Agradeci às árvores que tornaram rica a minha vida[Tagore, Rabindranath, A Asa e a Luz, Assírio & Alvim, s/l, 2016, pág. 115]
Mas esqueci-me das ervas
Que a mantiveram sempre verde.
escrito por Carlos M. E. Lopes LEIA O RESTANTE >>
Agradeci às árvores que tornaram rica a minha vida[Tagore, Rabindranath, A Asa e a Luz, Assírio & Alvim, s/l, 2016, pág. 115]
Mas esqueci-me das ervas
Que a mantiveram sempre verde.
Faça corresponder a cada um dos cinco elementos da filosofia chinesa do Feng Shui e do taoísmo, o respectivo ponto cardeal, animal, campo de vida (profissão, casamento, etc), cor, sentido humano (audição, visão, etc.), estação do ano, hora do dia, percentagem de yang (jovem, velho) e de yin, e aplique a lei da contradição principal a esse conjuntoConfesso a minha ignorância de licenciadozinho: não sei responder. Mas o (presumível) autor responde por mim:
Os cinco elementos da filosofia chinesa do taoísmo são: madeira, fogo, terra, metal e água. As correspondências de cada um são:Depois de ler a resposta, sinto que a minha condição de licenciadozinho fica ainda mais esmagada: fico a saber (ainda) menos o que é a filosofia, que não imaginava que pudesse andar por estes caminhos.
MADEIRA. Este. Dragão verde. Crescimento, família. Cor verde. Visão. Nascer do sol. Jovem Yang.
FOGO. Sul. Fénix. Fama. Fala. Verão. meio dia, velho Yang (máximo Yang ou máxima luz e calor).
TERRA. Sudoeste (ou Centro, segundo algumas interpretações). Serpente. Cor: amarelo. Fim do verão. Casamento, amores. Sabor. Meio da tarde. Igual proporção de Yang e Yin.
METAL. Oeste. Tigre branco. A criatividade, os filhos. O olfato. Outono. Cor branca. Pôr do sol. Jovem yin (algum frio e humidade).
ÁGUA. Norte. Tartaruga negra. A profissão, os negócios. Audição. Inverno. Meia noite, velho Yi ( máximo Yin ou máxima escuridão e frio).
A lei da contradição principal diz que um sistema de múltiplas contradições pode ser reduzido a uma só, organizando-as em dois blocos, podendo haver uma ou outra contradição na zona neutra. Assim podemos, por exemplo, colocar de um lado o bloco Yang (Madeira/primavera ; Fogo/Verão) e do outro lado o bloco Yin (Metal/ Outono, Água/Inverno), ficando na zona neutra a Terra/Fim do Verão na qual Yang e Yin se equilibram. Há outras maneiras de estruturar a contradição principal.
[vem a propósito lembrar declarações de um ex-diretor da DGAE, em tempos de governação Cratiana: "É um escândalo que o ministério transfira para o ensino privado 160 milhões sem qualquer auditoria"]Ameaça que se concretizou. O movimento de ataque
(personificado no Defesa da Escola ponto. Ponto de interrogação?, pergunto eu)às pretensões do governo tem tido uma intensa atividade constante. Múltiplas e (quase) diárias iniciativas, algumas das quais pouco pacíficas: a utilização de crianças como "escudos humanos" nas manifestações, por exemplo. Ou a pressão sobre os pais. Ou esta carta, presumivelmente escrita pela(s) criança(s) que a assina(m) -- afetuosamente escrita, no estilo afetuoso da pessoa a quem se dirige, com beijinho e xi coração (para tentar fazer esquecer quem ganha com os contratos de associação?)
Chegou hoje de manhã alguém que estava longe,Tagore, Rabindranath, A Asa e a Luz, Assírio & Alvim, s/l, 2016, pág. 111]
E ficou ainda mais perto quando, de noite, partiu.
Amelinha deu como prova da sua visão da Virgem uma cruz na testa. Veio a descobrir-se que era de tintura de iodo.b) Oscar Brénifier: filosofia no dia-a-dia
"O investigador francês passou por Portugal para um workshop sobre filosofia do quotidiano. O desafio? Tirar Platão e Sócrates dos livros e aplicá-los nas nossas vidas".
(Aviso meu: este Sócrates não é o que estão a pensar...)escrito por ai.valhamedeus LEIA O RESTANTE >>
A 13 de maioPortanto, a Virgem Maria ficou por cá, não chegou a meio ano. Ou seja, nem a Virgem Maria gostou deste país...
na cova da Iria
apareceu brilhando
a Virgem Maria.
A 13 de outubro
foi o seu adeus
e a Virgem Maria
voltou para os céus.
