Palestina livre!

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Ó DA GUARDA!


O sector da saúde - na Guarda - não pára de nos surpreender, e as luminárias que o gerem arriscam-se a rivalizar com os célebres 5 efes
(Forte, Farta, Fria, Fiel e Formosa) 
que, amiúde, servem para retratar a cidade.

Escreve o JN (15/fev/2015), que a Unidade Local de Saúde (ULS), da Guarda, preteriu juristas internos e, para o mesmo efeito, contratou a firma Carrachás & Associados, com sede em Lisboa! O facto, já de si estranho, por serem descartados os juristas internos e ‘por existir o risco efectivo de tal decisão comportar prejuízos para o interesse público’, tem mais um condimento que o torna digno de requintado descaramento e que as elites governamentais, de tanto vestirem o hábito, já não se importam de o exibir: não é que a mulher do sócio principal da firma – Carrachás & Associados – ocupava o lugar de assessora do Secretário da Saúde (na altura da decisão), sendo que, no actual momento, é (apenas) Secretária- Geral do Ministério da Economia?

Mas, não é tudo. A senhora é (também) vogal não permanente
(actuando como consoante?!)
na Comissão de Recrutamento para a Administração Pública e (pasme-se) integra o conselho de Prevenção de Corrupção. Deixem-me replicar e mostrar (talvez infundada) indignação: ‘Prevenção de Corrupção’?

Continuam a brincar connosco e, depois, o programa do Syriza é que tem a fama de ‘um conto de crianças’, e nós só empobrecemos porque andámos a viver acima das nossas possibilidades.

escrito por Jerónimo Costa

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MÁRIO SOARES E SÓCRATES


A barata tonta deste vídeo, que dá pelo nome de Mário Soares, faz-me lembrar os meus alunos, quando Carlos Cruz foi detido. Gritavam, de boca cheia e agitada, que era impossível o senhor televisão ter cometido os crimes de que era acusado.

Tratava-se de putos e miúdas jovens/adolescentes, que nunca tinham sido presidentes da república nem eram, como este diz que é, jurista.

Mas eu entendo: a tudo se chega, se a vida dura...

escrito por ai.valhamedeus

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SÓCRATES FOI PRESO. EU ESTOU CONTENTE



Sócrates foi preso. Há gente triste por isso. Sem meias palavras, declaro que eu estou contente por isso.


  • A detenção do fulano, há quem diga que é problemática, na perspetiva da lei. Mas isso pouco me interessa. Pertenço ao grupo dos portugueses que, durante os governos dele, foram humilhados e ofendidos, muitas vezes com fundamentação legal duvidosa. Sobretudo os funcionários públicos, com destaque para os professores.
  • Ouço que a coisa deveria ter sido feita com mais discrição (parece que alguns canais de televisão já tinham equipas no aeroporto de Lisboa, aquando da detenção do tipo). Que os julgamentos na praça pública e tal...
    Gostaria de ouvir os comentadores que tal apregoam, gostaria de os ouvir lançarem-se contra os jornais que, nas primeiras páginas, todos os dias divulgam supostos crimes de cidadãos anónimos que são expostos, comentados por psicólogos, gente da polícia e outros especialistas em crimes nos programas televisivos da manhã. Ou esta carne para alimentar as bolsas dos donos dos media, ou esta carne é menos valiosa do que a do senhor Pinto de Sousa?
  • Não tenho nada contra a violação do segredo de justiça. Tenho é contra o segredo de justiça. Só ouço falar disso e dos inquéritos à fuga de informação quando estão em jogo nomes sonantes. Qual é o problema de sabermos das suspeitas que há sobre um ex-primeiro ministro? Venham elas todas! todas!

escrito por ai.valhamedeus

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GESTORES MERDIONÁRIOS

No top dos prémios milionários (com 804 mil euros!), um tal Ricardo Salgado.



...prémios milionários para, supostamente, gerirem (bem). De repente, descobre-se que, afinal, em vez da boa gestão fizeram... merda.

escrito por ai.valhamedeus

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A LURDES FOI CONDENADA. DISCORDO DOS TRIBUNAIS


Esta, que dá pelo nome de Maria de Lurdes Rodrigues,
[ex-ministra da educação, de muito má memória, de um governo xuxa de Sócrates, de muito má memória]
foi condenada a três anos e seis meses de prisão. Com ela, foram também condenados João Pedroso e João da Silva Batista
[este, secretário-geral do Ministério da Educação do mesmo governo xuxa].
Razão:  João Pedroso
[irmão do antigo ministro xuxa Paulo Pedroso]
foi contratado pelo ministério dos xuxas, por ajuste direto, para coordenador de um grupo de trabalho responsável pela compilação e sistematização da legislação do Ministério da Educação
{rico contrato!, digo eu]
e que, em 2007, envolveu um segundo contrato no valor de 220 mil euros (mais IVA), que não chegou a ser cumprido pelo irmão de Paulo Pedroso.

