O formato EPUB é o mais comum na criação de livros eletrónicos (ebooks). Dois textos d'O meu baú explicam como os criar utilizando o programa grátis Sigil.
Aprimorar ebooks EPUB com o Sigil: como aperfeiçoar os livros eletrónicos em formato EPUB, acrescentando uma capa, formatando o texto, criando secções,… e usando o programa grátis Sigil.
A pretexto do fim da Encyclopædia Britannica em papel, o texto Qualidade e gratuitidade, d'O meu baú, tenta demonstrar que o software é como sexo – é melhor quando é livre.
Já aqui tenho feito referências muito positivas ao Evernote. Hoje, para quem não o usa ainda, vou dar uma ideia do que se pode fazer com ele.
Com o Evernote podem criar-se, organizar-se, editar-se, pesquisar-se,... blocos de notas. Essas notas podem estar alojadas na web da empresa
[podem e devem, uma vez que assim ficam disponíveis em qualquer sítio onde houver um computador com acesso à Internet]:
lá podem ser criadas e editadas e pesquisadas... Mas o mesmo se pode fazer offline, bastando para isso instalar o programa no(s) nosso(s) computador(es). Quando nos ligarmos à Internet através de um computador onde o programa esteja instalado, o próprio programa se encarrega de fazer a sincronização net-computador
[colocando em cada um dos sítios as notas não existentes no outro ou substituindo num sítio as notas por outras mais recentes de outro].
Vamos exemplificar o trabalho com o Evernote. Se preferir fazê-lo na net, entre no sítio web do programa e faça login (opção Entrar).
Como sou novato no sistema operativo Android, vou registar numa série de fichas/notas tudo o que for aprendendo sobre o assunto... Crio uma pasta nova (Notebooks/New notebook), a que vou dar o nome de... android; nela serão inseridas as fichas futuras sobre o assunto.
Tendo o cuidado de estar na nova pasta (consegue-se clicando no nome), vou escrever uma ficha nova para registo da bibliografia sobre o Android: opção New Note. Substituo o título "Untitled" por "Bibliografia". No corpo da ficha, escreverei os dados de 2 livros que existem na biblioteca da escola onde trabalho (invenção minha! ;-)). Numa página da web encontrei outras obras: seleciono a lista, copio (Ctrl+C) e colo (Ctrl+V) na ficha. Finalmente, utilizo o mesmo processo para copiar uma lista que me foi enviada por email. Como, para já, não tenho mais, termino clicando em Done
(antes de o fazer, ponha a hipótese de acrescentar alguns tags ou etiquetas: serão úteis, futuramente, na pesquisa. Faça-o em Show Details).
Quando tiver outros títulos de livros, editarei a ficha, acrescentando-os.
A navegar pela web, encontrei a imagem inicial que ilustra este texto. Achei piada suficiente para a querer guardar em nova ficha, a que dei o título pouco criativo de imagens. Na página de onde a rapinei, clico sobre ela com o botão direito do rato, escolho a opção copiar imagem. No corpo da nota Evernote, o mesmo botão do rato e a opção colar arquiva os bonecos androidianos. Para completar o conjunto, quer adicionar uma imagem do computador? clique na imagem do clipe na barra de ferramentas da nota (Attach file).
Vim cair na página da Wikipédia sobre o Android. E gostaria de conservar essa página da web exactamente como a vejo no monitor. Simplicíssimo, como tudo no Evernote: como tenho instalado o evernote web clipper, é só clicar no botão respectivo (na barra do browser), quando estou na página que quero acrescentar
(em função do que quero, escolhi a opção "capturar página inteira", mas há outras possibilidades).
...
Isto foi apenas uma tentativa de o captar para o mundo Evernote, que é imenso
[por exemplo, as notas podem conter uma gravação de voz sua, em vez de texto escrito: tem um tablet ou um smartphone? já pensou nas potencialidades desta potencialidade? está a passear no jardim e, de repente, tem uma ideia luminosa... lá vai nota gravada para o Evernote! Achou piada a... um ninho no meio de uma árvore? o telemóvel encarregar-se-á de guardar a foto no Evernote!].
