Palestina livre!

Mostrar mensagens com a etiqueta Portugal. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Portugal. Mostrar todas as mensagens

PORTUGAL PERTO DO PODIUM

Portugal perto do podium. Estamos quase na medalha de bronze. Força Portugal!


EL PAÍS - La electricidad en los hogares españoles es la quinta más cara de Europa


escrito por Carlos M. E. Lopes

LEIA O RESTANTE >>

...A VOZ DE TODOS NÓS?!


Que raio de país! É o euro... histeria! É Ronaldo... histeria! É um tal Salvador que mia... é "a voz de todos nós!"

Como se diz em linguagem do nuórte: fuôda-se!

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

LIVROS_ CONHECER O PASSADO PARA COMPREENDER O PRESENTE



Uma História de Portugal (1808 – 2010) no contexto da América Latina:
  • HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DE PORTUGAL – VOLUME 1
  • O COLAPSO DO IMPÉRIO E A REVOLUÇÃO LIBERAL: 1808-1834
  • E HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DE PORTUGAL – VOLUME 2
  • A CONSTRUÇÃO NACIONAL: 1834-1890
…Um dos objectivos desta colecção é facultar ao público português, latino-americano e espanhol um conjunto de obras de contexto ibérico e atlântico…desmistificar algumas das ideias pré-concebidas da História… 
Ignorado pela maioria dos portugueses será o facto de, ao longo do século xix, Portugal pertencer à chamada “terceira Europa”. No ano de 1900 encontrávamo-nos numa situação de enorme pobreza, falência do Estado, com indicadores de educação extremamente baixos, e a tentar recuperar algum dinamismo económico perdido desde a independência do Brasil. Apesar da posição periférica no contexto europeu, Portugal passa da coroa mais pobre da Europa, no século xix, para um desenvolvimento intermédio, mas chega ao 25 de Abril com um atraso cultural e estrutural muito significativo… 
Quando olhamos para a nossa contemporaneidade e para a crise actual talvez não nos lembremos de que só entre 1970 e 2000 Portugal atinge um impressionante processo de desenvolvimento económico, democratização, modernização, e efectiva mudança social…
[In Jl]

escrito por Gabriela Correia, Faro

LEIA O RESTANTE >>

Amália

Cumprem-se, hoje, 92 anos sobre o nascimento de Amália Rodrigues. Pretexto para recordar a história
(e ouvir várias interpretações)
de uma das mais ouvidas das composições que ela cantou: Barco Negro (Mãe Negra, na origem -- com letra censurada pela ditadura, entretanto alterada por David Mourão Ferreira). Aqui (n'O meu baú): http://omeubau.net/sons-6-barco-negro/

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

VÍDEO SOBRE A TAP NOS WORLD TRAVEL AWARDS

Por cá nem tudo é mau…



Já se encontra disponível, no canal Youtube da TAP e na TAP TV, a reportagem sobre a cerimónia dos World Travel Awards, considerados os “óscares” do Turismo mundial.

Na mais recente edição, no Qatar, a TAP consagrou-se como a Companhia Aérea Líder Mundial para África e, pela terceira vez consecutiva, viu renovado o título de Líder Mundial para a América do Sul, acumulando agora os dois prémios, num momento histórico para a Companhia. A entrega dos troféus foi feita durante a gala da grande final dos WTA, World Travel Awards, e pode ser vista em www.youtube.com/tap ou num dos monitores disponíveis no Campus TAP onde a TAP TV é emitida (Hangar 6, TTA, Bar do Refeitório, Bar da UCS, Bar do Edifício 28).

escrito por Gabriela Correia, Faro

LEIA O RESTANTE >>

PRIMAVERAS LIVRES, FLORES VERMELHAS

[Para festejar o 25 de Abril, recupero um texto escrito a 25 de Novembro de 2007, com o título "Viagem a Ítaca"]

Não queria que passasse em branco o 25 de Novembro. Lembro-o celebrando o 25 de Abril e as gratas recordações que desses tempos guardo.

Socorro-me de uma canção do cantautor catalão Lluís Llach
[Abril 74, do álbum Viatje a Ítaca],
dedicada à "revolução dos cravos", quando Espanha era ainda dominada por Franco. Canta-a, aqui, com o tenor José Carreras:

Para o caso de querer acompanhar, deixo a letra:
Companys,
si sabeu on dorm la lluna blanca,
digueu-li que la vull
però no puc anar a estimar-la,
que encara hi ha combat.