A Lurdes condenada discorda e trata mal os tribunais. E eu, também: as referidas penas foram suspensas; mas que raio de justificação justificará tal suspensão?

escrito por ai.valhamedeus

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O ESTRANHO CASO DE ARMANDO VARA

Começo por uma muito simples declaração de interesse: não mantenho qualquer conluio nem, tão-pouco, estou mancomunado com Manuel António Pina. Enquanto ele escolheu para título da sua crónica de hoje, no JN, A Máquina do Tempo
[está aqui],
e terá as suas fundadas razões, eu, mais prosaicamente, mantendo-me embora em terreno cinéfilo, opto pelo [O] Estranho Caso de Armando Vara. Sei que o realizador lhe chamou benjamim e lhe pespegou Button no apelido, mas, se David Fincher trabalhasse no rectângulo haveria de comover-se com o Armando e não o deixaria sem Vara. Se olharmos para a trama ficcional: alguém que ao invés de envelhecer com o passar do tempo, rejuvenesce, vive, por certo, numa realidade outra que nos permite perceber melhor a inocência do homem do BCP, acusado de embelezar o currículo
[na página do banco]
com uma pós-graduação no ISCTE
[tinha que ser o ISCTE!],
obtida um ano antes de se ter graduado na afamada UIndependente. Ora, rejuvenescendo ao invés de envelhecer, virá sempre primeiro a pós-graduação e só depois a graduação e é nessa perspectiva, às avessas, que o assunto deve ser tratado e o Armando ilibado. Mesmo o pormenor da frase, em português escorreito, com que se suspende:
Suspenção e não renuncia porque tal poderia ser entendida com assumpção de culpa
pode bem ser o resultado de uma pontinha de Alzheimer, sintomas que, ainda há relativamente pouco tempo, atacaram Dias Loureiro que, se rejuvenescer, também há-de recuperar a memória. Por este andar quem terá poucas melhoras seremos nós, mesmo se os filmes nos divertem. Haja paciência.

escrito por Jerónimo Costa

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A REPÚBLICA

PS(D) quadrilha

A propósito das alternâncias entre regeneradores e progressistas, no princípio do século XX, João Chagas afirmou
em Portugal não há dois partidos, mas uma quadrilha só, dividida em dois bandos”.
Cem anos depois, claro que não há qualquer semelhança com o que se passava em Portugal. Portugal modernizou-se, entrou pela Europa a toda a força, os crimes económicos cessaram, o desenvolvimento aí está impante, a corrupção foi erradicada e o país respira confiança.

Ah!... e a quadrilha dos dois partidos desapareceu.

escrito por Carlos M. E. Lopes

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ISTO PASSOU DAS MARCAS, DIZ O OUTRO

Encontrei no diário da República do norte
[mais conhecido, por enquanto, por JN,o tal cujo patrão carece de ajuda urgente para continuar a publicar o lixo das várias sucatas, administradas pelo senhor presidente do conselho]
uma prosa bem higiénica, atendendo aos imbecis editoriais que por lá afloram. Freitas Cruz tem dias e hoje, talvez por ser dia do Senhor, dia de passar diplomas de engenharia, resolveu correr atrás dos vendilhões. Que o Senhor o ilumine também nos restantes dias, até no sétimo para que possa descansar e... continuar a acertar no alvo certo:
"Isto passou das marcas"

Não vale a pena disfarçar: a democracia portuguesa está doente, muito doente, e nenhuma ironia pode mascarar essa terrível situação. Haverá certamente quem tente retirar proveitos partidários, mas as ambições mesquinhas não são suficientes para iludir os contornos da moléstia: o que está em risco, por muito que pareça exagerado dizê-lo, é o regime - na sua saúde, no seu prestígio, na confiança cega que deve merecer aos cidadãos. Tal como foi dito já, embora com um outro sentido, "isto passou das marcas", ou seja, caminha-se aceleradamente para o "pântano" de que António Guterres fugiu desajeitadamente. E não é uma "questão comezinha", ao contrário do que tentou desvalorizar o patriarca, regressado à fase da condescendência… para com os seus.

