Palestina livre!

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PROFESSORES EM PROTESTO CONTRA A PACC

Porque não se lê bem, transcrevo:
-- e como professor, não sente uma espécie de vergonha em fazer este tipo de protestos?
-- sinto é uma espécie de vergonha em viver num país onde professores precisam de fazer este tipo de protestos.
escrito por ai.valhamedeus

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TOCA A GRANDOLAR!


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Paulo Portas foi interrompido enquanto discursava sobre "a recta final" do programa de ajustamento.



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5/10/2013: CAVACO E PASSOS VAIADOS NO 5 DE OUTUBRO:
Vaias e gritos de "demissão" marcaram as comemorações do 5 de Outubro em Lisboa desde a chegada de Passos Coelho e Cavaco Silva, mas também durante o hastear da bandeira, numa cerimónia que durou apenas meia hora.



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12/9/2013: Emigrantes no Brasil aos gritos contra Miguel Relvas.



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30/7/2013: Mais um protesto nas galerias do Parlamento. Moção de confiança do Governo foi aprovada pela maioria, com votos contra da oposição, e logo brindada com um protesto silencioso nas galerias do Parlamento, desta vez com narizes de palhaço.


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18/7/2013: quase no final do debate da moção de censura, um homem atirou um chinelo para o plenário.




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11/7/2013: Manifestantes exigem demissão do Governo e eleições.
...com a presidente da Assembleia em histeria
...e a disparatar, indesculpavelmente.



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26/6/2013


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ALGUNS/MUITO POUCOS EXEMPLOS DOS MUITOS POSSÍVEIS,
DE SESSÕES ANTERIORES


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escrito por ai.valhamedeus

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MANIFE DE PROFESSORES, 15/06/2013


Milhares de professores manifestaram-se contra as políticas do governo na área da educação. O protesto começou com uma concentração no Marquês de Pombal, seguiu depois pela a Avenida da Liberdade rumo à Praça dos Restauradores.

Na base do protesto esteve a aplicação do regime de mobilidade especial aos professores, as distâncias a que podem ficar colocados e o aumento do horário de trabalho das 35 para as 40 horas semanais.

escrito por Adriana Santos

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MANIFESTAÇÃO DOS PROFESSORES - 15 DE JUNHO DE 2013


Milhares de professores manifestaram-se contra as políticas do governo na área da educação. O protesto começou com uma concentração no Marquês de Pombal, seguiu depois pela a Avenida da Liberdade rumo à Praça dos Restauradores.

Na base do protesto esteve a aplicação do regime de mobilidade especial aos professores, as distâncias a que podem ficar colocados e o aumento do horário de trabalho das 35 para as 40 horas semanais.

Participei, mais uma vez, nesta grande manifestação.

escrito por Adriana Santos

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PÔR FIM ÀS PORTAGENS

escrito por ai.valhamedeus

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CONTRA AS PORTAGENS


escrito por ai.valhamedeus

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ONDA AMARELA

Disciplina de Educação Visual e Tecnológica deu mais cor à manifestação de ontem.


escrito por Adriana Santos

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À RASCA

[imagem da manifestação no Porto]

[com um "link" para o Facebook da geração à rasca... de Viseu].

[fotografia de Vitor Monteiro]

[fotografia de Vitor Monteiro]

Ontem também, os professores insistiram na luta, no Campo Pequeno. Olho para estas manifestações promovidas pelos sindicatos -- e a memória produz-me uma variação sobre uma frase conhecida:
de manifestação em manifestação até... ao (terceiro) acordo final.
escrito por ai.valhamedeus

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VISEENSES À RASCA

[edição a 9/3/2011] A TOLERÂNCIA DO PS

Dizia-me alguém que eu teria sido "severo" com Pinto de Sousa no texto publicado ontem, ao falar em cinismo e não admitir a sua sinceridade quando falou em tolerância. Penitencio-me: toda a gente sabe que o pê-èsse é o mais tolerante dos partidos. Às muuuuuuitas provas que existem, junto mais duas:

[publicado a 8/3/2011]

Não é novidade nenhuma, a notícia está divulgada em imensos locais, mas quero arquivá-la, como prova de que em Viseu também há... jovens a sério
[e como registo do cinismo do Pinto de Sousa]:

