TRUMP(A)

A apresentar mensagens correspondentes à consulta o sr. escusa ordenadas por relevância. Ordenar por data Mostrar todas as mensagens
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O SR. ESCUSA (2)

Acho que o melhor cognome para o actual presidente da república de Portugal é Sr Escusa. Já aqui expliquei porquê.

Quando, há momentos, o presidente da Rússia

Morte de um dissidente[o qual, a acreditarmos no que dizem, se não escusa a determinadas actividades polónicas]
propôs um brinde aos povos da Rússia e de Portugal
[é sempre assim! é a nós que eles brindam, mas são eles que o bebem!],
olhei curioso esperando que o Sr Escusa se escusasse a beber álcool
[como é público, não é homem para este tipo de prazeres].
Mas não! O Sr Escusa bebeu mesmo um golito de champanhe, não sem brevemente hesitar no acto. Hesitação atribuível à supra-referida falta de propensão para prazeres etílicos ou ao temor das supra-referidas actividades polónicas? A História o dirá.

escrito por ai.valhamedeus

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O SR. ESCUSA (4)

O actual presidente da república socrática é perito em escusar-se a fazer comentários que impliquem tomada de posição polémica ou discurso não preparado
[ainda ontem uma jornalista lhe perguntava se estava ansioso em relação ao encontro que teria hoje com o papa; respondeu que os comentários ao encontro seriam feitos hoje, dia do encontro. Ainda ninguém lhe teria escrito o que deveria dizer?].
Por essa razão, há quem o conheça pelo cognome de Sr. Escusa.

Mas hoje, surpreendentemente, o Sr. Escusa atreveu-se a criticar a Igreja católica irlandesa por não se ter empenhado suficientemente no apoio ao "sim", no referendo ao Tratado de Lisboa.

Sim, senhor! O sr. Escusa é um poço de surpresas!...

escrito por ai.valhamedeus

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QUE PRESIDENTE, MEU DEUS!

Ainda bem que o sr. Escusa, por norma, se escusa a falar. Porque, quando fala, a tendência para a asneira é grande.

Acaba de fazer um discurso inédito -- excepto na asneira. Começou por avisar que nunca cedia a pressões, para logo depois confessar que falava agora sobre as escutas porque a tanto foi forçado. Explicou que se manteve em silêncio durante a campanha para manter a equidistância e a neutralidade; mas, ao demitir um seu assessor, provocou uma barulheira do caraças, com a agravante de isso ter sido interpretado e explorado por uma força partidária concorrente às eleições, que o seu gesto equívoco
[porque não enquadrado nem explicado então]
favoreceu.

Diz o sr Escusa que a referida demissão foi motivada pela sua intenção de não deixar dúvidas, embora não tivesse dúvidas em relação ao comportamento do demitido. O problema é que não deixou dúvidas mas no sentido contrário
[o de que as escutas tinham sido uma invenção do assessor].
Das duas uma: ou o sr. Escusa é mentiroso
[e o seu discurso é uma encenação do caraças]
ou então a sua actuação foi
[ia dizer que foi parva, mas o respeito pelo presidente da República, que a todos é exigido, impede-me de o fazer].
Santo Deus! Que presidente!...

escrito por ai.valhamedeus

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O SR. ESCUSA (5)

Cavaco SilvaO sr. Escusa, mais uma vez, voltou a pronunciar-se
[desta vez, sobre a contenda professores-governo].
Mais uma vez, pronunciou-se para dizer que se não pronunciava. Ainda não foi desta que disse que não bebia
[ou que bebia],
não. Não disse que não comia
[ou que comia],
não. Não disse que não fumava
[ou que fumava],
não. Não disse que não fornicava
[ou que fornicava],
não. Disse que não dizia. Que, como na maioria das vezes
[não em todas],
não dizia nada.

Apesar disso, ficámos contentes: o sr. Escusa não se escusou a reconhecer o direito dos professores à manifestação. Ficámos contentes. Eu, pelo menos, eu que estive na manifestação, eu fiquei. É que eu estive na manifestação sem saber se tinha direito a ela.

