TRUMP(A)

OBSCENIDADES

Absolutamente obsceno.

Num país com critérios mínimos de seriedade, este partido e este candidato terminariam aqui a sua participação na campanha.

Em Belém é provável que, por lá, apenas se mantenha a manjedoura.

Em S. Bento, qual loja chinesa, os habitantes
[ó Luís?]
são agora paquistaneses, indianos e velhinhas que foram apanhadas na estrada principal pela camioneta da Junta que, azar meu, também se alimenta dos meus impostos e do metal que há-de vir do estrangeiro
[emprestado, pois claro].
Todos com a taleiga, que o estômago não se forra só de bandeiras agitadas ao vento. E, ontem como hoje, o animal feroz, que bem pode ser um lobo, não olha a meios para, no mesmo saco, meter o capuchinho vermelho e a avó. Artes do palco que o pinóquio, doutorado nas oportunidades da mentira, não se cansa de executar.

De Espanha o vento, que alguns se queixam de não ser bom, ao contrário da canção, algo me diz: boas novas, mesmo antes dos "socialistas" de lá recorrerem à ajuda externa. Um arraso que era preciso repetir por aqui.

Pode ser que estes vídeos ajudem a esclarecer o que há muito parece óbvio:






escrito por Jerónimo Costa

2 comentário(s). Ler/reagir:

Anónimo disse...

Como no tempo do Salazar: autocarros cheios de apoiantes, que nem sabiam por que ali estavam.
Gabriela

Anónimo disse...

Ontem (25.05), passei a desoras pela TVI. Estava por lá o homem do berbequim e uma emproada Joana tentando, à saciedade, elevar às honras dos altares o santo [e agora mártir] são José Sócrates. Paquistaneses no Alentejo? Imigrantes indocumentados, agitando bandeiras rubras ao vento? Velhinhas com medo de perder o abono, viajando a expensas da Junta?
Isso, o que é isso comparado com o tanto que devemos ao “impoluto” que nos trouxe às portas da insolvência e da ruína?
Obscenidades servidas por alguns que estão na fila à espera que o orçamento socratino os recompense. E não recompensou já?
Quando pressinto alguém, que não seja advogado do diabo, a defender tão triste figura, interrogo-me senão será gente da mesma igualha, ou, pior ainda, gente manipulada pela canalha vil que, pela via democrática [e pelo nosso dinheiro], tomou conta, de forma mercantil, das suas consciências.