Companys,
si coneixeu el cau de la sirena,
allà enmig de la mar,
jo l'aniria a veure,
però encara hi ha combat.

I si un trist atzar m'atura i caic a terra,
porteu tots els meus cants
i un ram de flors vermelles
a qui tant he estimat,
si guanyem el combat.

Companys,
si enyoreu les primaveres lliures,
amb vosaltres vull anar,
que per poder-les viure
jo me n'he fet soldat.

I si un trist atzar m'atura i caic a terra,
porteu tots els meus cants
i un ram de flors vermelles
a qui tant he estimat,
quan guanyem el combat.
Companheiros,
se sabeis onde dorme a nuvem branca
dizei-lhe que a quero
mas que não posso ir amá-la
porque aqui ainda há combate.

Companheiros,
se conheceis o canto da sereia,
lá, no meio do mar
eu iria lá vê-la
mas aqui ainda há combate.

E se um triste azar me barra e caio por terra
levai todos os meus cantos
e um ramo de flores vermelhas
a quem tanto amei,
se ganharmos o combate.

Companheiros,
se desejais as primaveras livres,
quero ir convosco
que para poder vivê-las
me fiz soldado.

E se um triste azar me barra e caio por terra
levai todos os meus cantos
e um ramo de flores vermelhas
a quem tanto amei,
quando ganharmos o combate.


Com menos uns anos, Luís Llach interpretou assim, numa versão mais intimista, Abril 74:


escrito por ai.valhamedeus
[com um abraço para o Cunha, através de quem conheci Lluís Llach]

LEIA O RESTANTE >>

irreal quotidiano 12. CENTENÁRIO

(do quotidiano de uma república com 100 anos)


-- é assim!...
-- pois é!
-- andamos todos à espera da nossa hora!
-- é a vida!...

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

PORTUGAL JÁ ESTÁ A ARDER?

Esta pergunta fazem-na alguns Portugueses, mentalmente ou não, quando os raios de sol começam a dardejar, furiosos, sobre a terra já queimada.

Alguém escreveu, um dia destes, que “o Verão foi feito para a música”, a propósito dos Festivais que por aí abundam. Com sua licença, emendo: Portugal foi feito para os fogos.

Ele há, neste país, várias zonas demarcadas: do vinho, do azeite, etc.;

Ele há os DOP -- Produtos de Denominação de Origem Protegida;

Ele há os Parques Nacionais disto e daquilo Protegidos;

Ele há os PDM que regulam e contra-regulam, dispõem e proíbem (a alguns) e invocam leis, disposições, decretos, e pareceres. E etc.

Pois, a mim, parece-me que devemos acrescentar a essa panóplia de zonas protegidas as Zonas Demarcadas de Fogos.

Por conseguinte, aceitam-se desde já apostas com o nome das Zonas Demarcadas dos Fogos para o próximo ano.

P.S. Não vale ir atear o fogo na zona que consta das Vossas apostas!

P.S.2 Alerto, contudo, os mais novos para o facto de que qualquer semelhança do título deste texto com o título do filme dos anos 60 “Paris Já Está A Arder?”é pura ficção, uma vez que a ordem de Hitler, ou de um dos seus sequazes (já não recordo bem) nunca chegou a ser cumprida.

escrito por Gabriela Correia, Faro

LEIA O RESTANTE >>

PORTUGAL NÃO É A GRÉCIA!

Os noticiários abrem todos com a notícia da operação de charme de Portugal em Nova Iorque, sob o lema Portugal não é a Grécia!

Eu garanto aos estado-unidenses que, de facto, Portugal
(ainda)
não é a Grécia. Os incêndios com greve geral e manifestações são gregos. Por cá...

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

ZOOM [54] - contra a crise

[clicar na imagem, para ler melhor]

Também podia ser
Viva o Papa!
Viva o Papa!
Viva o Papa!...
escrito por ai.valhamedeus [com um beijo para o Pedro]

LEIA O RESTANTE >>

SOMOS TODOS HISPANOS?