A Justiça granjeou a justa fama de ser responsável por grande parte das nossas debilidades. Para ela não há "terapias-simplex" tão ao gosto destes medíocres tempos de faz-de-conta. Também não são soluções (muito menos emergem do exigível sentido de Estado!) as explicações esfarrapadas da "espionagem política" ou do "assassinato de carácter".

Nos últimos anos, o ambiente adensou-se perigosamente. Hoje, sem qualquer dúvida, vive-se uma depressão e, com a gangrena à vista, está-se no fim da linha ou muito perto dele. Nenhum preceito jurídico, ainda que manobrado com a maior mestria, conseguirá anular a realidade política - terreno onde tudo existe logo que parece existir.

As trapalhadas acumuladas (que sempre tiveram a bênção eleitoral dos cidadãos!), conduziram o país a uma enfermidade grave. Com culpas nunca provadas, por si mesmo ou pelos seus amigos, José Sócrates concentrou na sua pessoa uma soma de "casos" que não podem ser desvalorizados. E a tal ponto que, neste momento, o funcionamento das instituições foi afectado e a sobrevivência do regime só é garantida pela integração europeia.

Parece-me temerário ficar à espera da Justiça: o estado de espírito da Nação já a ultrapassou. Por mim, preferia que o presidente da República desse um valente e saneador murro na mesa. Porque, de facto, isto passou das marcas!»
[António Freitas Cruz, JN, 21/Novembro/09]

escrito por Jerónimo Costa

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PENSAMENTO DO DIA

Face Oculta é «problema comezinho»
[Mário Soares]

escrito por ai.valhamedeus

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OS FUNCIONÁRIOS NO NEPAL

Diz o Diário de Notícias que as fardas dos funcionários no Nepal não vão ter bolsos. Motivo: evitar que embolsem os “donativos” a que se fazem
[vulgo, corrupção].
Eis pois uma medida saudável, mas incompleta. É que há gente que não precisa dos próprios bolsos, basta que os outros os tenham para meter as mãos nos bolsos alheios. Não seria mais eficaz se lhes decepassem as manitas?

escrito por Carlos M. E. Lopes

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TODOS IGUAIS, MAS UNS MAIS DO QUE OUTROS

Ai Jesus! Como são diferentes os políticos! como são diferentes os mundos! como são diferentes os critérios por que se regem os diversos políticos e os diversos mundos!...

escrito por ai.valhamedeus

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ALMEIDA SANTOS

Almeida Santos afirmou, em entrevista ao DN, que Sócrates, como primeiro-ministro, é excepcional. Estou farto de dizer: a idade não perdoa. Mas, não tinha sido Almeida Santos a dizer não ser possível o aeroporto na margem sul por causa dos acessos a Lisboa e ao Norte, se houvesse um atentado terrorista nas pontes sobre o Tejo?...

Nesta entrevista confessa, cândido, que continua a receber pedidos, “empenhos”, pensando as pessoas que tem ainda algum poder. Mesmo assim, sempre cede nalguns pedidos. Ora aí está um padrinho assumido. Aliás, Almeida Santos já se tinha manifestado contra a frase de Guterres “no jobs for the boys”. E continua. Pelo menos é coerente.

Admite, em tal entrevista, ganhar 700 contos
(3 500 euros)
de reforma, como político. Conheço quem ganha o mesmo e sem a folha de serviços do homem.

escrito por Carlos M. E. Lopes

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VOU DOUTORAR-ME EM CORRUPÇÃO

Acabo de ouvir Maria José Morgado na SIC. Se a memória me não atraiçoa

[e acho que não atraiçoa mesmo]
esta senhora andou a gritar, há uns tempos
[quer dizer, antes de subir ao cargo a que subiu],
que sabia que a corrupção no futebol isto e aquilo
[faz-me lembrar uns tais gajos que juraram ao Mundo que tinham provas sobre armas de destruição massiva num país das Arábias].
A SIC deve-a ter entrevistado agora porque o Bastonário da Ordem dos Advogados também grita que a corrupção isto e aquilo
[volta e meia, há um senhor qualquer que grita a corrupção isto e aquilo].
Esperava eu que a senhora aos jornalistas revelasse que o que ela sabia de corrupção tinha dado frutos ao nível dos seus conhecimentos. E quais frutos. Entretanto, fiquei a saber tanto quanto antes
[nada!],
mas aproveitei para tomar nota das dicas bibliográficas e das afirmações teóricas que a dama enunciou sobre corrupção. Vou aproveitar, umas e outras, para me doutorar em corrupção.

