por José António, que desde os 12 anos veio para esta aldeia raiana e que tem tido elevado número de visitantes portugueses e espanhóis.

A mostra refere-se à vida do guerrilheiro e revolucionário “Che Guevara” através de cartazes, posters, bandeiras, toalhas, fotografias e livros, entre outros artigos.

[do sítio na web do jornal "As Beiras"]

Estando lá, aproveite para visitar o castelo, onde, reza a lenda, se deu o famoso milagre das rosas tendo como protagonistas a Rainha Santa Isabel e o rei D. Dinis.


Ficando por casa, ou estando em casa, às 22.30h, no programa Câmara Clara da RTP2, em vésperas do Dia do Livro, Vasco Graça Moura e António M. Feijó apresentam os seus romances de amor: Amor de Perdição, Madame Bovary, O Vermelho e o Negro, Retrato de uma Senhora, A Idade da Inocência... "Uma emissão sob a sombra de Shakespeare, o 'inventor do humano' como lhe chamou Harold Bloom, em que a situação do triângulo amoroso é recorrente. Uma emissão que lhe mostra ainda os dois grandes festivais que a Casa da Música, no Porto, e o CCB, em Lisboa, têm para o próximo fim-de-semana; Beatriz Batarda em Menina Júlia, de Strindberg; a sexta edição do Indie Lisboa; a quarta adaptação de Amor de Perdição ao cinema, prestes a estrear; e o primeiro dicionário do judaísmo português, uma obra monumental que levou oito anos a produzir-se." (do sítio do programa na web)

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

PARIS E OS ANÉIS DO NIBELUNGO

A lembrança do ai.valhamedeus da vinda anunciada do Outono fez-me recordar, com saudade e alguma nostalgia, o Verão que se finou. Pelo menos no calendário. Nostalgia que o malogrado escritor Luís de Sttau Monteiro expressou no seu livro “Agarra o Verão, Guida! Agarra o Verão!”. Livro este que serviu de base para uma das primeiras telenovelas portuguesas “Chuva Na Areia”. Recordam-se? Pois, tempos em que a literatura servia de paradigma para as novelas, cá como lá. Refiro-me naturalmente à pátria das ditas, o Brasil. O paradigma mudou e os públicos também. Resta saber, como na história do ovo e da galinha, o que levou ao quê.

Gabriela Correia em ParisPorém, telenovelas à parte, o meu Verão foi assaz prazeiroso
(o meu computador não me aceita a palavra, mas a mim que me importa …).
Estive novamente em Paris! Ah! Paris. Paris, a das luzes, Paris e as “chansons d’amour”, Paris e o “ Sacré Coeur”, Paris e o romantismo de Montmarte. Mas também o “Moulin Rouge”, onde fui desta vez; que eu cá não quero morrer estúpida. Digo-vos que pensei que fosse pior! Isto para os meus parâmetros e concepção de bom, mau, assim-assim e outros graus dos adjectivos, na minha escala de valores, bem entendido. Contudo, e na minha opinião, Paris está diferente da de há 3 anos. É Paris pós Sarkozy: mais lixo e menos luzes
(como sustentam alguns franceses).
Será da crise? Ou porventura estão todas elas na Torre Eiffel, engalanada de cores azuis da União Europeia a testemunhar a Presidência Francesa da (des) União? Porventura! 

Será que Monsieur Sarkozy se distrai a olhar para os atributos físicos de Madame Sarkozy em vez de olhar pela res publica? Quiçá.

Mas Paris também pertence ao citoyen comum francês, e cada vez mais, ao magrebino, que sobrevive (?) tentando impingir cópias de todos os formatos e tamanhos do exemplar natural da Torre que se exibe ante os nossos olhos, assim nos distraindo da sua
(dela, torre)
contemplação. Torre que o escritor Émile Zola todos os dias desancava no seu jornal, mas que frequentava quase com a mesma assiduidade. Por via do restaurante e da excelente vista sobre Paris que ela lhe oferecia. Ao que consta, a razão era outra, e expressa pelo próprio: o autor de tal “atentado urbanístico”indagou, perplexo, por que motivo Zola frequentava “o monstro” se o abominava daquele jeito? Zola terá respondido: “Porque é o único sítio em Paris onde posso comer descansado sem ter a visão da porcaria
(merde, quiçá)
da sua torre.”

