TRUMP(A)

PARA RIR * 4. Me explica, por favor!

“o trabalho temporário é um elemento indicador da dinamização da atividade económica em todos os países”.
[Vitalino Canas, provedor do trabalhador temporário]

escrito por Gabriela Correia, Faro

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PARA RIR * 3

O senhor “Ai, aguenta, aguenta!” não aguentou.
[in Expresso Curto]

escrito por Gabriela Correia, Faro

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LÍNGUA PORTUGUESA

Academia de Ciências vai convocar profissionais da escrita para discutir mudanças no acordo ortográfico.

Encontro nacional vai decorrer no início de março. Empresas que vendem corretores ortográficos também vão ser convocadas para serem “chamadas à responsabilidade”. Nesta edição do Expresso Diário, entrevistamos o presidente da Academia de Ciências de Lisboa. Há elementos da Academia que queriam ver o acordo rasgado

In Expresso on line

escrito por Gabriela Correia, Faro

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O CAOS ORTOGRÁFICO

Num livro que comprei, ontem, procurei o que é habitual procurar: se respeita as novas regras ortográficas.

Li as duas primeiras páginas e não consegui saber se. Andei a folhear (en passant) a obra, à procura da resposta, e fiquei sem saber. As palavras que me poderiam ajudar a decidir a (não) compra escondiam-se. Fui ao sítio por onde devia ter começado: o verso da capa. Lá estava: respeita as regras.

E decidi-me pela compra.

Sentei-se ao volante do meu carrito a matutar num dos argumentos dos anti-acordistas: o caos que o novo acordo provoca na escrita...


Ao ler a primeira página pela segunda vez, verifiquei que tinha lido apressadamente: nas primeiras linhas do início da obra, que reproduzo, lá está um dos causadores do caos -- exatas em lugar de exactas.

Mas insisti na ideia: o caos é tão grande... que, concedendo que haja, não é fácil encontrá-lo.

escrito por ai.valhamedeus

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O CASO TRUMP


Penso que se deva distinguir dois aspectos no caso Trump.
  1. O primeiro, a sua eleição, enquanto manifestação, por parte dos eleitores, do seu repúdio pela classe política tradicional; 
  2. o segundo, o perigo que eventualmente as suas políticas podem representar e que são, também elas, uma manifestação de repúdio pelas políticas praticadas. 
Ambos me parecem perigosos, mas compreensíveis à luz desse repúdio. Digo, há muito, que o fascismo, nazismo ou outra forma de intolerância irá surgir, quer queiramos quer não, e não necessariamente pela forma como os conhecemos. Aliás, ir-nos-á aparecer sob uma forma lógica e natural e impor-se-á, apesar de campanhas.

Penso que estamos no limiar de uma situação dessas.

escrito por Carlos M. E. Lopes

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PARA RIR * 2


Notícia de última hora; ou talvez não.
Ricardo Salgado constituído arguido por tentar corromper Sócrates 
[in Expresso Diário]

escrito por Gabriela Correia, Faro

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(Não) gosto de animais

[foto rapinada daqui]

Entre os que me são próximos, tenho fama de não gostar de animais. Quando me perguntam se é verdade, tenho dificuldade em responder, por não saber o que e que a pergunta quer saber.

A minha relação com os animais resume-se em dois pontos:

  1. sou incapaz de fazer mal a um animal (exceção para aqueles bicihitos que me entram em casa sem autorização);
  2. sou suficientemente amigo dos animais para gostar de os deixar em paz (longe de mim) e irrito-me solenemente quando eles não têm o mesmo sentimento em relação a mim;
  3. sou incapaz de um gesto de afeto dirigido a qualquer animal (exceção para alguns de duas pernas).
Bem... foram três os pontos. Mas mais vale mais do que menos.


escrito por ai.valhamedeus

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ZOOM [101] - comparação


escrito por ai.valhamedeus

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EX-CITAÇÕES * 157. o pai da pátria


Façam-lhe o enterro, respeitem-lhe a memória, dêem os pêsames à família, mas deixem-se de tretas e de apregoar que ele nos trouxe a liberdade e a democracia. Não trouxe. Essa devemo-la à Alemanha de Willy Brandt, à Holanda de Joop den Uijl, a Henry Kissinger e ainda, entre mais uns quantos, aos banqueiros e empresários que sabiam que com o regime de Marcello Caetano nunca Portugal poderia entrar no Mercado Comum.
[...] 
Mário Soares desagrada-me ainda como pessoa, pois simboliza aquilo que detesto e de que desdenho na burguesia portuguesa: a falsa pachorra, a jovialidade de pechisbeque, o modo paternal, o sorriso pronto, a mãozada, os Ora viva!, a festinha aos humildes; por detrás de tudo isso a ganância, o cálculo frio, o desprezo do semelhante, a presunção, o sentimento bacoco de casta, os rapapés, a mediocridade.
[J. Rentes de Carvalho, in Tempo Contado]

escrito por ai.valhamedeus

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