Termino segredando-lhe que, em bué de outras fichas/notas, sobre o Android tenho bué de outro material
(vários vídeos, por exemplo).
Partilho algumas das minhas pastas com amigos. Em muitas páginas da web podem colher-se ideias sobre para quê utilizar o Evernote; como a do Blog do Rodrigo ou da Escola freelancer ou do ataliba.
A PcWorld de Janeiro de 2011 testa 5 antivírus pagos
[o Norton Antivirus 2011 e o BitDefender Antivirus Pro 2011 ganham, com 4,5 pontos no máximo de 5; Avast Pro Antivirus 5, G-Data Antivirus 2011 e Kaspersky Anti-virus 2011 ganham 4 pontos]
e 5 grátis.
Dos grátis, Avast Free Antivirus vence com 4,5 pontos; a Avira Antivir Personal, Microsoft Security Essentials e Panda Cloud Antivirus 1.01
[eu utilizo o Panda, quando tenho de prescindir do meu Linux]
são atribuídos 4 pontos; Comodo Internet Security Premium fica em último lugar com 3,5 pontos.
O Skype dispensa apresentações. Apesar de reconhecer vantagens ao Skype, prefiro o Voipbuster.
Um dos "problemas" do Voipbuster é que, contrariamente ao Skype, não tem programa para Linux, pelo que resta apenas a solução web
[que funciona, mas não é tão "prática"].
Acabo de descobrir o remédio: o Twinkle. É um "softphone" para chamadas telefónicas utilizando a Internet (voip) e envio de mensagens, utilizando o protocolo SIP.
É só instalar
[está nos "repositórios" do Ubuntu: é possível instalá-lo directamente],
para limpar o lixo do software que os computadores que trabalham em Windows vão acumulando. "CCleaner é uma abreviação das palavras "Crap Cleaner", ou seja, limpador de porcarias. Com ele você pode apagar arquivos desnecessários ao PC, ganhar maior privacidade ao apagar os que armazenam suas actividades e melhorar o desempenho da máquina".
Leia aqui outras informações sobre o programa e sobre como o descarregar.
Nota: os utilizadores do Linux têm alternativas. Por exemplo, o BleachBit, também com versão para Windows. A página da web para descarga é esta; nesta outra há mais informação, em português
[e indicações sobre como o instalar em Ubuntu; no entanto, o programa está nos "repositórios" do Ubuntu, de onde pode ser instalado directamente].
escrito por ai.valhamedeus [com um abraço para o André Costa]
Bem... apenas meia mão... cheia de software livre:
Pinta: para desenho e edição, baseado no Paint.NET. Afirma-se como alternativa ao GIMP, para quem faz uma utilização casual. Contrariamente ao Paint.NET, que roda apenas em Windows, Pinta tem versões para o Windows, Mac OS X e Linux.
MyPaint: para pintura digital. Versão Windows e Linux.
aaphoto: uma aplicação leve para tratamento de imagens. Também para Windows e Linux.
Granola: aumenta a eficiência energética do computador. Para Windows e Linux.
A Google anuncia que o seu navegador, o Google Chrome, funciona "à velocidade da luz". E, efectivamente, é rápido.
Mas l'Ordinateur Individuel de Junho releva as qualidades, a simplicidade e sobretudo a rapidez do Opera
[embora ambos os navegadores se igualem na classificação final -- 18/20 -- o segundo é o mais rápido, perdendo, para o primeiro, nas capacidades de personalização. O Internet Explorer é líder... no declínio].
Aprecio muito a rapidez de um navegador. Razão por que já instalei o Opera. Não quer experimentar também?
É possível que o leitor, ao ler o título deste texto, tenha exclamado: mas em Linux não há vírus! De facto, em Linux (quase) não há vírus. Quero dizer, os vírus concebidos para atacar sistemas Linux são escassos e
[dada a "filosofia" desses sistemas]
os danos provocados terão sempre efeitos diminutos.
