-- e como professor, não sente uma espécie de vergonha em fazer este tipo de protestos?escrito por ai.valhamedeus LEIA O RESTANTE >>
-- sinto é uma espécie de vergonha em viver num país onde professores precisam de fazer este tipo de protestos.
PROFESSORES EM PROTESTO CONTRA A PACC
TOCA A GRANDOLAR!
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25/11/2013: Militares em protesto simbólico dentro dos quartéis.
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Paulo Portas foi interrompido enquanto discursava sobre "a recta final" do programa de ajustamento.
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Vaias e gritos de "demissão" marcaram as comemorações do 5 de Outubro em Lisboa desde a chegada de Passos Coelho e Cavaco Silva, mas também durante o hastear da bandeira, numa cerimónia que durou apenas meia hora.
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12/9/2013: Emigrantes no Brasil aos gritos contra Miguel Relvas.
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18/7/2013: quase no final do debate da moção de censura, um homem atirou um chinelo para o plenário.
11/7/2013: Manifestantes exigem demissão do Governo e eleições.
...com a presidente da Assembleia em histeria
...e a disparatar, indesculpavelmente.
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ALGUNS/MUITO POUCOS EXEMPLOS DOS MUITOS POSSÍVEIS,
DE SESSÕES ANTERIORES
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MANIFE DE PROFESSORES, 15/06/2013
Milhares de professores manifestaram-se contra as políticas do governo na área da educação. O protesto começou com uma concentração no Marquês de Pombal, seguiu depois pela a Avenida da Liberdade rumo à Praça dos Restauradores.
Na base do protesto esteve a aplicação do regime de mobilidade especial aos professores, as distâncias a que podem ficar colocados e o aumento do horário de trabalho das 35 para as 40 horas semanais.
escrito por Adriana Santos LEIA O RESTANTE >>
MANIFESTAÇÃO DOS PROFESSORES - 15 DE JUNHO DE 2013
Milhares de professores manifestaram-se contra as políticas do governo na área da educação. O protesto começou com uma concentração no Marquês de Pombal, seguiu depois pela a Avenida da Liberdade rumo à Praça dos Restauradores.
Na base do protesto esteve a aplicação do regime de mobilidade especial aos professores, as distâncias a que podem ficar colocados e o aumento do horário de trabalho das 35 para as 40 horas semanais.
Participei, mais uma vez, nesta grande manifestação.
escrito por Adriana Santos LEIA O RESTANTE >>
ONDA AMARELA
À RASCA
[com um "link" para o Facebook da geração à rasca... de Viseu].


de manifestação em manifestação até... ao (terceiro) acordo final.
VISEENSES À RASCA

