TRUMP(A)

AQUILINO ESTÁ MAIS EM VISEU


Ontem, foi dia de inaugurações aquilinianas, em Viseu. Com muito odor de muitas individualidades já individualidadas e de bastantes outras com pretensões à individualidação (grande destaque para os candidatos autárquicos dos PS e PSD).

Duas fases inaugurativas: na segunda, documentada pela foto acima, a de uma estátua do registador-mor das terras do demo
(autoria do escultor cubano Yuraldi Rodriguez Puentes, que fez uma intervenção emotiva e genuína, mas atrapalhada: quem me dera saber das razões da sua atrapalhação, por ele justificada com razões linguísticas. Sim, sim!, digo eu, abanando a cabeça que não)
na mais formosa rua da cidade (que nunca foi) de Viriato. Na primeira, a de um "memorial a Aquilino Ribeiro", no parque dele.


Os atores da segunda fase foram, substancialmente, os da primeira
[ainda que, deixando-nos enganar pela foto anterior (que não é minha), pudéssemos erradamente concluir que não esteve ninguém na primeira fase].
A foto regista o momento em que o registador-mor do Malhadinhas e o companheiro olham na direção dos idos atores, ali ao lado mas já em procissão para o segundo evento -- e o mestre se consola com o unguento da sabedoria popular:
mais vale (quase) só que mal acompanhado.
[editado]
Obrigado pelas insistentes con-dolências de leitores do Ai Jesus!, reclamando da desfocagem e da  cizentês das individualidades da primeira foto, reconheço que na capital da Beira Alta a vida é a cores. Aqui fica, pois, a foto original, antes dos tratamentos artístico-coisos a que foi sujeita. A cores [também para que se veja melhor a seriedade do ato]



escrito por ai.valhamedeus

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