Ora, à roda deste ex-libris da cidade enxameiam gentes das mais desvairadas geografias e com misteres muito díspares. Turistas escolhendo o melhor ângulo e a melhor pose para a fotografia, parisienses em passo apressado, casais de namorados, hetero e não só, jovens e não tão jovens, etc. E agora, fruto da necessidade que aguça o engenho, cidadãos creio que oriundos do Leste Europeu, e também franceses jovens, ajudados e incentivados pela ideia de empreendedorismo da congénere francesa da Dr.ª Manuela Ferreira Leite, deitaram mãos à obra e a um par de anéis de pretenso ouro com um sinal no interior a imitar o contraste da certificação de autenticidade e, enquanto o turista ingénuo e distraído se interroga sobre o dito contraste no interior do anel
(será verdadeiro, não será…)
o achador do dito, confiando na cupidez do investigador e enquanto o diabo esfrega um olho, alivia o incauto dos seus valores que, esses sim, são muito verdadeiros. Outros destes achadores, que apanham o anel do chão
(já o trazem na mão, estão a ver? Tipo os ilusionistas que nos tiram moedas do cabelo e atrás das orelhas, em vez de carrapatos, como diz a canção)
oferecem-no-lo abnegadamente, pois são, ai como era? Evangelistas, ou coisa que o valha. Mas sempre nos vão pedindo dinheiro para comer, em troca de tão valioso cadeau. No nosso passo calmo, interrompido de espacito, para melhor entrosar a conversa sobre filhos, maridos e outros assuntos privados que contamos a estranhos, tornados cúmplices e amigos do peito por mor do sentido ecuménico das viagens, fomos abordados por 4 achadores de ambos os sexos e variados níveis etários. Vários outros segmentos do grupo tiveram iguais encontros imediatos com estes portentosos detentores de anéis colonados. É que eram exactamente iguais. 

Ópera de Paris
E eu pergunto-me: que Valquírias determinaram estes destinos? Que Nibelungo anda a fabricar estes anéis? E com que ouro do Reno? Se o Reno só tem turistas e pouco mais?

Vá lá, não aconteceu nada, pois levávamos tudo muito acondicionadinho e bem junto ao coração. Dada a rapidez da globalização e do empreendedorismo em breve teremos pessoas a curvarem-se ao nosso lado, mergulhando a mão na calçada portuguesa, arrancando-lhe o ouro tão cobiçado. Será que vamos inovar e apresentamos aos turistas uma mão toda suja de e a pingar petróleo?
P.S. Escusam já de ficar invejosos e rancorosos por, em tempos de crise, eu ter estado em Paris. É que eu sou poupadinha. E, como dizia um vizinho nosso quando eu era miúda, “ o dinheiro não é de quem o tem, é de quem o poupa!” (dixit)
escrito por Gabriela Correia, Faro [22 de Setembro - 1º dia de Outono, e bem chuvoso!]

LEIA O RESTANTE >>

LUGARES -10. aranda de duero

Quem sai de Portugal pelo Centro tem que sofrer a região espanhola de Castela e Leão. Digo sofrer pensando em quem a atravessa a horas de calor com a única preocupação de chegar longe: o vasto Planalto Central Espanhol não é propriamente pêra doce, a menos que se procure descobrir os seus encantos
[e tem-nos, muitos e variados].
Aliás, é minha preocupação, quando traço um trajecto de viagem, procurar pontos de interesse durante o trajecto entre pontos de interesse principais.

Andei, um dia destes, nesta azáfama
[mais concretamente a de saber se Aranda de Duero, entre Valladolid e Soria, mereceria uma visita].
Garantiu-me um guia existir aí uma igreja notável

Aranda de Duero
[a Iglesia de Santa María, com uma das mais belas fachadas "isabelinas"],
valendo ainda a pena fazer a rota das suas famosas adegas
[las bodegas más espectaculares, garante o município].
Aranda de Duero Logo depois, um blogue apresentava-me um bem menos complicado motivo de interesse: um grupo de miúdas
[já então, em 2004, não eram muito miúdas; hoje serão ainda menos...]
que, segundo li, prometeram posar em top less, se ganhassem a lotaria. A vida não lhes deve ter corrido muito mal, a julgar pela foto:

Aranda de DueroPassei anteontem em Aranda de Duero. Um dia destes
[quando regressar a casa e, em consequência, tiver os meios necessários],
hei-de demonstrar fotograficamente que há de facto motivações suficientes para parar. As miúdas, essas não consegui pôr-lhes o olho em cima. Talvez numa próxima visita...

[clique nas imagens para as ampliar]

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

LUGARES -8. sierra de guara

Sierra Parque Natural de GuaraPensava eu que a origem do termo canyon era inglesa (estado-unidense). A traçar um percurso por Espanha, acabo de descobrir que não: canyon, ou antes, cañón, é de origem espanhola. E perde-se a estranheza da novidade quando se conhecem
[nem que seja apenas por fotos. Na Internet]
os cañones do Parque Natural de Guara
[La Sierra de Guara],
"a terra mítica dos canyoneiros, apreciada igualmente pelos amantes de espaços virgens", onde "a concentração de canyons é extraordinária".

Aqui fica o sítio da web e alguns apontamentos, em francês, do guia Routard da Espanha Central.

Read this document on Scribd: Ler o texto no Scribd

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

LUGARES -8. espanha mundial

cidades espanholas Património da HumanidadeEspanha está no top do património da Humanidade

[está AQUI a lista completa dos bens espanhóis inscritos na lista do património mundial e hiperligações para as respectivas páginas oficiais da web].
Só cidades, são 13
[com uma organização que visa defender o seu património histórico e cultural]:
Toledo, Segovia, Córdoba, Santiago de Compostela, Salamanca, Alcalá de Henares, Ávila, Cáceres, Cuenca, Ibiza, Mérida, San Cristóban de la Laguna e Tarragona. Elas são o tema de capa e de um dossiê de mais de 100 das 162 páginas do nº 113 da revista Descubrir el arte, de Julho de 2008.