[A notícia, rapinada daqui]:
O secretário-geral do PS foi interrompido, esta segunda-feira, por cerca de uma dúzia de manifestantes ligados ao movimento Geração à Rasca quando apresentava a sua moção ao próximo congresso socialista na cidade de Viseu.
«Precários nos querem, rebeldes nos terão» foi uma das frases que estes manifestantes gritaram enquanto José Sócrates discursava, antes de serem postos fora do recinto pela segurança.
«Infelizmente, não conseguimos ler o recado. Fiz questão de citar que isto era pacífico, mas como todos puderam ver e as câmaras conseguiram captar caíram-nos em cima, fomos empurrados e partiram-nos o megafone e uma colega nossa levou um pontapé», explicou Paulo Agante.
Este manifestante referiu ainda que pediu o recibo do pagamento de dez euros pagos para poder assistir ao discurso de José Sócrates e que lhe disseram que o pedido era ridículo.
«Quando eu disse que no dia 12 ninguém nos vai calar nas ruas disseram isso é o que vamos ver. É para percebermos o Governo que temos e as políticas que nos estão a governar neste momento», acrescentou.
Confrontado com este incidente, José Sócrates ironizou e considerou este protesto «muito engraçado», tendo lamentando o facto de estes jovens «não terem ficado para jantar porque até pagaram o jantar».
Desvalorizando os relatos que indicam que estes manifestantes foram agredidos, o líder socialista e primeiro-ministro disse que «teria o maior gosto em ser simpático para eles».
«Achei uma belíssima partida de Carnaval. É assim mesmo no Carnaval. É assim que fazemos uns aos outros no Carnaval», concluiu.
escrito por ai.valhamedeus

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GAR DE VISEU

A geração à rasca

[os quinhentoeuristas, desempregados, escravos disfarçados...]
de Viseu têm blogue aqui.

escrito por ai.valhamedeus

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(RE)COMEÇAR A MEXER

O núcleo da APEDE de Caldas da Rainha convoca os professores do concelho e, obviamente, todos aqueles que se lhes queiram associar, para uma concentração/vigília, marcada para sexta-feira 28/01/2011, pelas 21:30 h, na Praça da República (praça da fruta) − Caldas da Rainha.

Visa esta iniciativa fazer sentir à opinião pública, ao governo e aos sindicatos signatários de ‘memorandos’ e ‘acordos’ de má memória que os professores não desistiram da sua luta e que:

  1. Recusam definitivamente a demência burocrática deste modelo de avaliação;

  2. Não aceitam a precarização laboral em curso, apresentada como consequência inescapável da política de redução da despesa pública.

  3. Não admitem a usurpação continuada dos seus direitos laborais, que está a conduzir à subversão total do seu estatuto profissional.
Pára de remoer a tua resignação e vem afirmar a tua dignidade!

Traz um amigo.


[rapinado daqui]

escrito por ai.valhamedeus

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100.000

MANIFESTAÇÃO NACIONAL dos trabalhadores da Administração Pública junta 100 000 em Lisboa.


escrito por Adriana Santos

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SEMPRE CONTRA OS MEGA-AGRUPAMENTOS



escrito por Adriana Santos

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A GREVE DE 4 DE MARÇO

A greve de 4 de MarçoPORQUE NOS DEMARCAMOS DA GREVE DO DIA 4 DE MARÇO

[COMUNICADO DOS MOVIMENTOS INDEPENDENTES DE PROFESSORES]

Os movimentos independentes de professores, APEDE, MUP e PROmova, demarcam-se da greve de professores agendada pelos sindicatos para o próximo dia 4 de Março e, por conseguinte, não farão nenhum apelo à participação dos docentes nesta jornada de luta, sem que tal opção traduza da nossa parte qualquer beliscar da justeza da greve para muitos funcionários públicos ou mesmo qualquer discordância de fundo com a maioria das razões invocadas para a justificação da mesma.

Esta posição, além de exprimir o sentimento geral de desmobilização e de falta de confiança dos professores na capacidade destas direcções sindicais para defenderem as suas reivindicações centrais, mercê da frustração e da indignação com que a maioria dos docentes recebeu o Acordo de Princípios celebrado entre sindicatos e ME, escora-se no conjunto das razões a seguir expostas:

  1. ninguém compreende que escassas semanas após a celebração de um Acordo entre sindicatos e ME, que passou para a opinião pública uma mensagem de entendimento e pacificação (mesmo que ilusória), os sindicatos se venham agora envolver na forma de luta mais extrema, ao mesmo tempo que continuam a negociar com o ME, sobretudo quando, no momento oportuno para o fazerem, claudicaram na defesa das principais reivindicações dos professores, nomeadamente o fim deste modelo de avaliação e a recusa do sistema de quotas (porque o fim da divisão da carreira era uma conquista adquirida), permitindo que a negociação se confinasse a uma redefinição das progressões na carreira, por sinal penalizadora para a maioria dos professores;

  2. as questões salariais nunca foram o ímpeto da mobilização dos professores e seria um mau sinal que a justíssima luta dos professores pudesse ser confundida, pela opinião pública, com reivindicações de natureza salarial, particularmente num período em que a situação económica da maioria das famílias portuguesas passa por dificuldades, em muitos casos dramáticas;

