TRUMP(A)

EUTANÁSIA: A SAGRADA ALIANÇA CDS-PCP


Percebo a posição do CDS sobre a eutanásia. E continuo a tentar perceber a do PCP.

Tenho já várias hipóteses: terá o PCP votado ao lado do CDS

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

CINEMA E HISTÓRIA... AFETADOS


Acabei de ler o 1° capítulo deste livrito. Não garanto que leia os restantes.

E, no entanto, é um livrito que poderia ser (bem mais) interessante, sem uma escrita tão afetada.

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

TELEGRAM, UMA APLICAÇÃO SEGURA

O TELEGRAM Messenger já foi uma das minhas aplicações de comunicação favoritas. 
Parece que foi-o (é?) também entre membros do "Daesh": por exemplo, foi através do Telegram que o “Daesh” reivindicou os ataques de Paris, o atentado que motivou a queda do avião russo na península do Sinai, no Egito, ou o ataque em Nice.


A censura do regime iraniano ao Telegram são outro sinal de que a aplicação é ótima, em termos de segurança (defesa da privacidade)?

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

A ESPANHA "DEMOCRÁTICA" DE RAJOY

A campanha eleitoral (e as eleições) na Catalunha decorre(ra)m com


Bem... se isto é democracia e liberdade de expressão, vou ali e já venho.

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

O JERMÓLMINO E O ESTUDO DE ECONOMISTAS



Estudo de economistas apresenta alternativa ao governo.

Não esperaria apoio do PS ou, que é o mesmo, do governo (apesar da presença no grupo de um deputado independente do PS): alternativa ao governo é sempre dos outros.

Mas surpreende-me a posição (contra) do Jermólmino de Sousa. Diz ele que se deve prosseguir a política que tem sido seguida até aqui.

Como é que é? uma política orçamental "menos restritiva" do que a prevista pelo Governo até 2021? Diz o estudo. Jermólmino diz que não (talvez ele não saiba que é isto que se defende).

Para além do défice habitual, ter em atenção o défice social? Diz o estudo. Jermólmino diz que não (talvez ele não saiba que é isto que se defende).

[...]

Afinal, porque é que o Jermólmino diz que não? Só encontro uma razão: não parece haver nenhum economista "dele" no grupo de estudo. Isto é do karaças, não é?

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

O MILITANTE E EL VIEJO TOPO

Não sei se toda a gente tem os seus rituais; eu tenho. Um deles, há já muitos anos, é, em meados de agosto, comprar a EP e o programa da Festa do Avante e O Militante (a revista de "Reflexão e Prática" do PCP).

Compro O Militante, na esperança, até agora vã, de encontrar uma revista com uma perspetiva de análise teórica dissonante (da pasmaceira das publicações portuguesas), mas arejada. Infelizmente, continua a ser muito uma publicação de catequese (de santinhos e catecismo).

Que fique claro: não espero (nem desejo) que a perspetiva de análise seja diferente (digamos, simplificadamente, que deixe de ser marxista-leninista); mas gostava de ler uma revista arejada nos temas, nas ilustrações, na própria mancha da página...


Como referência, tenho uma publicação espanhola que compro... quando calha (ir a Espanha): El Viejo Topo. Não, repito, na perspetiva de análise (neste caso, talvez anarquista), mas nos temas abordados.

(nb, para algum militante do PCP que eventualmente me leia: eu sei que quem define a linha editorial não sou eu; limitei-me apenas a... desabafar)

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

ACERCA DA MONARQUIA E DA MÚSICA

Tenho alguns amigos monárquicos, que em comum têm o defenderem a monarquia com duas relevantes razões:

  1. a monarquia é mais barata que a república; 
  2. o rei e a família real são exemplares. 
Não sei (quase) nada sobre 1); mas a verdade de 2) é para mim uma evidência evidentíssima.


Seja o exemplo de Don Juan, o emérito rei espanhol. Don Juan, diz quem sabe (diz-se, por exemplo, aqui), teve 5.000 amantes, com quem se encontrava de helicóptero. 5.000 dá para passar mais de um ano servindo-se de uma por dia, sem repetir. Se isto não é exemplar qualidade de vida, digam-me lá o que é. Quem é que não gostaria de ter uma vida assim?! Eu gostava.

O Don Juan espanhol ganhou aos pontos ao Don Juan de Mozart. Este, coitadito!, ficou-se por um modesto número de 2.065: pelas contas do seu criadote Leporello, 640 em Itália; 231 na Alemanha; 100 em França; 91 na Turquia; e, em Espanha, 1003. Leporello especifica que "são já 1003"; mesmo admitindo que esse "são já 1003" pode significar que o número continuava aberto para novas aquisições, mesmo assim, tenho dúvidas muito sérias de que alguma vez tenha conseguido o suficiente para chegar perto das 5.000.

Para que se não pense que estou a brincar (com coisas sérias não se brinca), convido a que (re)ouçam a aria onde Leporello faz a contagem:



escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

A TROPA E O AMOR


Num dos canais televisivos, um comando reformado acaba de revelar o que para mim era desconhecido e uma revelação mais improvável do que... o quarto segredo de Fátima: que é na tropa que se aprende a amar.

Vou dormir, para mastigar isto durante o sono.

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>

A NORMALIZAÇÃO DA ORTOGRAFIA

Apesar das críticas às mais recentes alterações ortográficas, penso que estas não foram tão longe quanto podiam e deviam ter ido. (Até porque, prevendo-se que são inevitáveis as reações por inércia, reações por reações, melhor teria sido que se poupassem reações a alterações futuras).

Designadamente, penso que se poderia e deveria ter ido mais longe na normalização da transcrição fonética, através de normas que fossem tão gerais quanto possível, ainda que isso implicasse a eliminação de vogais/consoantes desnecessárias. Por exemplo, não faz sentido distinguir ortograficamente palavras que se pronunciam do mesmo modo, como é o caso de “cozer” e “coser” ou “assento” e “acento” ou “conselho” e “concelho”... ou todas as palavras homófonas.

Poder-se-á objetar que são coisas diferentes; mas, ao pronunciá-las, as diferenças reconhecem-se pelo contexto – o que também se pode fazer nas frases escritas. Aliás, há já imensas palavras em que isso acontece, como com a palavra “banco” (o banco de sentar ou o banco que um dia destes teremos que resgatar) e “amo” (verbo e substantivo) e “são” (saudável e verbo ser)… e todas as palavras homónimas.



[Fernando Pessoa é citado com frequência pelos "anti-acordistas".
O que estes parece desconhecerem é que 
a ortografia defendida por Pessoa era diferente da que eles usam]

escrito por ai.valhamedeus

LEIA O RESTANTE >>