Cá por mim não me importava. O Zapatero até é mais bonito do que o Sócrates!

Mas ouçamos o que diz Gabriel Magalhães, que viveu no País Basco e na Galiza, e que é actualmente professor na Universidade da Beira Interior. Segundo ele,
o espanhol não tem ideia muito clara do que é ser português. Alguns deles imaginam-nos como um povo de selvagens; uma tribo amazónica que decidiu morar na Península. Quando eu era pequeno, nos anos 70 do século passado, os meus colegas castelhanos perguntavam-me se, em Portugal, havia automóveis.
(Tal pergunta, em minha opinião, não revela que nós sejamos, ou antes, fôssemos trogloditas. Revela, outrossim, a ignorância de nuestros hermanos.)
Continuemos, porém, a ouvi-lo:
… Isto está a mudar, felizmente…. Existe de facto uma particular consciência peninsular nas zonas fronteiriças. Isso é muito visível na Universidade onde lecciono, a Universidade da Beira Interior, sempre muito empenhada neste terreno. Por outro lado, a Extremadura espanhola tem feito nesta área um grande trabalho. No fundo, estão a reconstruir a Lusitânia romana. Como é sabido, esta província do império tinha a sua capital naquilo que é hoje a cidade espanhola de Mérida
(a propósito, já visitaram as ruínas e assistiram a um espectáculo de música clássica, ou a uma ópera no anfiteatro romano?)
e um território que abrangia uma parte do actual Portugal e uma parte da actual Espanha.
(Bolas, lá vão conquistar-nos outra vez. Não se ficam pela fruta, que até é mais ácida e azeda…)
Península IbéricaA exemplificar este trabalho, Gabriel Magalhães refere a grande exposição “Suroeste”, cuja inauguração está prevista para inícios de 2010. Hélas, trata-se de um grande lusitanista… Mas espanhol. António Sáez Delgado. Nem o meu computador me quer aceitar o apelido espanhol. Está visto que não é iberista. Pois não, é “amaricano”, microsoftista dos quatro costados.

Vale, todavia, a pena atentar na resposta do nosso conterrâneo à pergunta da jornalista: Ainda temos de vencer preconceitos mútuos?
Sem dúvida. Falar de Portugal em Espanha, ou de Espanha em Portugal, é uma actividade perigosa. Sobretudo se uma pessoa não envereda pelo discurso mais “patrioteiro” ou pela verbosidade amável, por vezes “iberista”, da política… O nacionalista português possui um perfil curioso: anda caladinho pelos cafés, mas, quando se enerva, é capaz dos maiores dislates. Os fundamentalistas castelhanos são personagens também radicais, com a diferença curiosa de que existem em forma de dislate logo à partida. Estamos muito mais perto do Afeganistão do que pensamos. A Península tem por dentro um “aquelarre” de intolerância que nos pode apanhar em qualquer momento. Foram pessoas dos nossos países ibéricos que fuzilaram o Garcia Lorca. Que queimaram o António José da Silva. Não devemos esquecer nunca o touro bravo que subjaz à Ibéria.
E aconselha-nos Gabriel Magalhães ao conhecimento mútuo e à tolerância e compreensão mútuas, para logo, nos alertar:
Mas há outro nacionalismo, talvez mais perigoso… Refiro-me ao “economicismo”, que é uma espécie de nacionalismo global, cujo território é o dinheiro em circulação entre os países.
Aí é que bate o ponto, como diria a minha avó e a minha mãe, que compravam caramelos e lingerie às contrabandistas
(sim eram, na esmagadora maioria, mulheres)
que fugiam e escapavam aos carabineros de um e outro lado da raia, a fazer pela magra vida. Mulheres fortes da minha infância! De Quadrazais, quase todas.

P.S. Com um abraço para a Maria José, iberista convicta.

escrito por Gabriela Correia, Faro

LEIA O RESTANTE >>

LUGARES -13. portugal

Porto cidade

[Porto. A cidade vista de uma janela]

O blogue Odisea 2008, que já aqui referi mais do que uma vez, faz um percurso visual por "esse belo país" que é Portugal, tal como era no século XIX e princípios do XX
[está tudo AQUI].
Utiliza as ilustrações de 3 obras, típicos livros de viagem da época:
Belezas de Tomar
[belezas de Tomar]

[rua principal de Ourém]
  • Through Portugal (Através de Portugal), com textos de Martin Hume e ilustrações Archibald Stevenson Forrest, editado en 1907.