Quando for doutor em corrupção, anuncio-o publicamente. Vai ser aqui mesmo, no Ai Jesus!. Amanhã será dado, já, o primeiro passo: vou inscrever-me no partido rosa
[ainda manterá a cor, mesmo desbotada?].
Com cartão é mais fácil. Depois, tentarei que me informem sobre qual a Universidade que substituiu a Independente
[como o outro, também tenho disponibilidade para enviar trabalhos ao domingo por fax. Até para reunir ao domingo em conselhos de ministros informais. Até tenho, juro, vocação para conselheiro de administração de qualquer banco privado ou do Estado. Antes disso, se for preciso, tenho disponibilidade para me levantar e sentar na Assembleia da República, quando for preciso aprovar qualquer diploma: é só dizer é agora! Por muito menos -- por um pedaço de carne diária -- o cão da minha vizinha deita-se e levanta-se, à voz da dona].
Tome o meu leitor nota disto: ainda hei-de ser um grande homem!...

escrito por ai.valhamedeus

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JUDICIÁRIA SOB SUSPEITA E NÃO SÓ

A Inspecção-Geral da Justiça pôs anúncios para saber se havia pessoas que se queixam de “desvios” de dinheiro pela PJ. Ora aí está uma coisa que gostava de ver tratada, não só na PJ mas também nos tribunais. Não se tem uma ideia do que os funcionários “desviam” nas penhoras. Sapatos, aparelhos, etc. Pratas, ouros e quadros que “desaparecem” nas entregas e desalojamentos. É um fartar vilanagem.

Tenho conhecimento de que, ao desocupar-se uma casa em Lisboa, recentemente, desapareceram pratas, quadros, candeeiros. A operação, montada por oficiais de justiça, agentes da PSP e o advogado da parte contrária, teve como resultado que esses materiais desaparecessem. Tais operações, para terem a dignidade que o caso merece, deveriam ser presididas por um juiz e não deixar as pessoas indefesas à mercê de gente sem escrúpulos. Os casos são de tal gravidade que mereciam uma atenção redobrada por parte da Administração. Os casos são mais graves e frequentes do que parecem.

escrito por Carlos M. E. Lopes

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Tudo bons rapazes...

Na hora de citar textos

[ou outro material]
de outros sítios da Internet, tenho alguma dificuldade em decidir se não se trata, digamos, de viver à custa dos outros. Mas há, de facto, materiais que podem "passar ao lado" e é pena, se assim for...

A este, chamemos-lhe assim, vídeoclipe, o Jerónimo
[que o aconselhou]
classifica-o de genial. Não sei se será tanto, mas imperdível certamente é
[digo eu].
E aqui fica, para que não "passe ao lado":


escrito por ai.valhamedeus

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A VIDA DIFÍCIL DA... CORRUPÇÃO

Lê-se nos jornais que a Bragaparques duplicou a área de um parque de estacionamento em apenas 24 horas. Uma trapalhada de concursos e não sei quê mais.

Segundo os jornais, o governador do Banco de Portugal ganha mais que o presidente do Banco Federal dos Estados Unidos.

Qualquer “gestor”

(da sua própria carteira, a maior parte deles)
faz contrato de forma a, em caso de destituição, ter direito a não sei quantos anos de antiguidade, para receber em conformidade.

Santana Lopes foi duramente criticado por não ter meio de vida quando saiu do governo, mas o amigo Mexia lá lhe conseguiu um lugar de assessor jurídico na EDP com 10 000 € de vencimento.

Zé povinhoTodos estes factos aqui enumerados são banais. Enquanto o Zé continua a trabalhar para os bancos
(os mais lorpas dos nossos donos),
a polícia começa a importunar alguns figurões dos factos que cheiram mais intensamente a corrupção.

Os homens públicos já se sentem ameaçados e já dizem que não estão dispostos a servir a causa pública com tanta “exposição” à maledicência do Zé. Eles que têm carreiras promissoras em empresas por esse mundo fora... Maldito povo que não se governa, nem se deixa governar
(ou será: que não rouba e não quer deixar que os outros roubem?).
escrito por Carlos M. E. Lopes

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