Uffff!... Graças a Deus por termos um Presidente da República
[um presidente da república assim]!
escrito por ai.valhamedeus [caricatura rapinada do SergeiCartoons]

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PORQUÉ NO TE CALLAS?

O Sr. Escusa, que por norma se escusa a pronunciar-se, pronuncia-se em situações bem típicas/tipificáveis. Não se pronunciou quando 120.000 professores saíram à rua, mas hoje pronunciou-se nos termos em que se pronuncia nas tais situações tipificáveis: apelou à serenidade de todos os intervenientes na Educação.

Serenidade, sr. Escusa?! serenidade porquê? porque a falta dela
[porque o barulho de 120.000, mais o barulho diário de outros tantos, mais as sublevações nas escolas, mais o desalinho do próprio António Costa e do próprio Manuel Alegre...]
pode perturbar o governo?! Serenidade?! qual serenidade, senhor?! serenidade, uma ova! Quem está farto não pode ter serenidade. A serenidade, para os diariamente humilhados e ofendidos,
[para a S., que está de nojo porque lhe morreu a mãe e verá essas faltas contadas quando for avaliada; para a G., que está doente e hoje tentou dar aulas porque não pode faltar, que não aguentou e teve que ser levada a casa por colegas; para o J., que tem que se levantar às 5h da manhã para dar assistência a familiares a 80 km de distância e estar às 8.25h a começar a trabalhar...]
a serenidade significa mais humilhação e mais ofensas. Não queremos serenidade nenhuma: queremos é a resolução dos problemas que estes governantes pê-èsses nos enfi(ar)am em cima. Enquanto tal não acontecer, não queremos serenidade. E nem quereríamos que o sr. se escusasse de se escusar. Preferíamos que permanecesse calado.

escrito por ai.valhamedeus

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ESTAVA ISTO A CORRER TÃO BEM...

[editado]
1.

A notícia caiu como uma bomba, daquelas bombas que ninguém espera mas rebentam como bombas: governo e psd não chegaram a acordo para um orçamento. O governo avisa das consequências: o país vai conhecer uma crise profunda.

Caraças! exactamente no momento em que o país conhecia um período de prosperidade, sem qualquer sombra de crise -- exactamente agora, o psd enfia-nos com uma crise em cima!... e, para cúmulo, profunda...

2.
A razão por que o país estava tão bem como se sabe, antes de o psd nos enfiar com a crise, soubemo-la ontem, pela voz do sr. Escusa, que desta vez se não escusou... a candidatar-se à presidência da república, por imperativo do dever e contra a sua devida vontade: gabando-se, o candidato retoricamente perguntou
"em que situação se encontraria o País sem a acção intensa e ponderada, muitas vezes discreta, que desenvolvi ao longo do meu mandato?"
Todos nós sabemos que é em virtude dessa "acção intensa e ponderada" que o país se encontra tão bem; não fosse a intervenção do sr. Escusa, e os salários dos funcionários públicos teriam baixado, os impostos
(talvez até mesmo o Iva poderia ter aumentado mais do que um ponto percentual)
teriam aumentado
(talvez até mesmo o imposto sobre bens essenciais: o governo pê-èsse era bem capaz disso),
ou mesmo, quem sabe?, os medicamentos teriam subido de preço e baixado a comparticipação... Sabe-se lá a crise em que o país estaria, não fosse a tal "acção intensa e ponderada". Graças a ela, Portugal é um país das maravilhas...

...ou antes, era. Era, antes de o psd lançar sobre nós a tal crise profunda. Caraças!...

nb.
um conselho ao psd e ao governo: recorram aos serviços de um qualquer sindicato da Fenprof: é o modo mais fácil de conseguir um acordo.

escrito por ai.valhamedeus

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PR FEDORENTO

O sr. Escusa, por norma e para fazer jus ao cognome, não opina

[a bem da verdade: fê-lo algumas vezes para dar uma mãozinha ao governo].
Sempre sem perder o ar sério, já uma vez pôs ar romântico e descreveu a romântica cerimónia durante a qual tirou o leite às vacas.