[...e ainda querem que refugiados venham para cá viver?!]escrito por ai.valhamedeus LEIA O RESTANTE >>
Tu ladeavas o cavalo, rindo[Mendes, Luís Filipe Castro, Outro Ulisses Regressa a Casa, Assírio & Alvim, s/l, 2016, pág. 45]
da tua tão perfeita novidade.
Qual amazona de um destino findo,
o tempo não mudava a tua idade.
A pistola exibias sobre a coxa
e do meu desejo tua troça ria.
Enredado na lírica mais frouxa,
um soneto pobríssimo eu trazia
só para teu controle e vistoria.
Mas logo se soltou o teu cavalo
para bem longe de mim e da poesia.
E se guardo teu riso enquanto falo
e me digo e desdigo em cada dia,
guarda republicana, em teu cavalo
trouxeste troça feita melodia.
Dir-me-ão: dia da Mãe são, ou deviam ser, todos os dias. Literalmente. Se fizermos um estudo sociológico do panorama português, talvez se nos apresente um cenário que a ninguém já causa impressão, e muito menos perturbação. Pois, todos sabemos o número de agregados familiares constituídos pela mãe e por um filho, do sexo feminino ou do seu “oposto”. Do pai nem rasto. Seja como for, e para efeitos de calendário ocidental, hoje é o Dia da Mãe. E logo coincidente com o Dia do Trabalhador! Nada mais certeiro, já que a mãe é muitas vezes o único elemento trabalhador, no seio da família. Com pena agravada: auferir salário inferior, em muitos casos, ao do seu congénere masculino. O direito estatuído na Constituição: a trabalho igual salário igual é o que se sabe. E só não falo de outros “mimos” feitos às mulheres, porque já falei do meu cartão de cidadã, e não de cidadão, neste blogue, antes de ele, o mimo, começar a ser também referido por um partido, tendo, assim, visibilidade. Mas deixemos essas “minudências”e passemos ao dia que hoje se comemora: O Dia da Mãe. O comércio agradece. Tomaram eles, os comerciantes bem entendido, que a lista dos dias “assinalados”, como dizia a minha Avó, se lhes alongasse. De preferência ad aeternum. Eu vou já sugerir alguns: O Dia Internacional dos Offshores, O Dia dos Hidrocarbonetos, O Dia do Fracking, (não, não é o Dia do Fraque; este Dia foi inventado pelos Americanos, e não pelos Ingleses), etc., etc. O Dia dos/as Divorciados/as. Este não existe já? Muito me admira... O Dia do/a Pagante de Impostos, O Dia das Autoestradas com Portagem, O Dia das Cimenteiras, O Dia das Prospecções no Litoral Algarvio. Vêem como a lista se está a estender?! O Dia do Acordo Ortográfico (não dei conta deste Dia), O Dia do Ruído depois da Meia-Noite, inventado pelos estudantes da UALG. E muitos mais haverá. É só puxar pela imaginação, caro/a leitor/a.
Mas o que eu queria mesmo dizer é que este foi o primeiro Dia da Mãe em que não telefonei à minha a recordar-lhe que me lembrava dela, porque ela faleceu. Por acaso, num Dia também “assinalável”: O Dia dos Namorados. E que eu saiba, no céu não há telefones.
escrito por Gabriela Correia, Faro, Dia da Mãe. 2016
És um soneto um realejo amigo[Mendes, Luís Filipe Castro, Outro Ulisses Regressa a Casa, Assírio & Alvim, s/l, 2016, pág. 39]
que me estende da aranha a teia fina
onde este pensamento que persigo
se desfaz só no verso, só na rima?
Serás então do verso falso amigo,
mecanismo voraz e tentador
a destruir no ovo o que consigo,
tornando o pensamento um só rumor?
Se palavras apenas nossos versos
E as ideias ficaram para trás,
que direi dos meus actos, tão diversos
de tudo o que de nós a vida faz?
És tu soneto aranha e sua teia,
Um engano desfeito na areia…
Pensar, esse terrível crime é o título do editorial do Público de hoje (10/4/2016). Como se adivinha, sobre o caso dos ativistas angolanos, que "entrou num campo minado".
"É pelo “defeito” de pensar que os 17 activistas penam em Angola. Se o regime ao menos pensasse, já os teria libertado."Numa das últimas edições do mesmo jornal, o advogado Francisco Teixeira da Mota classifica a sentença que os condenou de "juridicamente repugnante".
O Dantas é a vergonha da intelectualidade portuguesa!escrito por ai.valhamedeus LEIA O RESTANTE >>
O Dantas é a meta da decadência mental!
E ainda há quem não core quando diz admirar o Dantas!
E ainda há quem lhe estenda a mão!
E quem lhe lave a roupa!
E quem tenha dó do Dantas!
E ainda há quem duvide que o Dantas não vale nada, e que não sabe nada, e que nem é inteligente, nem decente, nem zero!
Combo RATO/DIGITALIZADOR “mySCAN” da Hama.