[e como registo do cinismo do Pinto de Sousa]:
[A notícia, rapinada daqui]:
O secretário-geral do PS foi interrompido, esta segunda-feira, por cerca de uma dúzia de manifestantes ligados ao movimento Geração à Rasca quando apresentava a sua moção ao próximo congresso socialista na cidade de Viseu.
«Precários nos querem, rebeldes nos terão» foi uma das frases que estes manifestantes gritaram enquanto José Sócrates discursava, antes de serem postos fora do recinto pela segurança.
«Infelizmente, não conseguimos ler o recado. Fiz questão de citar que isto era pacífico, mas como todos puderam ver e as câmaras conseguiram captar caíram-nos em cima, fomos empurrados e partiram-nos o megafone e uma colega nossa levou um pontapé», explicou Paulo Agante.
Este manifestante referiu ainda que pediu o recibo do pagamento de dez euros pagos para poder assistir ao discurso de José Sócrates e que lhe disseram que o pedido era ridículo.
«Quando eu disse que no dia 12 ninguém nos vai calar nas ruas disseram isso é o que vamos ver. É para percebermos o Governo que temos e as políticas que nos estão a governar neste momento», acrescentou.
Confrontado com este incidente, José Sócrates ironizou e considerou este protesto «muito engraçado», tendo lamentando o facto de estes jovens «não terem ficado para jantar porque até pagaram o jantar».
Desvalorizando os relatos que indicam que estes manifestantes foram agredidos, o líder socialista e primeiro-ministro disse que «teria o maior gosto em ser simpático para eles».
«Achei uma belíssima partida de Carnaval. É assim mesmo no Carnaval. É assim que fazemos uns aos outros no Carnaval», concluiu.
GAR DE VISEU
[os quinhentoeuristas, desempregados, escravos disfarçados...]de Viseu têm blogue aqui.
escrito por ai.valhamedeus
(RE)COMEÇAR A MEXER
Visa esta iniciativa fazer sentir à opinião pública, ao governo e aos sindicatos signatários de ‘memorandos’ e ‘acordos’ de má memória que os professores não desistiram da sua luta e que:
- Recusam definitivamente a demência burocrática deste modelo de avaliação;
- Não aceitam a precarização laboral em curso, apresentada como consequência inescapável da política de redução da despesa pública.
- Não admitem a usurpação continuada dos seus direitos laborais, que está a conduzir à subversão total do seu estatuto profissional.
Traz um amigo.
[rapinado daqui]
escrito por ai.valhamedeus LEIA O RESTANTE >>
100.000
SEMPRE CONTRA OS MEGA-AGRUPAMENTOS
A GREVE DE 4 DE MARÇO
PORQUE NOS DEMARCAMOS DA GREVE DO DIA 4 DE MARÇO
[COMUNICADO DOS MOVIMENTOS INDEPENDENTES DE PROFESSORES]
Os movimentos independentes de professores, APEDE, MUP e PROmova, demarcam-se da greve de professores agendada pelos sindicatos para o próximo dia 4 de Março e, por conseguinte, não farão nenhum apelo à participação dos docentes nesta jornada de luta, sem que tal opção traduza da nossa parte qualquer beliscar da justeza da greve para muitos funcionários públicos ou mesmo qualquer discordância de fundo com a maioria das razões invocadas para a justificação da mesma.
Esta posição, além de exprimir o sentimento geral de desmobilização e de falta de confiança dos professores na capacidade destas direcções sindicais para defenderem as suas reivindicações centrais, mercê da frustração e da indignação com que a maioria dos docentes recebeu o Acordo de Princípios celebrado entre sindicatos e ME, escora-se no conjunto das razões a seguir expostas:
- ninguém compreende que escassas semanas após a celebração de um Acordo entre sindicatos e ME, que passou para a opinião pública uma mensagem de entendimento e pacificação (mesmo que ilusória), os sindicatos se venham agora envolver na forma de luta mais extrema, ao mesmo tempo que continuam a negociar com o ME, sobretudo quando, no momento oportuno para o fazerem, claudicaram na defesa das principais reivindicações dos professores, nomeadamente o fim deste modelo de avaliação e a recusa do sistema de quotas (porque o fim da divisão da carreira era uma conquista adquirida), permitindo que a negociação se confinasse a uma redefinição das progressões na carreira, por sinal penalizadora para a maioria dos professores;
- as questões salariais nunca foram o ímpeto da mobilização dos professores e seria um mau sinal que a justíssima luta dos professores pudesse ser confundida, pela opinião pública, com reivindicações de natureza salarial, particularmente num período em que a situação económica da maioria das famílias portuguesas passa por dificuldades, em muitos casos dramáticas;
- é de todo incompreensível que a reivindicação que mobilizou a esmagadora maioria dos professores, a saber o fim deste modelo de avaliação, a qual persiste quase intacta na filosofia e nas práticas do modelo de avaliação em vigor e dos retoques que se anunciam, tenha sido inexplicavelmente abandonada pelos sindicatos e não constitua, sequer, parte das razões da greve;
- persiste a dificuldade em explicar aos professores a espantosa contradição entre aceitar, no precipitado e injustificado Acordo de Princípios, os bloqueios no acesso ao 5.º e 7.º escalões e vir agora invocar a contestação desses bloqueios como uma reivindicação que legitima a greve, o que constitui pura hipocrisia ou mero tacticismo sindical à custa dos interesses dos professores;
- a marcação desta greve foi, mais uma vez, decidida pelas cúpulas sindicais e à revelia da auscultação da vontade dos professores, a que acresce a circunstância de não se vislumbrar nenhuma movimentação significativa a nível dos sindicatos nas escolas para que a greve resulte;
- os professores sentem que os sindicatos, em sede negocial e pela segunda vez, não interpretaram e não defenderam condignamente as suas principais reivindicações, pelo que prevalece um sentimento, dificilmente superável nos próximos tempos, de que as estruturas sindicais não os representam convenientemente. A ideia que predomina nas escolas é a de que não vale a pena lutar conjuntamente com estas direcções sindicais, pois estas acabam quase sempre por desbaratar o capital de luta alcançado.
Este modelo de avaliação, o sistema de quotas, o actual modelo de gestão, as situações de precariedade de muitos docentes e o desemprego de muitos milhares de outros, deverão mobilizar-nos para a definição e a dinamização de uma convergência de vontades que ausculte e debata formas de luta, antes de as impor.
[APEDE, MUP, PROmova]
escrito por ai.valhamedeus LEIA O RESTANTE >>
CRESCE A LUTA DOS ESTUDANTES
(Delegação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Secundário e Básico),
(com as consequências ao nível de degradação e/ou inexistência de infra-estruturas e materiais),
Mais informações: André Martelo - 915596870
escrito por ai.valhamedeus LEIA O RESTANTE >>
80 MIL
O SPRC NO CAMINHO DA MANIFE
...a força da organização.
Declarações de dirigentes do SPRC:
50 MIL
[Fonte: RTP]
escrito por ai.valhamedeus










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