O que é que pode levar, então, à instalação de um antivírus em Linux? A razão principal é a possibilidade de se descarregar um ficheiro infectado e reenviá-lo a alguém que use sistemas mais vulneráveis
[eu próprio, por exemplo, utilizo às vezes o Windows e é bom ter a certeza de que todos os ficheiros do computador estão "limpos"; porque, trabalhando em Windows, os estragos podem ser verdadeiramente lamentáveis].
Deixo, por isso, sugestão de 4 antivírus gratuitos para Linux, baseado na Personal Computer & Internet de Maio/210:
AVG ("a solução profissional"; mais profissional que Avast);
ClamAV ("um antivírus de código aberto", pouco conhecido do utilizador mas presente em 500.000 servidores em todo o Mundo). Vem na totalidade dos gestores de pacotes das distribuições Linux (procure-o no Centro de Software Ubuntu, no caso de ser este a distribuição que usa)
F-Prot ("antivirus com sistema heurístico muito eficiente", podendo mesmo detectar vírus não catalogados). Consulte uma página da web em português.
Desde que me conheço, conheço-me como compulsivamente desorganizado. E aderindo compulsivamente a tudo o que possa parecer que talvez quem sabe possa ajudar a organizar-me.
O último produto que descobri com aquelas características dá pelo nome de EverNote: é de borla, é para Mac e Windows, para mobile, iPhone, Android,... e promete transformar um desorganizado compulsivo num... humano normal organizadíssimo. Mais informações aqui.
Quando se criam documentos com o Word, os rodapés ou os cabeçalhos das páginas frequentemente especificam o número da página. Algo no género de "A minha auto-avaliação * pág. 1".
Fazer isto
(isto significa, aqui, que o número da página é incluído, não à unha, mas automaticamente pelo Word)
não é difícil.
Suponha agora que queria o formato "pág. 1/6", onde "6" indica o número total de páginas do documento
[mais uma vez, esse total é inserido automaticamente: se o número de páginas aumentar ou diminuir, o Word actualiza o número em todos os rodapés ou cabeçalhos].
Como isto já não é tão comum, vamos ver como se faz.
Admitamos que seria o rodapé
Os desastres deste governo * pág. x/y,
onde x e y representam, respectivamente, o número da página actual e o número total de páginas. Faz-se assim (siga-me experimentando num documento novo do Word):
Clique no separador Inserir e depois no botão Rodapé (ou Cabeçalho, se for o caso).
Escolha um dos modelos propostos (ou clique em Editar rodapé, para editar um existente). Abre-se a caixa Ferramentas de Cabeçalho e Rodapé.
Clique na área de texto do rodapé para escrever Os desastres deste governo * pág..
Clique no botão Número de página e escolha a opção Posição actual. Tem agora o número da página.
À frente escreva a barra / e depois clique novamente no separador Inserir e no botão Peças rápidas e escolha a opção Campo e depois o campo NumPages.
Finalmente, Ok... e já está.
Um segredinho suplementar: vamos supor que tem várias secções num texto
(por exemplo, testes de várias turmas num único ficheiro)
e quer que apareça, não o número total de páginas do documento, mas apenas o número de páginas de cada secção. Nesse caso, basta que, em vez do campo NumPages, opte por SectionPages.
Bem... neste caso,
1) também quererá que reinicie o número da página em cada secção
(por exemplo, se tiver 3 testes com 4 páginas cada, num total de 12, o rodapé das páginas 1, 5 e 9 será sempre Página 1/4).
Para isso, clique no separador Inserir; na área Cabeçalho e Rodapé, clique em Número de página e escolha Formatar números de página. Na caixa Iniciar em escreva 1;
2) terá que ter criadas, previamente, as secções, com quebras de página onde quer que o número de páginas seja reiniciado
[se não souber como, diga, que o Ai Jesus! dá uma ajudinha].
São, hoje, poucos os utilizadores de computadores que se não preocupam com os vírus e com ter um programa antivírus instalado. Mas, embora sendo os vírus perigosos, há outro tipo de ameaça não menos perigosa, por regra até mais nefasta, mas que não merece tanta atenção dos utilizadores: os spywares. Um spyware é um programa-espião malicioso que se instala no computador para dele retirar e enviar informações. E isto sem que o utilizador se aperceba: normalmente, quando se apercebe é tarde demais. O efeito mais visível é talvez a maior lentidão, ou mesmo paragens, da máquina.