  3. é de todo incompreensível que a reivindicação que mobilizou a esmagadora maioria dos professores, a saber o fim deste modelo de avaliação, a qual persiste quase intacta na filosofia e nas práticas do modelo de avaliação em vigor e dos retoques que se anunciam, tenha sido inexplicavelmente abandonada pelos sindicatos e não constitua, sequer, parte das razões da greve;

  4. persiste a dificuldade em explicar aos professores a espantosa contradição entre aceitar, no precipitado e injustificado Acordo de Princípios, os bloqueios no acesso ao 5.º e 7.º escalões e vir agora invocar a contestação desses bloqueios como uma reivindicação que legitima a greve, o que constitui pura hipocrisia ou mero tacticismo sindical à custa dos interesses dos professores;

  5. a marcação desta greve foi, mais uma vez, decidida pelas cúpulas sindicais e à revelia da auscultação da vontade dos professores, a que acresce a circunstância de não se vislumbrar nenhuma movimentação significativa a nível dos sindicatos nas escolas para que a greve resulte;

  6. os professores sentem que os sindicatos, em sede negocial e pela segunda vez, não interpretaram e não defenderam condignamente as suas principais reivindicações, pelo que prevalece um sentimento, dificilmente superável nos próximos tempos, de que as estruturas sindicais não os representam convenientemente. A ideia que predomina nas escolas é a de que não vale a pena lutar conjuntamente com estas direcções sindicais, pois estas acabam quase sempre por desbaratar o capital de luta alcançado.
Tudo isto torna expectável uma baixíssima adesão à greve por parte dos professores, embora tal não deva ser interpretado como um sinal de apaziguamento ou de satisfação da classe pelas parcas conquistas alcançadas, pelo que se torna fundamental repensar formas, estratégias e acções de luta para o futuro que sejam verdadeiramente unitárias entre sindicatos, movimentos e professores.

Este modelo de avaliação, o sistema de quotas, o actual modelo de gestão, as situações de precariedade de muitos docentes e o desemprego de muitos milhares de outros, deverão mobilizar-nos para a definição e a dinamização de uma convergência de vontades que ausculte e debata formas de luta, antes de as impor.

[APEDE, MUP, PROmova]

escrito por ai.valhamedeus

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CRESCE A LUTA DOS ESTUDANTES


O dia 4 de Fevereiro é dia de Luta Nacional dos Alunos do Ensino Secundário e Básico. Convocado pelo DNAEESB
(Delegação Nacional de Associações de Estudantes do Ensino Secundário e Básico),
que representa mais de 110 Associações de Estudantes por todo o país, esta vai ter expressão nacional, com diversos tipos de luta em todos os distritos de Portugal Continental e Ilhas.

Em Viseu, haverá manifestações, concentrações e outros tipos de luta, como recolhas de assinaturas de abaixos-assinado com reivindicações próprias, em vários concelhos, nomeadamente Viseu, Canas de Senhorim, Mangualde, Vila Nova de Paiva, São João da Pesqueira, Tondela, Oliveira de Frades, Lamego, Carregal do Sal e Santa Comba Dão.

As reivindicações dos estudantes são contra a política prosseguida pelos sucessivos Governos, e que o Ministério da Educação revelou ter intenção de continuar: menos financiamento para as escolas
(com as consequências ao nível de degradação e/ou inexistência de infra-estruturas e materiais),
manutenção do injusto e persecutório Estatuto do Aluno e do Regime de Faltas, falta de celeridade na aplicação da Educação Sexual, e manutenção dos Exames Nacionais que, ao contrário do que é repetido, não garantem a igualdade entre todos os estudantes, antes são uma barreira pois reproduzem as desigualdades existentes entre os alunos com melhores condições socio-economicas "a priori" e os que não as têm, entre as escolas com melhores condições de ensino e as que têm menos. Outra reivindicação importante é a Democracia nas escolas, muito atacada nos últimos anos, com a proibição de Reuniões Gerais de Alunos, impedimentos de formação de Associações de Estudantes e de manifestações estudantis, entre outras, e o perigo da privatização das escolas e serviços que mantém, como é exemplo no distrito de Viseu em que as escolas que mantém a cantina sem ser privatizada, têm melhor qualidade e preços mais acessíveis do que as que são privadas.

Será um grande dia de luta, nas suas diversas expressões.

Mais informações: André Martelo - 915596870

escrito por ai.valhamedeus

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PENALIZAR O PS

O Correio da manhã diz que foi um milhar.



escrito por ai.valhamedeus

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AINDA A MANIFESTAÇÃO DE PROFESSORES



escrito por Adriana Santos

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80 MIL


Breve registo, em 9 fotografias de Vítor Monteiro:


escrito por ai.valhamedeus

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O SPRC NO CAMINHO DA MANIFE

...a força da organização.

Declarações de dirigentes do SPRC:


[vídeo da Lusa]
escrito por ai.valhamedeus

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50 MIL

Manifestação de professores[Fonte: RTP]

escrito por ai.valhamedeus

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