    Contém 32 gravuras a aguarela, que (apesar da má qualidade, seja da impressão da obra seja da digitalização que se fez do original) nos permitem uma panorâmica interessante dos diversos lugares e gentes deste país em princípios do século XX.
Malha do trigo[malha do trigo]

tear
[tear]
  • Portugal, its land and people (Portugal, a sua terra e a sua gente), com texto de William Henry Koebel e gravuras das aguarelas de Susanna Roope Dockery (nascido no Porto em 1856). Editada em 1909, esta obra apresenta gravuras de melhor qualidade e complementa a anterior, já que as datas de edição são muito semelhantes.

Coimbra. Sé velha[sé velha de Coimbra]
[a cidade do Porto]
  • The tourist in Portugal : illustrated from paintings by James Holland (O turista em Portugal: Ilustrado com gravuras de pinturas de James Holland), com textos de William Henry Harrison. O blogue expõe 13 das 18 gravuras do livro, deixando hiperligação para as ver todas.
escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

A REPÚBLICA

PS(D) quadrilha

A propósito das alternâncias entre regeneradores e progressistas, no princípio do século XX, João Chagas afirmou
em Portugal não há dois partidos, mas uma quadrilha só, dividida em dois bandos”.
Cem anos depois, claro que não há qualquer semelhança com o que se passava em Portugal. Portugal modernizou-se, entrou pela Europa a toda a força, os crimes económicos cessaram, o desenvolvimento aí está impante, a corrupção foi erradicada e o país respira confiança.

Ah!... e a quadrilha dos dois partidos desapareceu.

escrito por Carlos M. E. Lopes

LEIA O RESTANTE >>

PAIXÕES


Bem sei que isto não é racional
[mas não tem importância...].
O campeão de inverno do ano passado
[e possivelmente também deste ano. Isso! o slb!]
acaba de ser afastado da taça de portugal por uma equipa do norte
[o vitória de Guimarães].
É uma derrota de Jesus
[parabéns ao Ya Allah].
Os meus sentimentos ao
[nosso. do Ai Jesus!]
Carlos Lopes. Viva o norte! Viva Portucale!

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

CÉSAR DAS NEVES EM VIAS DE EXTINÇÃO?

João César das Neves revolta-se, e com razão, com o facto de haver menos casamentos religiosos e, sobretudo menos nascimentos. E a que se deve essa situação? Se os imigrantes são responsáveis pela diminuição dos casamentos católicos, as diversas leis que financiam o aborto, facilitam o divórcio e fomentam os casamentos homossexuais, são a causa da diminuição da natalidade. Um casal, mesmo que ande às turras, se não se pudesse divorciar, sempre procriava. Um homossexual, se não se lhe facilitasse a vida, sempre se via obrigado a ter filhos. Uma mulher violada, abandonada ou sem condições que aborte por necessidade, contribuía para o aumento da natalidade se não o pudesse fazer.

Ora, face a estas políticas criminosas, estamos – nós, os portugueses – em vias de extinção. E já viram o que era, no futuro, a humanidade sem portugueses? Sem Narcisos Mirandas, Sócrates, Marias de Lurdes Rodrigues ou Gabrielas Canavilhas
(mesmo sem Carlos Lopes ou aivalhamedeus)?
Esta preservação da raça, acho-a também uma ideia luminosa. E já a vi defendida por muito boa gente. Há gente possivelmente a mais, mas a grande preocupação é se os alemães, portugueses, franceses e companhia estão a diminuir. (Não me entra!...)