Registo meia dúzia de alterações que fiz no meu computador para tornar mais rápido o sistema:
Tenho ainda um computador com o Office 2003. O maior problema era a dificuldade de abrir documentos criados com o Office 2007 no formato específico desta versão. Há um pack da Microsoft que resolve o problema; descarrega-se gratuitamente daqui e é só instalar sobre o Office 2003. Outra hipótese é instalar os programas da Microsoft que permitem ver
[mas não modificar]
os documentos
[faça uma pesquisa no Google por Word Viewer 2007 ou Excel Viewer 2007 ou PowerPoint Viewer 2007].
Quando clicava numa hiperligação/link que levava a um ficheiro PDF, este ficheiro abria no navegador/browser. Este modo de abrir consome muitos recursos e torna lento o comportamento do browser. Agora, aqueles ficheiros abrem directamente no Adobe Reader. Para isso, abre-se o Adobe Reader, depois, Edit > Preferences, na janela aberta clica-se no item Internet e desactiva-se a opção Display PDF in browser
[se tiver a versão portuguesa, é só adaptar...].
Já agora... experimentei um leitor de PDF alternativo, mais rápido do que o programa da Adobe: Foxit PDF
Às vezes é preciso redimensionar imagens rapida e facilmente, por várias razões
[para as colocar na Internet, para as enviar por correio,...].
Há 2 programas úteis: ou o Prish Image Resizer
[descarrega-se daqui; depois de instalado, as imagens redimensionam-se clicando nelas com o botão direito do rato e escolhendo a opção Prish Resizer para redimensionamento com valores pré-definidos ou Resize para um redimensionamento personalizado]
Para ter o relógio do computador sempre com a hora certa, descarreguei daqui o Atomic Clock Sync, instalei-o, iniciei-o como serviço do sistema no separador Repair Service, opção Start Service, e indiquei no separador Syncronization Interval o intervalo de actualização
[valor standard: actualiza cada 604 800 segundos].
Esta "ideia", ainda a não concretizei, mas vou fazê-lo brevemente... Quando quero enviar por mail, anexados a mensagens, ficheiros maiorzitos, é sempre o cabo dos trabalhos. Há serviços que se encarregam de o fazer. Dois que o fazem gratuitamente, para as funções básicas e ficheiros até 100 MB: YouSendIt e BigFile.
Já tinha usado vários programas que permitem passar documentos ao formato PDF. Experimentei PrimoPDF, uma aplicação gratuita com a qual, depois de instalada, se podem criar ficheiros PDF a partir de qualquer programa que permita imprimir. O truque é este: na hora de imprimir, em vez de enviar o ficheiro para a impressora que imprime em papel, envia-se para uma impressora virtual que o programa instala.
Mesmo depois de apagados, os ficheiros podem ser recuperados
[não vem agora a propósito, nem é importante, explicar porquê].
Isso é bom, se formos nós a querer recuperar os nossos
[que apagámos, por exemplo, sem querer].
Já não assim, se forem outros a fazê-lo em relação a ficheiros nossos
[por exemplo, se vendermos um computador ou apenas um disco a outra pessoa].
Neste caso, é melhor assegurarmo-nos de que os ficheiros são mesmo apagados. O Eraser apaga-os mesmo. Descarrega-se daqui gratuitamente.
escrito por ai.valhamedeus [ideias colhidas em PC Actual nº 215]
O Internet Explorer da Microsoft continua a ser o browser mais utilizado pelos navegantes da Web. Mas cada vez menos: em Novembro passado desceu abaixo dos 60%
(59,5%, contra os 60,1% de Setembro).
O Firefox lentamente está a conquistar-lhe o terreno
(actualmente, com 31,4%).
Os outros nomes continuam muito abaixo destes valores: 5,1% para o Opéra, 2,5% para o Safari e 1,1% para o Chrome.
O programa Zoundry Raven é uma óptima ferramenta para quem tem ou quer ter um blogue
[é óptima também para quem o não tem. Mas disso falarei noutra ocasião].
