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O QUE É FILOSOFIA POLÍTICA?

Filosofia PolíticaEntrada Livre

PROGRAMA:

28 de NOVEMBRO

10h00
Sessão de Abertura
António Marques (Director do IFL)

10h15 - 13h00

Reflexões Darwinianas sobre a Sociedade
João Paulo Monteiro (IFL - FCSH, Univ. Nova de Lisboa)

As Tarefas da Filosofia e o Desejo dos Intelectuais
Edmundo Balsemão Pires (Universidade de Coimbra)

A Filosofia Política e a Democracia
Miguel Morgado (Universidade Católica)

Ambiguidades da Filosofia Política de Rawls
Regina Queiroz (Universidade Autónoma/IFL)

Moderador: Rui Bertrand Romão

15h00 - 17h30
Sócrates Ignorava os Dez Mandamentos, ou uma Proposta Modesta Sobre os Caminhos Passados e Futuros da Filosofia Política
Luís Salgado de Matos (ICS/ Universidade de Lisboa)

Entre a Filosofia Política e a Teoria Política: a Proposta Pluralista de Isaiah Berlin
José Tomaz Castello-Branco (Universidade Católica)

Filosofia Política e Arte de Escrever em Leo Strauss
António Bento (Universidade da Beira Interior)

A Filosofia Política para lá do Estado-Nação
Tiago Araújo (Diplomata)

Moderador: João Tiago Proença

18h00

L'Objet de la Philosophie Politique à l' Époque de l'Achèvement Européen de la Souveraineté
Conferência de Gérard Mairet (Université Paris 8)

Moderador: Diogo Pires Aurélio

29 de NOVEMBRO
10h00 - 13h00
Grotius e Spinoza, Política sem Metafísica ou Política em Metafísica?
André Santos Campos (Doutorando na Univ. de Lisboa)

Kant, a Política e a História
Paulo Tunhas (Univ. Fernando Pessoa/ IFL)

Paradoxos da Filosofia Política
Rui Bertrand Romão (Universidada Beira Interior/ IFL)

A Filosofia Política e o Futuro Indefinido
João Cardoso Rosas (Univ. Minho/ Univ. Católica)

Moderador: Regina Queiroz

15h00 - 17h30
A Política da Filosofia Política
Alexandre Franco de Sá (Universidade de Coimbra)

A Desarmonia dos Dias Filosofia Política, Ideologia e Kitsch
João Tiago Proença (IFL)

O Ataque à Política
Alexandre Vaz Pereira (ex-doutorando na Univ. de Florença)

Filosofia e Ciência Política: Limites e Cruzamentos
Diogo Pires Aurélio (FCSH/IFL)

Moderador: Paulo Tunhas

18h00
Living with Strangers
Conferência de Lynn Dobson (University of Edinburgh)

Moderador: João Paulo Monteiro

19h00
Encerramento
Comissão Organizadora (INSTITUTO DE FILOSOFIA DA LINGUAGEM)
Diogo Pires Aurélio, João Tiago Proença, Regina Queiroz

escrito por ai.valhamedeus

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A BOLA (AINDA) É REDONDA

A “Bola” tem “Conteúdo reservado a utilizadores registados com uma subscrição activa.” Tem. Outros fazem o mesmo e, até certo ponto, compreende-se. Não compro a “Bola”

(em papel),
nem subscrevi a sua edição electrónica mas, quando posso, às vezes, na diagonal, intento uma leiturinha dos opinadores de serviço, excepto do serviçal MST, cujo veneno me abstenho de provar, mesmo lendo, porque já me avisaram que existem estudos científicos
[em que creio],
com tese expressa de que veneno, mesmo escrito, pode matar e, como ainda sou novo
[e li o “Nome da Rosa”],
fico para ver Sócrates, em reprise, emborcar a cicuta, a verdadeira, a dos votos, no Pathernon, que bem poderá ser a Torre de Belém.

Mas, não é sobre esta maçada,
[ou será massada?]
que desejo escrever, não. É mesmo da “Bola” e da escrita a que Vítor Serpa, de forma recorrente, já nos habituou. A lucidez, a transparência, a honra, a honestidade, a tolerância, entre outras
[a ordem é aleatória],
são bens minguados que um certo partido, maioritariamente absoluto, se tem encarregado de promover, extinguindo. J. Locke, rapaz expedito, inglês, apesar de Blair, encheu o séc. XVII de
[bons]
pensamentos, em que a preocupação central se situava, isso mesmo, nas pessoas. Congeminou um certo “Contrato Social” em que o cidadão abdicava de parte da sua liberdade, depositava-a no Estado a quem competia a defesa intransigente da vida, da liberdade, protegendo cada um da doença e, pasme-se, ia ao limite de atribuir ao Estado competência e obrigação de amaciar ou eliminar a própria dor
[não esclareceu se apenas a física, ou todas, inclino-me para todas].
Ora, o que Vítor Serpa nos conta, escrevendo, é o fim anunciado de qualquer “contrato social”; o esquecimento premeditado
[só pode]
das pessoas, apesar do imberbe “choque” que acometeu o pm, ao saber como na África profunda – para onde levaram a “Jangada” –, se tratam os indígenas.

Serpa convoca B.Brecht
[a Portugal]
para nos falar do individualismo exacerbado, do egoísmo serôdio e de como estamos paulatinamente a construir a selva ou a regressar à expedita lei do mais forte. Mas o melhor, mesmo, é ler:

Vítor Serpa na Bolaescrito por Jerónimo Costa

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