se tornou português
Gosto muito de ler sobre Portugal pelos olhos de um estrangeiro. Thomas Fischer quase não é um estrangeiro, até já é português. Aqueles pequenos pormenores que nos escapam não escapam ao olhar atento e surpreendido de Fischer. As nossas idiossincrasias são vistas por uns olhos atentos e observadores.
Fischer foi atraído pela revolução dos cravos, uma réstia de esperança para a juventude mais militante da Europa, na altura. Por aqui foi ficando, jornalista freelancer, isso permitiu-lhe acesso a fontes e a locais privilegiados.
escrito por Carlos M. E. Lopes
















































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