Mas hoje o sr. Escusa, inspirado certamente pelo humor de sucesso das entrevistas dos Gatos, perdeu o ar sério e resolveu ser fedorento
[vídeo aqui].
Ridículo a 500%, ou talvez mais: preto loiro ou branco de carapinha -- ou ambas as coisas, se se preferir. A merecer o arremesso certeiro do tal sapato a que faz referência.

Ai Jesus!...

escrito por ai.valhamedeus

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A SERENIDADE DO SR. ESCUSA

O Sr. Escusa

[mais conhecido como presidente da república portuguesa]
desta vez não se escusou a ter opinião e fez um apelo veemente à serenidade de professores/sindicatos e governo. Se me não engano, o que Cavaco entende por serenidade significa acabar com a agitação que os profes têm posto na rua. Ou seja, laisser passer a concretização das humilhações socretinas aos professores e à escola pública democrática.

Não tendo sido para responder ao Sr. Escusa, Mário Nogueira acaba de dar a resposta, na RTP 2: os professores estão serenos
[trabalham durante o dia e manifestam-se depois do trabalho ou no fim de semana].
E vamos continuar, digo eu, a serenamente recusar a serenidade a que Cavaco apelou
[mesmo que um tal burgesso ignorante de nome Valentim Loureiro e um tal presidente da Confap elogiem a dona Lurdes, à dona Lurdes estes elogios assentam-lhe muito bem. Fique lá com eles!].
Essa serenidade, nunca!, enquanto não mudar esta política pê-èsse.

escrito por ai.valhamedeus

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CONSIDERAÇÕES EM TORNO DO 5 DE OUTUBRO

Hoje, é feriado! que bom!
[e é particularmente bom particularmente porque hoje seria, para mim, dia de substituição: e prefiro "dar" meia dúzia de aulas a sério a uma daquelas palhaçadas a que chamam aula de substituição].
Qualquer pretexto é bom para um feriado
[é pena não haver mais, com pretexto ou sem ele].
Ouço dizer que se comemora a implantação de uma tal República em Portugal. Não sei o que se celebra quando se celebra isso, mas grande coisa não há-de ser
[também não interessa: o que interessa é ser feriado].
Celebrar o presidente dessa tal coisa a que chamam República
[o tal ridículo Sr. Escusa para quem o Verão se está a prolongar demasiado? fosca-se!]?
O primeiro-ministro dessa tal coisa
[o tal presidente do conselho que se candidatou com um programa e nos desgoverna com outro? fosca-se!]
ou os governos que nos mantêm em crise desde que há governos?

A bandeira dessa tal coisa
[o tal trapo com "cores combativas e viris por excelência" e pontos brancos a recordarem visões de Jesus na cruz? fosca-se!]?
O hino dessa tal coisa
[uma música e uma letra que incitam -- a lembrar a al-Qaeda -- a marchar contra os canhões e restaurar impérios esplendorosos? fosca-se!]?
Não sei o que se celebra. Mas que é bom haver feriados, lá isso é.

Nota 1:
ontem, o comentador Sousa Tavares revelou que não há regimes monárquicos ditatoriais, ao contrário dos regimes republicanos. Acrescentou que deveriam exceptuar-se alguns casos ali para os lados da Arábia Saudita. Excepções. Esqueceu-se, insensato como é, de um pormenor: as excepções são, neste caso, relevantes, porque o número de monarquias é exíguo, quando comparado com o das repúblicas: era só fazer as contas e encontrar percentagens: mas talvez o homem não tenha calculadora...
Nota 2:
o (novo) chamado Estatuto do aluno decreta que "o aluno tem o direito e o dever de conhecer e respeitar activamente" a Bandeira e o Hino. Esqueceu-se o legislador de que o respeito não se decreta -- merece-se. Cá por mim, revelo, não sinto nenhum respeito, nem razões para o sentir.
escrito por ai.valhamedeus

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CADÊ OS SINDICATOS?

