TRUMP(A)

MÚSICA PARA O FIM DE SEMANA - louvor ao ritmo

A Sagração da Primavera de Stravinsky foi, quando o público a conheceu, um escândalo
[saiba aqui as razões por que o foi e agora não é].
A última interpretação desta obra que conheci é do maestro Gustavo Dudamel e da sua Orquestra Sinfónica Juvenil da Venezuela. Uma leitura que me soou soberba, talvez ainda mais do que La noche de los mayas do mexicano Silvestre Revueltas, que completa o cd.

[está
1ª parte: aqui ou aqui ou aqui
2ª parte: aqui ou aqui ou aqui
3ª parte: aqui ou aqui ou aqui]


escrito por ai.valhamedeus

9 comentário(s). Ler/reagir:

Anónimo disse...

Eu adoro este maestro! E, pelos vistos, o Hugo Chávez también
Gabriela

El Chato disse...

Ao usar o artigo junto do nome (Hugo Chávez) não sei se pretende insultar o dito ou é pura ignorância linguística. Quem não sabe usar, não usa.

Anónimo disse...

Por qué no te callas, el chato! E el convencido.

J Alberto disse...

O comentário deste anónimo lembra-me um conto, dos que começam assim: era uma vez, e dois são três, um Rei cujo poder lhe foi dado por Deus. Um dia o Rei foi a outro reino para discutir os problemas dos seus reinos. Durante a intervenção do Rei local, que não recebeu o poder directamente de Deus mas sim do seu povo, o Rei do poder de Deus mandou-o calar. A ele nunca o mandaram calar, porque quando o poder vem de Deus, só mesmo Deus é que pode mandar calar un Rei.
Colorim, colorado, este conto está acabado.

El Chato disse...

Por que devia calar-me? Porque disse algo errado ou só porque este anónimo com vocação de Torquemada decidiu ser o censor do Blog? Ai estes convencidos donos da verdade!

O Chatarrão disse...

Penso que o primeiro comentário de "El Chato", qualificando a comentadora ("pura ignorância") ou colocando intencionalidade ("insulto") na sua apreciação, tão só devido ao problemático uso do artigo, denota, desde logo,uma sobranceria e uma deselegância desnecessárias e inoportunas. Não estamos longe de uma pretensa e "sábia" arrogância que o "Ciberdúvidas" e qualquer prontuário, "prontamente" esclarece:

"Com nomes de pessoas, não empregamos o artigo definido se a pessoa não nos for familiar. Ora num texto oficial põe-se de parte a familiaridade. Por isso, não se dirá «o João», mas sim «o sr. João» ou apenas «João»."

Como todos sabem, a familiaridade com "o" H.Chavez é já proverbial. Quem não se lembra do "Pinho e Lino, do Lino e Pinho", para não falar do "Magalhães" de quem tanto gostam as crianças da Venezuela!

Se o seu (injusto) comentário não tem uns laivos de censura despropositada, não sei o que é censura!

Chatíssimo disse...

Em virtude deste Chatarrão decreto, fica devidamente esclarecida, graças ao ciberdúvidas -afastados debochados pensamentos- a familiaridade entre a Sra. Gabriela e o Sr. Hugo Chávez. Censura?

O Chatarrão disse...

"Chatíssimo":

Olhe que não, olhe que não!

Há-de experimentar apontar o dedo frente ao espelho. Com calma, sem afrontamentos, ainda nos vai confidenciar para quem aponta...
Surpresa?

Chatíssimo disse...

Reticências às paredes confesso que não gosto de apontar o dedo ponto Se o fizesse seria à lua vírgula para mostrar-lhes o proverbial homem do silvado ponto parágrafo
Surpresa interrogação Sim vírgula descobri que O Chatarrão consegue ser mais chato e aborrecido do que eu ponto Dou-me por vencido ponto Prometo abrir parêntese sem cruzar os dedos fechar parêntese que vírgula a partir de hoje serei um bom menino ponto Muito bom ponto Muito bem Ponto final parágrafo
Abrir parêntese desculpem os inconvenientes mas a minha náquina não tem sinais de puntuação fechar parêntese Até à próxima ponto final