escrito por Carlos M. E. Lopes

LEIA O RESTANTE >>

MÚSICA PARA O FIM DE SEMANA - arte & ofício

Faces Arte & OfícioArte & Ofício foi uma banda portuguesa, criada em meados dos anos 70 do século passado como "superbanda" que reunisse os mais experientes instrumentistas da cena rock portuense. Como escreve Aristides Duarte, num texto transcrito aqui,
O seu som caracteriza-se por uma mistura de Hard Rock com Jazz Rock, na linha de uns Gentle Giant, mas com estéticas originais.
Do mesmo texto [negritos meus]:
Em 1979 é editado "Faces", o seu primeiro trabalho de longa duração, com duas faces bem distintas: uma face Rock e uma face Jazz Rock. Este disco conta com a participação de António Pinho Vargas, hoje reputado músico de Jazz, que fará parte do line up da banda durante algum tempo. O grupo inicia uma tournée nacional em Teatros , com o apoio de uma marca de "jeans" e que chega à Guarda no dia 7 de Julho de 1979. O velhinho Cine-Teatro da Guarda ,com lotação esgotada, aplaudiu o grupo de Sérgio Castro. Garcez confirma-se como um verdadeiro "animal de palco" e o som da banda está cada vez melhor.
É este disco que proponho hoje.
Este LP, opina António A. Duarte, é o retrato desta excelente banda portuguesa. É, ao mesmo tempo, um espectáculo em acetato, uma mostra das variadas e eclécticas potencialidades do grupo, um festival de técnica e uma lufada de ar fresco e de humor.
(A Arte eléctrica de ser português: 25 anos de rock'n Portugal. [Lisboa]: Bertrand, 1984, p. 157).

Está aqui: parte 1; parte 2; parte 3; capas.

[se tiver alguma dificuldade em descarregar e/ou gravar, diga-nos: talvez possamos ajudar]

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

PERCURSO PARA O FIM DE SEMANA

Temos fim de semana prolongado pelo 5 de Outubro de segunda-feira. Ocasião para uma fuga dos lugares de todos os dias. Até às zonas da Serra da Estrela, por exemplo. Pode ser para um percurso a pé, de 11km, da aldeia de Folgozinho ao Covão da Ponte. Entretanto, aproveita-se para uma refeição em Folgozinho, no Albertino
[um restaurante cuja refeição-tipo "propõe uma sucessão de especialidades regionais capaz de satisfazer o mais desmesurado dos apetites". Conheço gente que percorre regularmente bastantes quilómetros para confirmar que assim continua a ser. Fui lá num fim de semana e garanto que a afluência, nesses dias, é tanta que o tempo de espera faz desistir qualquer santo em início de carreira -- quero dizer, cuja paciência não seja mesmo a de muito santo].
O texto seguinte, em imagens,
[copiado de 20 passeios por Portugal, de Abel Melo e Sousa e Rui Cardoso. 2ª ed. Porto: Edições Afrontamento, 2004]
faz uma introdução ao percurso, sobre a Serra da Estrela, apresenta uma visão geral do trajecto e uma outra pormenorizada, dá informações sobre os principais lugares da zona e diversas indicações úteis
[designadamente, onde dormir e comer... incluindo uma alternativa, também recomendável, ao Albertino: o Escorropich'Ana em Carrapichana].
[pf, clique nas imagens para as aumentar e ler o texto]
escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

DESEMPREGO QUALIFICADO

Relatório da OCDE com dados de 2007
Desemprego de jovens qualificados é mais alto em Portugal

Os jovens universitários portugueses são mais afectados pelo desemprego de longa duração do que a média dos universitários desempregados nos restantes países da OCDE. A constatação é válida também para os jovens desempregados que não completaram o ensino secundário, segundo o relatório “Education at a Glance”, que foi ontem divulgado e que é a mais vasta compilação de dados sobre os sistemas educativos daquele espaço económico composto por 30 países.

Trabalhando com dados de 2007, o relatório mostra que o desemprego de longa duração afecta 51 por cento dos desempregados portugueses com diploma universitário e idades entre os 25 e os 34 anos. Na média dos países da OCDE, esta taxa é de 42 por cento.

[o resto da notícia aqui].