Manifestação de professores

Não haverá quem discorde: durante o domínio deste governo pê-èsse, o movimento sindical dos professores conheceu momentos históricos.

Após várias formas de luta, com a expressão numérica habitual numa classe bastante amorfa,
E, quando todos pensávamos que era inevitável haver mudanças "sérias" na política educativa
[designadamente, no que dizia respeito a um modelo de avaliação que a plataforma sindical considerou inaceitável],
os Sindicatos assinaram um entendimento com o Ministério da Educação
[os dirigentes sindicais justificá-lo-iam, mais tarde, com a necessidade de salvar o ano lectivo].
E, aparentemente, o acordo sossegou a luta... previsivelmente, até ao final do ano lectivo de 2008/2009.
E, de repente, neste momento, parece que tudo parou de novo. Pelo menos, os sindicatos remeteram ambiguamente a luta para o interior das escolas
[para a não entrega de objectivos].
E eu não entendo. A luta, esse tipo de luta, sempre se travou dentro das escolas; eu pergunto-me é pelas lutas, a curto e eventualmente a médio prazo, fora das escolas. E não encontro resposta.

Tudo parece passar-se como se tivéssemos novo entendimento, desta vez tácito. Será porque o sr. Escusa, mais conhecido por Presidente da República, recomendou serenidade? Será porque Albino, o pretenso pai dos pais que exige serviços mínimos na educação, avisou que «O direito dos professores à greve não pode colidir com o direito dos alunos e das famílias»?... Ou será porque, como eu
[que sempre fui sindicalizado e não posso ser acusado, com razão, de ser anti-sindicalista]
já aqui escrevi, os sindicatos são instituições do sistema e, portanto, amarrados a ele?

escrito por ai.valhamedeus

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ESTA AVALIAÇÃO 1. é burocrática

Para que tudo "isto"

[refiro-me ao actual momento de luta dos professores]
seja transparente e não haja "desilusões", os professores devem avisar os menos avisados
[designadamente, aqueles que estão menos informados sobre a situação do Ensino em Portugal; designadamente, o sr. Escusa que pediu serenidade]
que, previsivelmente, a luta dos professores não vai terminar
[embora serene, com toda a certeza]
com a suspensão deste modelo de avaliação. É que este modelo é apenas reflexo/consequência de uma determinada "filosofia" da Educação/Ensino, defendida e posta em prática por este governo pê-èsse. Estoirado este modelo de avaliação, há uma série de outras "coisas" que têm que estoirar.

Um dos quase-horrores frequentemente apontados a este modelo é o seu carácter burocrático. Papelada em cima de papelada
[para os "leigos" terem uma ideia, basta consultarem sítios como este].
Diz-se por vezes, dizem os governantes, que são as escolas que exageram e parece que a ministra teria mesmo dito que bastaria aos professores preencherem uma folhita
[faltou-lhe dizer que folhita era, para eu não ter que preencher mais nenhuma].
É possível que algumas escolas tenham exagerado, mas até isso é compreensível. Por, pelo menos, duas razões:
  • é o modelo que conduz a isso
[um dia destes, demonstro isto melhor];
  • os professores estão habituados a tentar anular o mais possível a subjectividade da avaliação; esse objectivo consegue-se tanto mais
[sendo impossível anular totalmente a subjectividade a qualquer avaliação]
quanto mais se especificarem comportamentos observáveis que permitam tornar o processo menos arbitrário. Fazem isso com a avaliação dos alunos e é compreensível que o façam com a avaliação dos professores.
Mas não são os "exageros" de algumas escolas que tornam este modelo burocrático. Este modelo é inevitavelmente burocrático. E o que este governo pê-èsse fez à avaliação dos professores fez à profissão docente no seu conjunto: burocratizou-a de modo incrível
[e isto também tem que levar volta, porque o mais importante, na actividade do professor, é ensinar e são as actividades que podem melhorar esse ensino].
Dou apenas uma amostra, a partir do meu caso pessoal.