Com ele e como se fosse um processador de texto, podem escrever-se/editar-se os posts, offline
[e formatar o texto e inserir imagens, hiperligações, vídeos,...]
e depois publicar-se.
E pode guardar-se um arquivo de todos os textos transferidos para a Internet, constituindo assim uma cópia do mesmo. E ainda este pormenor interessantíssimo para quem não conserva cópia dos textos já publicados: estes podem ser totalmente descarregados do blogue
[foi assim que consegui o arquivo do Ai Jesus!, que a imagem documenta],
de modo a guardar em disco uma cópia integral do mesmo.
Se estas vantagens não chegam para o convencer, vai uma final: o Zoundry Raven é gratuito. De borla. Pode descarregar-se DAQUI.
OpenOffice, a alternativa gratuita ao Office pago da Microsoft
[e cuja versão 3 já foi descarregada mais de 5 milhões de vezes por utilizadores Linux, Windows e Mac],
já mereceu referências em vários textos do Ai Jesus!. Hoje, proponho um sítio, em francês, que se propõe maximizar a qualidade dos documentos produzidos com aquela suite e propõe, para o efeito, tutoriais, truques, conselhos de profissionais do design e da tipografia...
Vous utilisez OpenOffice et envisagez de réaliser un CV, un tract, une affiche, un rapport, une brochure, un livret, ou tout autre document de communication. Comment le réussir aussi bien que le ferait un infographiste sur Xpress, Indesign ou FrameMaker ? En suivant tout simplement les règles de mise en page et de typographie. Lorsque vous les maîtriserez, vous pourrez laisser libre cours à votre créativité en étant sûr que le résultat sera lisible et séduisant.
O Open Office Max será um contributo notável para a estética e legibilidade dos nossos documentos.
com o WinRar, inevitavelmente aparecia um quadro que me convidava a comprar o programa... e lá tinha eu que clicar para fechar o quadro... Andava nisto, há bué de tempo
[bem sei que é fácil "comprá-lo" na net, mas eu sou anti-pirataria...].
Acabo de tomar a decisão acertada, que estava a adiar há bué de tempo: substituir aquele programa por um free: o 7-Zip. O 7-Zip pode ser descarregado daqui
[e aí pode ainda verificar, num quadro comparativo, que não é por ser free -- e de código aberto -- que o 7-Zip deixa de ser superior].
É de toda a conveniência ter actualizados todos os programas que usamos
[as actualizações servem vários propósitos, entre os quais não é menor o de reparar bugs que nalguns casos fragilizam a segurança da máquina em relação a ataques exteriores].
Quem usa Linux sabe que esse processo é extremamente simples neste sistema operativo; quanto ao Windows... há aplicações que tentam imitar as facilidades do sistema do pinguim. É o caso do programa FileHippo, uma pequeníssima aplicação que, gratuitamente, consulta os programas instalados, periodicamente
[pode programá-lo para o fazer sempre que o Windows arranca],
manda as informações para o sítio web da empresa, que a seguir informa sobre as actualizações disponíveis e permite a sua descarga.
Já tenho aqui demonstrado, indirectamente, que o que é bom não tem que ser caro. Mais: o que é bom pode ser de borla.
Vai mais outra prova, hoje: o Burrrn é de borla e é mesmo bom a gravar cds. Se tentar gravar ficheiros com extensão .ape/.cue
[um dia destes hei-de falar destas extensões]
com o Nero
[a referência, em gravação. Comercial, como se sabe],
vai ter encanzinação com alguma probabilidade: há-de faltar um plugin ou o raio que o parta. Com o burrrn, é puxar o ficheiro e... 'tá a andar
[diz o síto da web, e é verdade: Burrrn is a little tool for creating audio CDs with CD-Text from various audio files. Supported formats are: wav, mp3, mpc, ogg, aac, mp4, ape, flac, ofr, wv, tta, m3u, pls and fpl playlists and cue sheets. You can also burn EAC’s noncompliant image + cue sheets! Burrrn can read all types of tags from all these formats (including ape tags in mp3)]...