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

WWW [9] férias: planear rotas

Às vezes é útil ou mesmo necessário saber os quilómetros que as férias nos vão consumir

[até para fazer contas ao combustível],
ter previamente o traçado dos percursos
[comparar a duração e os custos dos trajectos feitos em auto-estradas ou em vias sem portagens...],
ter uma relação dos sítios com interesse turístico ao longo do trajecto, os hotéis disponíveis... e combinar as várias possibilidades em partes diferentes do trajecto...

Se os tradicionais guias impressos podem ainda dar uma ajudinha, ficam muito aquém das alternativas que constituem hoje os programas específicos ou os sítios da web
[cujos percursos, uma vez definidos, podemos imprimir].
aqui referi 2 boas
[e gratuitas]
opções: o Viamichelin
[de utilização muito fácil, continua a ser o meu preferido]
e o Mappy. Acrescento hoje o Google Maps
[da Google, pois claro. E está tudo dito... embora a informação adicional seja algo escassa]
e o espanhol Guia Campsa.

...e boas férias!

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

VIAGEM A SINTRA - 2. caracteres

[para ampliar as imagens, clique nelas]
Viagem a Sintra
os professorais
Viagem a Sintra
os expostos
Viagem a Sintra
os tímidos
Viagem a Sintra
os ternurentos
Viagem a Sintra
os compenetrados
Viagem a Sintra
os contemplativos
Viagem a Sintra
os jovens
Viagem a Sintra
os malcriados
Viagem a Sintra
os ensonados
Viagem a Sintra
os comunicativos
Viagem a Sintra
os artistas
Viagem a Sintra
os modelos
Viagem a Sintra
os reflexivos
Viagem a Sintra
os sexys
Viagem a Sintra
os discretos
Viagem a Sintra
os exagerados
Viagem a Sintra
os intrigados
Viagem a Sintra
os místicos
escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

VIAGEM A SINTRA - 1. o descanso dos futuros guerreiros

Deixai-os dormir: não os acordeis. A fadiga faz das lajes um bom leito. Dormem assim melhor do que nos paços.

(António Patrício - Pedro o Cru)
[para ampliar as imagens, clique nelas]



a dormir
a dormir
a dormir
a dormir
a dormir
a dormir
a dormir
a dormir

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

VIAGENS VIRTUAIS

Travels EncyclopediaTravels Encyclopedia é um blogue de viagens. Está em início de construção, mas promete. Está em inglês, mas tem tradução para uma série de línguas, português incluído

[bem... uma tradução automática feita pelo Google. O leitor decidirá se a versão portuguesa é melhor do que o original inglês, mesmo quando se não entende muito bem a língua de Shakespeare...].
Tem já material suficiente
[para justificar uma visitinha]
para descarga, mas
[fica o aviso!]
pirateado: guias, revistas... E, por este andar, a coisa promete
[para o futuro]
para os amantes das saídas pelo Mundo...

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

VIAJAR - 10. Salona e Trogir

[Costa de Makarska » ruínas de Salona » Trogir » Zadar]
1.
Costa de Makarska, Croácia A “Riviera de Makarska” é uma costa de mais de 50 km, entre Brela, ao norte, e, a sul, Gradac
[que tem a mais comprida praia do Leste Adriático].
Extensa praia de vegetação luxuriante, abrigada pelo maciço Biokovo.

2.

Ruínas de Salona, CroáciaA 5km de Split, encontram-se as ruínas de Salona, cuja extensão testemunha a importância que teve o sítio, que no primeiro século da nossa era se tornou a cidade mais rica e povoada do Adriático central, sob domínio dos romanos, que aí construíram um anfiteatro Ruínas de Salona, Croácia
[com capacidade para 20.000 pessoas],
banhos, templos, um fórum...
Ruínas de SalonaRuínas de Salona
3.
A bela cidade medieval de Trogir, em pleno centro da Dalmácia, é Património Mundial da Unesco desde 1997. É a passear nas suas ruelas que se capta a
Trogir, CroáciaTrogir, Croáciamedievalidade do velho centro histórico, amuralhado e na sua maior parte situado numa ilha.
Trogir, CroáciaDa praça da Catedral, podem apreciar-se, além de

Trogir, CroáciaTrogir, Croácia
Trogir, CroáciaTrogir, Croácia
uma das mais belas catedrais da Croácia,

Trogir, Croáciaa torre do Relógio,

Trogir, Croáciauma loggia do século XV
[que servia de tribunal, de prisão provisória e de sala de espectáculos],
Trogir, Croáciao edifício da Câmara de Trogir
[antigo palácio do Reitor]
Trogir, Croácia e o velho palácio de Cipiko.

No canto sudoeste da ilha, fica
Trogir, na CroáciaTrogir, na Croáciao forte de Kamerlengo, do século XIV,em tempos unido à

Trogir, na CroáciaTrogir, na CroáciaTorre de São Marcos.

Trogir, na CroáciaTanto as muralhas como as portas estão em bom estado de conservação.

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>