Às quartas-feiras, entro na Escola um pouco depois das 8h da manhã, para começar a trabalhar às 8.25h. Descontado um intervalo para almoço, não saio da Escola antes das 18h e, bastantes vezes
[basta ter reunião de Conselho Pedagógico -- e tenho, em média, mais do que uma por mês],
saio quase 12 horas depois de ter chegado, de manhã. Ora... dessas quase 12 horas de trabalho na Escola, são ocupadas a "dar" aulas e/ou a preparar aulas... 0 horas. Repito, para o caso de alguém pensar que me enganei: zero (0) horas. Nem uma única aula, nem um único minuto para "preparar" aulas. Quando chego a casa, às vezes ainda tento "dar uma olhadela" nas aulas que tenho, no dia seguinte, às 8.25h; na maioria dos casos
[mas nem sempre...],
já não "tenho cabeça", ou não tenho pachorra, ou... acho que, no trabalho, também tem que haver decência.

E não venham os governantes dizer que são as escolas que exageram; isto resulta apenas do cumprimento das disposições legais deste governo pê-èsse. Isto é reflexo/consequência de uma determinada "filosofia" da Educação/Ensino, defendida e posta em prática por este governo pê-èsse. E isto tem que mudar!... Não é o trabalho que está em questão: está em questão o trabalho inútil para a actividade de ensinar.

escrito por ai.valhamedeus

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O SR. ESCUSA (3)

O actual presidente da república portuguesa

[de cognome Sr. Escusa -- se não sabe porquê, informe-se aqui]
declarou hoje escusar-se a interferir na escolha e substituição dos membros do Conselho de Estado representantes dos partidos.

Louvável escusa!

escrito por ai.valhamedeus

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O SR ESCUSA NO SEU MELHOR

O pessoal não apreciou, mas é assim que eu gosto de Cavaco Silva, de cognome sr. Escusa:



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ÔI! ÔI! ÔI!

Apelando à confiança nos políticos
[a minha, de certeza que a não terão],

Se o grande objectivo do orçamento é a redução do défice e isso se faz, no entender dos seus autores, com aumento de impostos e redução dos salários
[medidas sobre as quais o putativo pedófilo Paulo Pedroso genialmente disse às tvs: "são medidas que eu classificaria como ... (fez uma pausa suspensicamente suspensiva] inevitáveis"],
então aperfeiçoamento só pode ser qualquer coisa no género de aumentar mais os impostos e/ou diminuir mais os salários.

...ôi! ôi! ôi!... Definitivamente, estamos feitos!...

escrito por ai.valhamedeus

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AS DELÍCIAS DE CAVACO

Há quem se diga surpreendido com as lamentações do sr. Escusa, relativas às suas pensões e às dificuldades económico-financeiras com que faz face às suas despesas. Só se pode surpreender quem se não lembrar do passado do sr. Escusa. Seja o exemplo deste episódio:



escrito por ai.valhamedeus

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O SR. ESCUSA

Um dia destes, Cavaco Silva escusou-se a comentar a "visita" da polícia à sede do SPRC: não tinha dados suficientes para o fazer. Agora, o Procurador-Geral da República faz declarações polémicas e Cavaco Silva escusa-se a comentá-las: é assunto demasiado delicado para ser tratado publicamente.

Desde a campanha eleitoral, este senhor nunca teve muitas ideias. Continua, pois, igual a ele próprio.

escrito por ai.valhamedeus

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O QUE É NACIONAL É BOM?

Há muito tempo que perdi a consideração pelo atual Presidente da República

[a bem dizer, acho que nunca tive qualquer consideração].
É público, neste blogue e há muito tempo também, que conheço Cavaco pelo cognome de Sr Escusa. Na verdade, Cavaco escusa-se a falar de todos os assuntos que não sejam inócuos ou que não sejam a defesa do governo em governação. Hoje mesmo, escusou-se a falar da dívida (do governo regional) da Madeira, mas pronunciou-se sobre o consumo de produtos nacionais.



