O que eu penso não sei, e é alegria[Fernando Pessoa. Poesia Antónima, volume 1, São Paulo: Global Editora, 2021, edição Teresa Rita Lopes, p. 204]
Pensá-lo, nada sou, salvo a harmonia
Interior entre existir e ouvir
A música canta-te e dissuadir
Da vida, e desta inútil sensação
Real, passada
E à minha mente inutilmente dada.
escrito por Carlos M. E. Lopes
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