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

ÀS QUINTAS, VÉSPERAS DE SEXTAS - 2

ACTO I, e ÚNICO
CENA 1 e ÚNICA

Cenário: Uma rua downtown da ainda capital do Algarve
Hora: Las Quatro de La tarde
Personagens:

Narradora, desnudada q.b. para não ofender a moral pública e aproveitar o ensejo de um bronzeado, sem ter de enfrentar o desassossego de qualquer das praias do Allgarve em Agosto; desertinha por chegar a casa.
Mulher na 3ªíssima idade, um metro e meio mal medidos, pouco mais de 40 kg, braço dobrado pelo cotovelo a fim de segurar a alça da malinha, tipo a Guida do “Conta-me Como Foi”.
Transeuntes, poucos, devido ao sol castigador?
Não sei qual a razão, mas o que é certo é que a 3ª Idade tem uma inclinação por mim, eu diria. Quiçá pelos meus olhos que, mesmo atrás das lentes de sol, não escondem o que penso logo ali, quiçá porque ostento um ar simpático, ou apenas por escolha óbvia tendo como base a exclusão das partes, certo, certo é que a senhora se me dirigiu de forma assaz original:

-- O dia 18 calha quando, perguntou ela sem sequer me saudar. Parecia que eu lhe era familiar, mesmo da família, quem sabe! E que tínhamos vindo a conversar sobre dias do mês e coisas dessa magna importância.

Olhei-a com um sorriso meio divertido, meio complacente, e o meu coração derreteu-se. Seria do calor de deserto?

Ajudei-a no raciocínio e nas contas, enquanto os passantes nos passavam, com propriedade, ao lado…

-- Ah, então ainda faltam 5 dias para eu levantar a reforma…, disse ela no mesmo tom, de quem já nada tem a perder, ou a quem já nada espanta. A quem só já resta esperar.

E lá foi muito devagar, com a pressa na razão inversa da das recém-nascidas tartaruguinhas nas praias lá do outro lado, tentando vencer rapidamente o percurso entre o sítio onde eclodem os ovos e o mar seu salvador, a tentar escapar aos predadores, e são muitos, que o deus delas lhes colocou no caminho para pôr à prova não sei que vontade indomável de sobrevivência.

Ainda olhei para ela, indecisa, palavras impronunciadas a desenharem-se-me no cérebro parado; como o ar da tarde. Um ser frágil, de pés bastante desavindos no passo lento, perdida entre os demais.

Pensei: será que tem o suficiente para vencer o tempo que resta até ao dia 18?

Embora, mesmo assim é capaz de não estar em situação de penúria tão grave quanto a da família de refugiados sarauís que têm de dividir um ovo por 10 pessoas! Como?

Isso são contos largos que reservarei para uma outra 5ª Feira. Ou qualquer outro dia da semana. Talvez para o dia 18.

escrito por Gabriela Correia, Faro

LEIA O RESTANTE >>

ANTI-PIRATARIA * 20. suécia, portugal, frança

1.

Partido pirata sueco[Manifestação de apoio ao Piratpartiet, o Partido Pirata Sueco]

Recordo que o Partido Pirata Sueco é o primeiro partido a estar representado no Parlamento Europeu
[vitória conseguida nas eleições do passado dia 7 deste mês].
2.Partido pirata portuguêsO Partido Pirata Português já tem sítio na Internet, wiki e fórum.

3.
Entretanto, a França utiliza o exército para fechar uma web de BitTorrent
[traduzido de La Red en Candela]
SnowTigers, um dos maiores motores de pesquisa franceses de BitTorrent foi fechado pela polícia francesa, com a colaboração inestimável da inteligência militar francesa. Para Sarkozy, as descargas pela Internet são assunto de segurança nacional.

Segundo TorrentFreak, foram presos 10 responsáveis pelo motor de pesquisa e apreendidos 20 servidores que foram localizados mediante um programa espia da inteligência militar francesa. É o primeiro caso conhecido em que se utiliza o exército ao serviço das associações de luta contra a pirataria para fechar um portal deste tipo.

Parece que Frédéric Delacroix, presidente da ALPA convenceu os militares de que SnowTigers era uma organização criminosa e que era necessária a utilização destes recursos para fechar o serviço. Além disso, Lacroix informou que a operação não está concluída e que “ultrapassa as fronteiras francesas” para recuperar “vários milhares de euros gerados por SnowTigers e que são propriedade dos titulares do copyright”.

O presidente da ALPA (associação antipirataria francesa) explicou que os utilizadores que doaram dinheiro ao portal para a sua manutenção também ficarão à disposição dos tribunais, o que supõe o remate deste caso peculiar. Maus tempos estes, pelo país das liberdades.
escrito por ai.valhamedeus e Eduardo LG (Argentina)

LEIA O RESTANTE >>