Declaro aqui publicamente que eu não consumo produtos nacionais, assim sem mais
[isto é, como regra incondicionada: pelo facto de serem nacionais].
Consumo-os só se, por qualquer razão, forem preferíveis aos produtos estrangeiros. Até porque a esmagadora maioria dos produtos à venda não são nacionais
[nem serão, a curto/médio prazo, de certeza, pelas razões que se sabem. As declarações cavaquianas servem para encher visitas de Estado e justificar comitivas].
E, estrangeiro por estrangeiro, acabo de concluir que é preferível comprar no estrangeiro. A demonstração:
Acabo de receber a minha primeira compra feita através do ebay. Encomendei um produto que custa, na Asus Portugal, 36 euros. Veio acompanhado por oferta de outro, com valor português de mais de 10 euros, e por um terceiro, também oferta, que já tinha adquirido em Portugal por 13 euros e pico. Tudo somado, cerca de 60 euros. Através do ebay, diretamente da China, custou-me o conjunto 12,10 euros, com portes incluídos.
Tal como aqui fica!...

escrito por ai.valhamedeus

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CAVACO IGUAL A ELE PRÓPRIO

O sr. Cavaco Silva, mais conhecido como actual presidente da república portuguesa, comentou o chamado "incidente da Covilhã". Fê-lo nos termos que habitualmente usa quando comenta sem comentários visivelmente lidos ou supostamente decorados: disse que não comentava.

Justificou a escusa com uma justificação razoável: não tinha informações suficientes. Mas há uma informação que

[no meu entender]
deve ser suficiente para merecer reacção de qualquer presidente da república minimamente digno: a informação de que supostamente a polícia agiu pidescamente. Por ter sido amplamente divulgada sem que qualquer dos supostos réus a tivesse desmentido
[antes tendo sido assumida como procedimento normal por, pelo menos, um polícia e o governo civil da Covilhã],
essa é informação suficiente para uma rejeição genérica do acto em si. Insisto: qualquer presidente da república
[supondo tratar-se de uma república democrática]
minimamente digno deve rejeitar teoricamente qualquer acto desta natureza. Não o fazer retira-lhe toda a dignidade.

Por mim não estou surpreendido. Em termos gerais, nunca achei que este presidente da república fosse grande coisa. Tenho aqui mais uma confirmação.

escrito por ai.valhamedeus

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A MONTANHA PARIRÁ UM RATO?

Estou na escola onde trabalho, num curto intervalo entre aulas. Há grande agitação: segundo parece, um porta-voz do governo anunciou um conselho de ministros extraordinário sobre a avaliação docente, que estará a decorrer, e uma conferência de imprensa às 18h. Motivo da agitação: a pergunta "cairá a ministra? / suspender-se-á a avaliação?"

Atendendo à prática deste governo pê-èsse, não me custa admitir a hipótese de mais uma operação de marketing
[que poderia ter sido mais aperfeiçoada: por exemplo, o conselho de ministros poderia ter sido no sábado ou mesmo no domingo -- daria mais solenidade ao acto e mais facilmente convenceria, se o anúncio for a impossibilidade de alterar qualquer coisa de substancial].
Não me custa admitir a hipótese de, na conferência de imprensa, se anunciar coisa nenhuma, tentando fazer passar a ideia de que se tentou tudo
[até um conselho de ministros extraordinário],
mas é realmente impossível que a coisa seja de outro modo. Ou, então, admitir qualquer cedenciazita para desmobilizar professores
[e até eventualmente algumas organizações sindicais: a História do movimento sindical permite-nos admitir facilmente a hipótese de pressões governamentais nesse sentido, particularmente junto dos sindicatos da UGT].
Espero que nem os apelos do Sr. Escusa à serenidade
[que ontem se repetiram]
nem alguma cedência no que é acessório consigam desmobilizar professores ou sindicatos da única condição para serenarmos a luta: a suspensão imediata deste modelo de avaliação.

escrito por ai.valhamedeus

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