TRUMP(A)

PARA A HISTÓRIA DE UM NAMORO

  • Em meados deste ano, PS e PSD aprovam o que se convencionou chamar medidas de austeridade. As medidas que são o que se sabe. O PSD aprovou até "alguma"(?) retroactividade dos impostos.
  • Passos Coelho, o líder do PSD, pediu então desculpa aos portugueses por ter apoiado o governo. Embora tivesse que ser... E propôs uma comissão de acompanhamento da execução orçamental (?). E desejou que o aumento da carga fiscal fosse provisório (?). Mais tarde prometeu-nos que não haveria nova oportunidade.
  • Cavaco Silva escusou-se mais uma vez: não comentou o aumento de impostos. Certamente para não perturbar a visita do Papa a Portugal. Sócrates manifestou-se satisfeito com crescimento registado na altura: "o maior crescimento económico da Europa", um crescimento que continuaria a crescer.
  • E andávamos todos(?) esperançados: a coisa ia melhorar...
  • Mas, há um mês e pico, o governo anuncia novas medidas, sempre as tais ditas de austeridade. Descidas de salários, diminuição de "descontos" e de benefícios, aumentos de impostos,...
  • Passos Coelho não quer pedir novamente desculpa aos portugueses. Portanto, pensávamos nós todos(?), o seu partido não aprovará as novas medidas. Mas enganámo-nos: o PSD vai cedendo, desde que não haja aumento de impostos... chega a anunciar-se o desacordo... e logo a seguir o acordo sobre, diz o PSD, um "mau"(?) orçamento que inclui os tais aumentos de impostos.
  • O líder parlamentar do PSD avisa que agora é que foi a última: não haverá terceira vez. E Sócrates avisa que tem de haver estabilidade em 2011.
(tele-radio-impressa-novela, a, previsivelmente, continuar)

escrito por ai.valhamedeus

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